12 de Maio de 2016
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Beto Richa não conclui nem as obras da copa do mundo

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Em mais um show de incompetência administrativa do governador Beto Richa (PSDB), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) constatou que o governo não conseguiu concluir até agora as quatro obras de mobilidade, sob responsabilidade estadual, para a copa do mundo de 2014. As informações são da coluna do deputado estadual Requião Filho (PMDB). Leia e ouça a seguir. 

5 de Maio de 2016
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Lazer, esporte e cultura para combater a criminalidade

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Além da Segurança Pública, do policiamento ostensivo, das cadeias lotadas, o combate à violência urbana deve se basear antes de tudo na prevenção. E para prevenir que jovens não sigam o caminho do crime, nada melhor que indicar um caminho mais saudável, como os esportes ou a cultura. O deputado estadual Requião Filho (PMDB) aborda esse ponto de vista em sua coluna semanal. Leia a seguir

28 de Abril de 2016
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“O frio chegou; e agora, Prefeitura?”

frio

A chegada do frio na cidade de Curitiba reacende o debate sobre a situação dos moradores de rua da cidade. Na visão do deputado estadual Requião Filho (PMDB), a política da Prefeitura no setor mostra-se insuficiente para atender as necessidades desses pessoas. Segundo ele, o fechamento de abrigos e a rígida triagem não atende o interesse público. Leia a seguir a íntegra da coluna. 

21 de Abril de 2016
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A fraude Beto Richa

fraude

Mesmo com todos os aumentos de impostos nos ‘pacotaços’ de maldade, o governo do estado está quebrado. Déficit de 1,7 bilhão, impossível de ser revertido em curto prazo. Agora, Beto Richa (PSDB) avança sobre o orçamento dos outros poderes, com atrasos nos repasses ao Judiciário. É a fraude do “melhor está por vir” que o deputado estadual Requião Filho (PMDB) explica e desmonta em sua coluna. Leia e ouça a seguir.

14 de Abril de 2016
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Coluna do Requião Filho: A crise no Paraná é pior que a do Brasil e a razão é o “fator Richa”

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Requião Filho*

Muito se fala da crise econômica vivenciada em nosso país. No entanto, o Brasil já passou por outros momentos extremamente difíceis com índices inflacionários beirando os 40% ao mês, o confisco da poupança dos cidadãos e também com a entrega do patrimônio público à iniciativa privada a preço vil.

Mas porque o cidadão e o empresariado paranaense sentem mais intensamente a atual crise? Ou pelo menos tem esta impressão?

Além do inegável abrandamento trazido pelo tempo, as crises vividas durante os governos Sarney/Collor/FHC não foram agravadas pelo “fator Richa”!

Durante o primeiro mandato do atual governo, as finanças do Estado foram dizimadas em razão de uma gestão irresponsável. Mesmo assim, o Governador Carlos Alberto foi reeleito… e, na sequencia, ainda em 2014, já lançou seu primeiro pacote de maldades.

Assim, o Paraná começou o ano de 2015 Governado por Mauro Ricardo e seu assessor, Beto Richa.

A política tributária, absolutamente benéfica aos micro e pequenos empresários e ao povo paranaense no período compreendido entre 2003 e 2010, foi totalmente substituída por aumentos sucessivos de impostos de milhares de produtos e serviços, somados a escândalos de corrupção, que terminaram por formar o atual cenário de desesperança e descrença da população.

Mas o Governo Estadual, covardemente, atribui toda a responsabilidade da crise paranaense ao Governo Federal e não assume abertamente seus erros, julga

7 de Abril de 2016
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Coluna do Requião Filho: A Procuradoria-Geral do Estado não é advogada do governador

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Requião Filho*

A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná é órgão da administração direta, portanto, deve obediência estrita aos princípios que norteiam a administração pública, como a moralidade, legalidade, impessoalidade, eficiência, além da perseguição incondicional do interesse público.

A Constituição do Estado do Paraná, por sua vez, estabelece entre suas competências a consultoria jurídica e a representação judicial e extrajudicial da Unidade Federada.

A Lei da PGE ressalva que compete ao Procurador Geral do Estado defender o Estado do Paraná em qualquer juízo ou grau, nas causas em que o mesmo for réu, assistente, opoente ou de qualquer forma interessado.

Vê-se que o fim precípuo da instituição é a defesa do Estado do Paraná, qualquer ato que se desvirtue deste mister, fere, irremediavelmente, suas atribuições legais.

