24 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em OEA lamenta saída de Jean Wyllys do Brasil

OEA lamenta saída de Jean Wyllys do Brasil

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), lamentou nesta quinta-feira (24), por meio do Twitter, a saída do deputado federal Jean Wyllys (PSOL) do Brasil. ... 

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9 de maio de 2018
por editor
Comentários desativados em Brasil foi questionado na OEA sobre intervenção no Rio e assassinato de Marielle Franco

Brasil foi questionado na OEA sobre intervenção no Rio e assassinato de Marielle Franco

O Brasil foi questionado na Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre violações dos direitos humanos no âmbito da intervenção militar federal no Rio de Janeiro e pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes. A sessão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA foi realizada ontem (8), em Santo Domingo na República Dominicana.

Os questionamento foram encaminhados por representantes da sociedade civil brasileira e reiterados pela CIDH. Sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro, o Brasil foi questionado pela natureza da operação, que seria vedada pela Constituição Federal. A falta de transparência e as violações aos direitos humanos na operação também foram questionadas.

No caso do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, o Brasil foi questionado pela demora nas investigações. Ocorrido há mais de 50 dias, o duplo assassinato ainda não foi esclarecido. A audiência deste caso teve a participação da viúva de Marielle, Mônica Benício.

“Viemos aqui para reafirmar que a execução de Marielle não será instrumentalizada para o recrudescimento das bárbaras políticas que a executaram. Não toleraremos nem mais um dia da falsa narrativa à guerra às drogas, do confronto armado que esconde o profundo comprometimento dos agentes dos estados, perpetuando arranjos lucrativos do tráfico de drogas e de armas. A farsa não se sustentará em nome de Marielle”, afirmou Mônica.

Pela sociedade civil, participaram as entidades Justiça Global, Conectas, Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT), Terra de Direitos, Redes da Maré e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

O Estado Brasileiro  enviou representantes do Ministério de Relações Exteriores, Ministério de Direitos Humanos, Advocacia Geral da União, Secretaria Nacional de Juventude e do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro.

Com informações do

Brasil de Fato ... 

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14 de maio de 2014
por Esmael Morais
35 Comentários

STF no divã: mundo jurídico isola ministro Joaquim Barbosa e já o vê como sociopata!

Mundo jurídico brasileiro abre guerra contra o ministro sociopata Joaquim Barbosa, presidente do STF, que persegue colegas e condenados petistas no mensalão; Zé Dirceu, por exemplo, foi ontem à  OEA pelo direito ao trabalho, enquanto cumpre pena no semiaberto, e por um novo julgamento; advogados de renome nacional como Juliano Breda, presidente da OAB-PR, e Kakay, veem jurisprudência perigosa criada pelo presidente da corte máxima; perfil psicológico de Barbosa vai sendo traçado: egoísmo, não admite culpa ou erro, não sente vergonha, é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar terceiros (a velha mídia e a elite branca); há um ano, Breda havia decretado: O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado!.

Mundo jurídico brasileiro abre guerra contra o ministro sociopata Joaquim Barbosa, presidente do STF, que persegue colegas e condenados petistas no mensalão; Zé Dirceu, por exemplo, foi ontem à  OEA pelo direito ao trabalho, enquanto cumpre pena no semiaberto, e por um novo julgamento; advogados de renome nacional como Juliano Breda, presidente da OAB-PR, e Kakay, veem jurisprudência perigosa criada pelo presidente da corte máxima; perfil psicológico de Barbosa vai sendo traçado: egoísmo, não admite culpa ou erro, não sente vergonha, é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar terceiros (a velha mídia e a elite branca); há um ano, Breda havia decretado: O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado!.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, cada vez mais vai se revelando verdadeiro sociopata cujas características evidentes são: egoísmo, não admite culpa ou erro, não sente vergonha, é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar terceiros (a velha mídia e a elite branca).

Pois bem, Barbosa se isola de seus colegas no STF e do mundo jurídico. O presidente da Corte conquistou unanimidade contrária ao vetar o direito ao trabalho para os apenados Delúbio Soares e José Dirceu, que cumprem o regime semiaberto.

Da direita à  esquerda, bem como o espectro de centro no emaranhado ideológico, são contra a perigosa jurisprudência criada pelo presidente do STF ao suspender o trabalho para os condenados no mensalão. Outros 100 mil presos cumprem penas no semiaberto no país. Imagine, caro leitor, se todos eles retornassem à s celas de uma vez só…

O criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, interpretou a nova jurisprudência criada por Barbosa como vingança pessoal: “ele decidiu se vingar dos próprios colegas que o derrotaram na votação dos embargos, impondo a sua vontade no STF”, disse ao

Brasil 247 ... 

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