A própria Procuradoria Geral do Estado, em sua página oficial, ressalva que o Procurador do Estado não é um membro da equipe do Governador, mas, sim, um representante dos interesses do Paraná.

Diferente dessa predestinação constitucional, a PGE vem atuando em desfavor dos interesses do Estado ao tentar anular a delação premiada do auditor da receita estadual, Luiz Antônio de Souza, com o posterior pedido de suspeição do magistrado que indeferiu de pronto o requerimento.

Não há dúvidas que

31 de Março de 2016
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Coluna do Requião Filho: Curitiba fez 323 anos com pouco a comemorar

Requião Filho*

Curitiba, antiga cidade modelo, referência em ecologia, planejamento urbano e qualidade de vida, hoje perece a olhos vistos.

Nada de novo foi projetado e o que era bom não foi mantido a contento ou foi abandonado, jogado à própria sorte. As administrações fecharam os olhos para o crescimento populacional e industrial da cidade, o que vem causando, por exemplo, uma degradação da mobilidade urbana.

O transporte coletivo, antes referência mundial, hoje, desintegrado, caro e ineficiente, é um problema diário na vida daqueles cidadãos que dele dependem.

Ruas esburacadas balançam o cotidiano dos curitibanos, de uma forma nenhum pouco agradável e não condizem com a beleza da cidade construída com trabalho dos povos das mais diversas partes do mundo que escolheram Curitiba para viver.

As belas praças e parques da arborizada Curitiba dos anos 90, não possuem mais o mesmo brilho.

Os cartões postais de outrora necessitam de maior atenção, a precária maquiagem aplicada gestão após gestão não foi suficiente para resgatar a altivez dos símbolos municipais, reconhecidos internacionalmente e que não condizem, na atualidade, com uma Capital cosmopolita e antenada com o futuro.

A Capital das oportunidades, que acolhia a todos com calor humano e compreensão social, hoje convive com moradores de rua abandonados, carentes de cuidados, distantes de qualquer proteção, que vivem em busca

24 de Março de 2016
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Coluna do Requião Filho: PSDB encobre aliados custe o que custar

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Requião Filho*

O PSDB não se cansa de atacar o Governo Federal, como se fossem baluartes da moralidade brasileira, representantes da mais fina casta política superior desde o berço. Seus filiados, aqui no Paraná, seguem o mesmo estratagema, mas todos não passam, sequer, de meros Rolex paraguaios…

Não se ofendam senhores! Mas os fatos falam por si. Críticas acirradas à nomeação de um famoso ministro, alegações jogadas de que se estaria violando a probidade, que haveria obstrução da justiça, dentre outros dizeres atualmente no topo da moda, que não passam de mero discurso pronto, tomaram a agenda do PSDB, que não enxerga o próprio umbigo.

Mas, aqui nesta coluna, podemos auxiliar a memória dos membros do partido, que não medem esforços para de fato proteger seus aliados.

O mais recente caso é a tentativa de dar foro privilegiado a suplente de Deputado Federal, que atualmente se encontra recolhido no sistema penitenciário, por infração à Lei Maria da Penha. Para conseguir tal intento, o governo realizou a troca do comando da Casa Civil, abrindo vaga na Câmara dos Deputados. O interessante vai ser o novo Deputado assumir sua cadeira com um visual pós Piraquara, com a careca a mostra. Este é o orgulho de ser PSDB.

Não é diferente a situação do famoso assessor da “so

17 de Março de 2016
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Coluna do Requião Filho: O novo regramento das PCHs e mais um golpe contra os paranaenses

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Requião Filho*

Está em trâmite na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) uma manobra para facilitar novas concessões de Pequenas Centrais Hidrelétricas — PCHs à iniciativa privada. Trata-se de Emenda Constitucional, de autoria da Deputada Maria Victória (PP), que pretende alterar a redação do artigo 209 da Constituição Estadual, com o objetivo de retirar da Assembleia Legislativa a possibilidade de autorizar, ou não, novas concessões.

Com o fim da necessidade de autorização da Assembleia Legislativa, o processo de novas concessões, por óbvio, fica mais célere e menos burocrático, porém, perigosamente livre do controle do Poder Legislativo.

A autorização da Alep serve como verdadeiro sistema de freios e contrapesos ao ato do Poder Executivo que traz impactos significativos para a fauna e flora do Estado, bem como aos recursos hídricos. O argumento dos defensores do Projeto é que para obter a concessão continua sendo necessário o atendimento de todos os requisitos da legislação ambiental e que isto colocaria freio em eventuais desmandos.

Lembrando que, em 2015, o Poder Executivo conseguiu aprovar o PL nº549/2015 na Assembleia, que autorizava a construção de várias PCHs.

Ocorre que há mais interesses por tr

10 de Março de 2016
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Coluna do Requião Filho: “Parem de mentir, senhores políticos”

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Requião Filho*

A capacidade dos políticos em surpreender não se esgota! Em ano eleitoral a vida se transforma e aquelas promessas feitas há tempos atrás precisam começar a dar as caras, não importando a qualidade, a necessidade e os reais anseios do cidadão. As escolhas das ações são feitas apenas para atender o fim eleitoreiro, obras com visibilidade são as realizadas em detrimento daquelas que realmente poderiam beneficiar a população.

Velhas práticas, quando se imaginava que não seriam mais adotadas pelos novos políticos, vem a surpresa: obras cosméticas em ano de eleição. Depois de três anos de completa paralisação e desmanche de bons programas,vem com o “antipó”, o asfalto “casca de ovo”, o “tapa-buraco”, meras pinturas em calçadas e ruas, as belas propagandas, etc. Tudo superficial.

Em contrapartida, o investimento em publicidade continua maciço, no intuito de encobrir a triste realidade, aquela na qual o transporte público se desintegra, o trânsito é caótico, falta merenda, escolas se fecham, não há vagas para todos, a saúde é precária, dentre tantas outras mentiras e desmandos… e a população perde dia a dia mais um pouco de sua esperança e autoestima.

São atitudes como estas que traduzem a ojeriza que a população hoje demonstra da política e

3 de Março de 2016
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Coluna do Requião Filho: Beto Richa e as promessas não cumpridas

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Requião Filho*

Ele prometeu e mais uma vez não cumpriu! Travesso este menino!!! Promete, promete e não cumpre! Acreditem, ele disse que resolveria o problema carcerário no Estado do Paraná, que retiraria os presos das delegacias e que os transfeririam para penitenciárias, que criaria milhares de vagas!!! Promessas vãs, lançadas ao vento, em um passado não tão distante…

Hoje, a realidade segue a rotina do caos diário nas delegacias espalhadas pelo Estado, como informado pela imprensa, nos primeiros 45 dias de 2016, mais de 100 presos fugiram das delegacias do Paraná!

Note-se que desde 2014, quando o então Secretário de Segurança Pública e médico oftalmologista prometeu retirar 1200 presos das delegacias de Curitiba, em no máximo 60 dias, nada aconteceu, mais uma vez. Por que acreditar, novamente, em promessas que sabidamente não serão cumpridas?

Os Delegados de Polícia, 168 para ser exato, que assinam o manifesto encaminhado ao Governador contra superlotação carcerária nas delegacias do Estado demoraram, mas finalmente perceberam que as promessas do atual chefe do Poder Executivo não são dignas de crédito. Desde 2011, quando Beto Richa assumiu o Estado, promete a construção de penitenciárias, porém, até o momento, nem

25 de Fevereiro de 2016
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Coluna do Requião Filho: A hipocrisia institucionalizada e os bedéis do governador Beto Richa

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Requião Filho*

Muitos Parlamentares se gabam de sua carreira política, estufam o peito para dizer que são Deputados, mas em verdade não passam de serviçais do Governador do Estado.

Ao invés de cumprirem sua função de fiscalizar o Poder Executivo e legislar, somente dão apoio ao que o Patrão lhes manda, obedecem cordialmente.

Pior ainda são aqueles que nem se quer respeitam o próprio Partido! Não importa quem ocupe a cadeira de Governador, obedecem como se fossem meros empregados. E ainda ficam com o ego abalado quando as lideranças do Partido reprovam seu comportamento subserviente.

Esta semana tivemos um exemplo do nível de domesticação de alguns parlamentares.

Um Projeto de Lei, de minha autoria, que visava beneficiar as micro e pequenas empresas foi encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça. Em sua primeira passagem pela CCJ, o Projeto de Lei recebeu parecer contrário, porém neste mesma sessão outro Deputado pediu vistas para analisar melhor o teor do Projeto. Notem: o Projeto ainda não tinha sido colocado em votação.

O parecer contrário não era nenhuma surpresa, afinal, o Pr

18 de Fevereiro de 2016
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Coluna do Requião Filho: Transparência X Beto Richa

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Requião Filho*

Tem coisas que não se misturam, não se completam ou não se combinam, como água e óleo, Deus e o diabo e o grande exemplo paranaense “Beto Richa e a Transparência”.

Há quem acredite que transparência é só portal da transparência, mas é algo bem mais amplo e envolve, principalmente, as contas do Estado.

Vejam só o famigerado Caixa Único-CU, que mistura em uma mesma conta praticamente todas as verbas do Estado, fazendo uma verdadeira lambança com o dinheiro público. Até mesmo o próprio Governador, recentemente, se disse surpreso por ter o Tribunal de Contas conseguido desvendar a destinação para a empresa Valor, investigada pelo GAECO, do dinheiro excedente devolvido pela ALEP.

Estaria Beto Richa realmente surpreso com a capacidade do TCE-PR desvendar os obscuros caminhos do Caixa Único, ou por não ter dado certo o seu plano de construir um labirinto contábil??!!

Da eventual surpresa do Governador só se tem uma certeza: a de que o Caixa Único foi inventado para por fim à transparência, criando um regime sombrio sobre as contas do Estado.

No discurso de ontem, como novo Líder da Oposição, demonstrei que o Estado do Paraná se vale de todos os meios para dificultar, quiçá esconder seus atos, e não mede esforços para conseguir o seu intento, exemplos claros foram alguns dos diversos vetos encaminhados pelo Governo, que pisoteiam tanto na autonomia quanto no poder de fiscalização da ALEP.

Seja o que for, venha da forma que vier, com os empecilhos, armadilhas e obstáculos inimagináveis, não interessa! Vamos continuar, sem medo, questionando, fiscalizando e denunciando as contas e os atos do Governo Estadual!

*Requião Filho é advogado, deputado estadual pelo PMDB e líder da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná, especialista em políticas públicas.

11 de Fevereiro de 2016
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Coluna do Requião Filho: Contra Beto Richa, mas a favor da Polícia Militar do Paraná

Requião Filho*

Ando meio assustado! O mundo está sofrendo de um mal muito perigoso. Um maniqueísmo daltônico vem tomando conta das ideias de muita gente. De repente ser a favor de algo te obriga a ser contra tudo e qualquer coisa mesmo que não seja diretamente antagônica ao que você defende. É pior que torcer fanaticamente para algum time. Isso é muito ruim.

Fui e sou a favor dos nossos professores, e abomino de todas as formas o massacre por eles sofrido em praça pública. Defenderei a classe e buscarei melhores condições de trabalho sempre que tal oportunidade estiver ao meu alcance. Dito isso é imperativo dizer que tenho asco do responsável pelo massacre, não respeito o ato covarde de mandar surrar professores e se esconder a quilômetros de distância.

Isso não me torna inimigo dos policiais militares e não me faz cego ao caos que se encontra nossa polícia e muito menos me faz ignorante do valioso e honrado efetivo da corporação. Defender os professores não me torna inimigo da PM. Querer uma PM com condições de trabalho e reconhecimento por seus atos não me faz apoiar o massacre do dia 29.

Esse maniqueísmo é dizer que bandido bom é bandido morto. Então o pai de família que no desespero da fome de seus filhos furta (subtrair algo sem o uso de violência) um pouco de comida merece o linchamento?

Não é bem essa a ideia de sociedade civilizada que tenho. Tampouco é dizer que o estuprador e assino merece toda a proteção e carinho do mundo esperando por uma segunda chance com marshmallows e purpurina no final do arco-íris.

O mundo não é preto no branco, existe o cinza! Os paladinos da justiça recebem diárias, auxilio moradia e o escambau; o pilantra pode ser um bom pai; o gay pode ter mais valores do que o pai de família que vai à igreja e rouba o dinheiro que era para construir escolas. Todo político é corrupto, todo médico é frio, todo taxista é malandro, todo pastor

31 de dezembro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Feliz Ano Novo, sem surra em professor e menos maldade de Richa

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Requião Filho*

Acabou o ano! Gostaria de escrever uma coluna apenas com desejos de boas festas, feliz ano novo, sucesso paz e saúde… Mas é impossível escrever a última coluna do ano sem fazer uma pequena retrospectiva.

2015 foi um ano excepcional para o Paraná. Excepcionalmente triste, excepcionalmente violento, excepcionalmente recheado de escândalos de um governo corrupto: o governo estadual.

Portanto desejo ao Paraná e aos paranaenses que 2016 não tenha surra nos professores, não tenha dinheiro desviado da receita para caixa dois de campanha, não tenha dinheiro desviado construção das escolas públicas do Paraná, que tenha menos propaganda e mais realidade.

2016 pode ser um ano de mudanças, se tivermos coragem para mudar o cenário político. Poderíamos assim sonhar com um Paraná no caminho correto, no caminho do trabalho no caminho da seriedade. Quem sabe ter novamente um estado que seja respeitado e levado a sério. 2016 podemos tirar o Paraná das páginas policiais. Basta termos memória e termos desconfiômetro na hora do voto em 2016.

Quero desejar os professores um ano novo, um ano muito novo! Que o futuro não tenha mais massacres. Que o porvir não tenha o corte de direitos e conquistas históricas. Que os novos tempos tragam aos professores o velho respeito e admiração de outros tempos. O verdadeiro carinho que eles merecem.

Que o 2016 dos nossos policiais seja um novo ano. Um ano com novos coletes balísticos, um ano com novas viaturas, ou bastaria talvez viaturas em condições de uso. Ao menos um ano com condições de trabalho. Que os nossos policiais tenham novamente O respeito de nossa população por fazer o seu trabalho bem feito e não a raiva provocada por cumprir ordens absurdas de um governador abusado que não gosta de polícia.

Para os nossos comerciantes e empresários desejo um ano sem um arrocho fiscal, sem o ataque de um governador desesperado para fazer caixa para cobrir o rombo de sua péssima administração. Que 2016 comece com pessoas que querem ver o comércio paranaense crescer expandir e não pessoas que pensam de uma maneira pequena querendo tirar através

24 de dezembro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Fim do romance de Beto Richa com o Judiciário do Paraná

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Requião Filho*

Parece que acabou o romance entre executivo e judiciário no Paraná. Óh céus, Óh vida! O que poderia ter acontecido ora tantas tricas de acusações. Sobra dinheiro aqui, falta ali, investe acolá! Quem teria razão nesta briga? O porvir nos contará.

Interessa é que os governistas tem dito a torta e a direita que depois de tantas medidas pra ferrar com o povo, Richa teria caixa no ano que vem e poderia ajudar seus aliados em 2016. Parece que esta não é a verdade.

Parece que enganaram todos mais uma vez. Não tem dinheiro e agora, depois de saquear a previdência, estuprar a data-base, aumentar tarifas e taxas e sangrar os paranaenses o governador continua sem dinheiro.

Quem caiu neste conto deve estar assustado. E o pior(!) quem acreditou nessa historia foram políticos que colocaram suas carreiras em cheque. Gente que deveria ser escolada. Vão colocar a culpa em quem?

A culpa é de um governo desunido e sem diretrizes. Governo envolvido em milhares de escândalos e com uma rejeição histórica. Não há retóricas e propagandas que salvem este povo. Impossível defender o indefensável, desculpar o indesculpável.

Mais um ano de trapalhadas e maldades do governador que encolheu. O seu capital político hoje é inexistente. Que venha o ano que vem!

*Requião Filho é advogado, deputado estadual pelo PMDB, vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná, especialista em políticas públicas.

17 de dezembro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Eduardo Cunha e Beto Richa, desmandos e trapaças

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Requião Filho*

Em um momento histórico em que o Brasil deve escolher pela permanência ou pelo afastamento  dos Presidentes do Executivo e da Câmara dos Deputados, a democracia mostra sinais de fragilidade. A crise política e a estagnação econômica  pós-eleitoral revelam inúmeros problemas, dentre eles a dificuldade dos brasileiros em se sentirem representados. Culpa do distanciamento dos partidos e dos políticos perante a sociedade.

Falar o assunto “política” é como tocar na ferida, é como falar daquilo que ninguém aguenta mais ouvir. Nas redes sociais, o ódio tomou conta do senso comum. Motivos não faltam!

O “Malvado Favorito dos Coxinhas” – Eduardo Cunha, por exemplo, enxergou na crise do Executivo, oportunidade perfeita de barganha e chantagem. Situação esta que ficou clara com o pedido de Impeachment da presidente transformado em processo.

Pedido de Impeachment que não possui base legal! Se assim tivesse, o governador Beto Richa já teria sido sumariamente cassado aqui no Paraná, no início deste ano, por conta de suas pedaladas fiscais realizadas após o exercício fiscal. Isto tudo sem contar as estranhas ligações com os auditores fiscais suspeitos de fraude na Receita Estadual, os escândalos pela falta de pagamento de precatórios, apropriação indevida dos fundos previdenciários dos servidores e da Criança e Adolescentes, além da violência contra os professores estaduais no massacre de 29 de abril.

O descontentamento é enorme. As denúncias de corrupção são inúmeras e aparecem estampadas nos telejornais a todo momento. É uma avalanche! Não tem como evitar o surgimento dos “haters” – pessoas que odeiam algo e se utilizam das redes sociais para dissipar este sentimento, puro e simples, sem dó nem piedade, instalando uma rede de ódio que preocupa e coloca em cheque a própria segurança da sociedade.

As forças políticas se esvaem, assim como a crise institucional que cresce e toma conta do país. E falar sobre isso é como caminhar sobre areia movediça o tempo todo! Sim, porque os interesses particulares dos representantes eleitos, na luta pelo poder a qualquer custo, estão se sobrepondo descaradamente aos interesses da Nação, insegura e desprotegida.

A verdade é que a política econômica está absolutamente equivocada e fazendo um arrocho em cima dos mais pobres. É preciso criar um pacto para a retomada do crescimento do Brasil. Se a economia vai mal, não há porque se voltar contra a democracia, mas sim pressionar o governo para mudar a política econômica que está acabando com o país. É preciso lutar pela manutenção do Estado Democrático de Direito, sob pena de passarmos a reviver os anos sombrios da história do Brasil. Há de se prezar pelo cumprimento da Lei, acima de qualquer coisa, e não perder a esperança de se fazer justiça!

Entrei para a política porque acredito que é possível SIM fazer a diferença. E recomendo que mais gente faça isso e se candidate, ao invés de ficar apenas compartilhando suas ideias nas redes sociais.

Es

10 de dezembro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Beto Richa deixa Defensoria Pública sem recursos para cumprir seu papel

Requião Filho*

A Defensoria Pública do Paraná teve uma guerra judicial para garantir seus recursos. Mais uma vez o discurso do governador Beto Richa (PSDB) no ano passado foi apenas isso, um discurso usado para angariar votos em ano eleitoral. O Orçamento foi votado na Comissão e será votado em plenário na semana que vem.

Na questão da Defensoria vale ressaltar que os deputados Rasca Rodrigues (PV) e Nelson Luersen (PDT) votaram pelos 140 milhões, os demais membros ficaram em 54 milhões e até mais 30 milhões em caso de superávit. Segue o texto da ANADEP para que você leitor tenha uma real noção de toda esta confusão:

ANADEP critica corte de 70% no orçamento da Defensoria Pública do PR e descumprimento de decisão do STF

A Defensoria Pública do Paraná mais uma vez enfrenta dificuldades para ampliar seu atendimento no estado. Nesta semana, o órgão enviou para a Assembleia Legislativa proposta orçamentária no valor de R$140 milhões para 2016, no entanto, os deputados da Casa entendem que o valor é superior às necessidades da Defensoria. Para a Associação Nacional dos Defensores Públicos, a Instituição tem recebido tratamento diferenciado em relação às outras carreiras do sistema de Justiça mesmo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, através de liminar, obriga o governo a colocar mais R$ 100 milhões no orçamento da Defensoria Pública do estado para o ano que vem. A previsão do Governo do Paraná é destinar somente R$ 45 milhões ao órgão.

O presidente da ANADEP, Joaquim Neto, informa que a Associação Nacional e a Associação dos Defensores Públicos do Paraná (ADEPAR) trabalharão intensamente para que não haja retrocessos no fortalecimento da Instituição. Segundo ele, as Associações já estud

26 de novembro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Assembleia Legislativa entende Regimento Interno como quer

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Requião Filho*

Na última terça-feira a Sessão Plenária da Assembleia Legislativa deixou marcado em sua história que as decisões tomadas em Plenário sempre, ou quase sempre, atenderão os interesses do Governo.

Como é de conhecimento notório, o Estado do Paraná, pensa que a Polícia Militar é exército, como ocorreu no dia 29 de abril de 2015, dia no qual o Centro Cívico se tornou um campo de guerra. Mas ele está errado! Pelo contrário, a PM existe para proteger o cidadão e preservar a ordem, e não causar animosidade e enfrentamento.

Visando o aperfeiçoamento da Polícia Militar, a aproximando do que se almeja em um Estado Democrático de Direito, apresentei um simples Requerimento à Casa, pedindo a instalação de Comissão Especial Temporária. Essa Comissão iria auxiliar os trabalhos de reformulação do Regimento Disciplinar da Polícia Militar do Paraná; mas, acreditem, não foi aprovado.

O Regimento Disciplinar da PMPR, atualmente, está vinculado ao Regimento Disciplinar do Exército, no entanto, o policiamento é atividade específica e que merece um regulamento próprio, além do que alguns dispositivos do RDE são arcaicos e já não mais se coadunam com a realidade atual.

Os estudos da Comissão Especial seriam relevantes tanto para a instituição Polícia Militar quanto para a própria segurança pública.

Estes eram os únicos e legítimos intuitos do Requerimento de formação da Comissão Especial Temporária: fazer um estudo para atualizar a legislação tornando-a contemporânea e constitucionalmente adequada, valorizando o funcionamento interno da Polícia e contribuindo para o aperfeiçoamento da instituição.

Ocorre que, diferente do que se poderia esperar dos deputados, a Assembleia Legislativa do Paraná, através do voto de minerva de seu Presidente, rejeitou o requerimento apresentado, seguindo o raciocínio exposto pelo Líder do Governo, de que o assunto poderia ser tratado em Comissão Permanente, acabou por adotar uma interpretação totalmente desregulada do Regimento Interno da Casa.

Frise-se: durante a sessão o Presidente da ALEP reconheceu a falha do Regimento e entre atender a população, parte mais fraca, ou o Governo, parte dominante, optou, evidentemente, por abaixar a cabeça e seguir os interesses do Poder Executiv

19 de novembro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Afinal, o governador é ‘laranja’ de quem?

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Requião Filho*

Na minha última coluna critiquei a administração municipal de Curitiba pela pouca velocidade, pela inércia, pela falta de iniciativa e agora quero falar da pressa do governo estadual que tem me assustado.

Vocês já perceberam que quando alguém quer fazer algo errado, algo que não deveria ser feito a pessoa sempre tenta fazer de forma rápida e rasteira. Pois é…. no governo estadual é tudo assim, sempre a sorrelfa, sempre no escondidinho, na pressa rezando para que ninguém perceba.

Sempre tem pressa em aprovar coisas na assembleia e sempre quer evitar que os projetos sejam discutidos. Tem um problema só! Ao contrário do governador limítrofe, nós deputados da oposição prestamos atenção e lemos os projetos, lemos os anexos, lemos as entrelinhas e vamos à tribuna denunciar… Por vezes nossos colegas fazem ouvidos moucos ou fingem não entender e as asneiras do governo passam. Passam mas não sem antes nós chamarmos a atenção.

O senhor governador assinou um projeto de lei e pediu regime de urgência. Quer vender os imóveis do Estado… desculpem! Quer vender um único imóvel da Codapar para quitar uma divida muito especifica com um fim muito esquisito e que não cheira nada bem. Prestem atenção nisto que estou dizendo: Tem caroço neste angu! #ficaadicaGaeco

No entanto, o nada brilhante governador, sua inteligência é longe de ser tão brilhante quanto seus cabelos, manda para a assembleia um ‘projetinho’ feito ‘nas coxas’ dizendo que quer vender imóveis sem uso, que apenas trazem ônus conforme o anexo. Certo, eles são ruins de redação por lá e não podemos exigir muito deles… Mas manda junto uma tabela com ‘estudo’ sobre diversos imóveis e neste estudo tem até indicação de quem quer (ou vai) comprar o imóvel. Coisas do tipo: o vizinho tem interesse; querem fazer um aeródromo (detalhe no terreno já tem pista); está ocupado por um supermercado. Coisas que deixam clara as segundas intenções do pessoal. Já há diversas cartas marcadas neste baralho, é o que nos dá a entender o estudo. O pior é que para agradar alguém, ou por pura burrice, vão queimar o patrimônio do Estado.

Encerro com a pérola…. Secretário diz que é para investimentos futuros e o líder desmente e diz que é para pagar dívidas Codapar. Tá na hora do governo prestar atenção. Quem sabe contratar alguém com massa cinzenta para ler os projetos antes de mandar!?! Chega de expor a incompetência desse desgoverno para todo o Brasil.

Me pego a pensar: não devemos perder tempo pr