9 de Maio de 2016
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O senhor da razão

tempo

Em sua coluna desta segunda-feira, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PSB) sustenta que foi acertada a reforma promovida pelo governo do estado em 2014, aplicando “medidas saneadoras” para que o estado atravessasse o momento de crise. O resultado, segundo o deputado, é que o Paraná continua crescendo e já é a quarta economia do País. Leia e ouça a seguir.

1 de Maio de 2016
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Salário mínimo e CLT em risco

minimo

Enquanto o salário mínimo regional é novamente reajustado, seguindo a política de valorização, o salário mínimo nacional e os direitos trabalhistas estão em risco com a possibilidade de Michel Temer (PMDB) assumir a Presidência da República. É o que diz o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PSB), em sua coluna semanal excepcionalmente publicada neste domingo, 1º de Maio. Romanelli foi secretário do Trabalho e até hoje lidera a iniciativa de valorização do piso regional. Leia e ouça a seguir. 

25 de Abril de 2016
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Reflexos de 17 de abril (dia do golpe)

reflexos

Em meio a crise econômica mundial, o Paraná tem boas notícias e parte de uma base sólida para superar o momento adverso. Da mesma forma, a crise em âmbito nacional não é motivo para a troca na presidência da República que está sendo promovida por meio de um golpe num “Estado de excessão“. Essa é a leitura deste momento histórico feita pelo deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PSB) em sua coluna semanal. Leia e ouça a seguir.

18 de Abril de 2016
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E agora, Michel?

michel Ao conspirar abertamente para destituir a presidente da República da chapa pela qual se elegeu, Michel Temer destrói a própria biografia. E agora, Michel? Leia e ouça a análise do deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PSB) em sua coluna.

11 de Abril de 2016
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Tudo está ruim, mas pode piorar

Download áudio

“Graças à vida que me deu tanto
me deu o som e o abecedário

com ele, as palavras que penso e declaro”
Violeta Parra em Gracias a la vida

Luiz Cláudio Romanelli*

A semana que se inicia é decisiva para os brasileiros. A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff deve iniciar a votação do relatório final nesta segunda-feira. Pelo rito definido, o prazo regimental para o início da votação em plenário é de 96 horas, o que deixaria o início da votação no plenário para o dia 15.

Para que todos entendam como o processo funciona: no plenário, o processo de impeachment é aberto se dois terços (342) dos 513 deputados votarem a favor. Aberto o processo de impeachment, o processo segue para análise do Senado.

No Senado, a sessão que decide sobre a admissibilidade do impeachment é presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Se for aprovado por maioria simples (metade mais um, presentes 41 dos 81 senadores), Dilma é obrigada a se afastar por até 180 dias até a decisão final. O impeachment só é aprovado se dois terços (54) dos 81 senadores votarem a favor.

Se absolvida no Senado, a presidente reassume o mandato imediatamente. Se condenada, é automaticamente destituída e o vice-presidente é empossado definitivamente no cargo.

Mas o que será do Brasil nas mãos

21 de Março de 2016
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Perplexidades com o golpe

“o horror, o horror…”
Joseph Conrad em O Coração das Trevas

Ouça o áudio:


Luiz Cláudio Romanelli*

Os fatos das últimas semanas no país atropelam qualquer senso de racionalidade, e, a política — a arte de servir e prestar o bem às pessoas — pode ficar irremediavelmente comprometida ao ser constantemente criminalizada de forma vil e açodada. É uma quadra triste em que vivemos, e não há luz próxima que possa sinalizar uma solução construída no debate, sem o conflito extremado entre os atores políticos. O “nós contra eles” parece ter vencido esta etapa da vida pública brasileira.

Os que acompanham a minha trajetória e história de vida, sabem que sou otimista, que procuro sempre enxergar os fatos de maneira positiva e que acredito no diálogo como forma de resolução de conflitos, bem como na razão, acima das paixões. Mas confesso que diante de tudo que acontece no país, diante do radicalismo, dos discursos exacerbados das manifestações nas ruas, da atuação do Judiciário, do clima de vale-tudo no Congresso Nacional, o sentimento é de preocupação e perplexidade.

É claro e evidente que todos os mal feitos e os mal feitores, independente de partidos, devem ser punidos de forma exemplar pela Justiça e pelo voto, mas também que a cobrança pela punição não pode empurrar o país ao retrocesso que já foi vencido na luta democrática e nas urnas. Faço minhas as palavras do meu dileto amigo Michele Caputo Neto que diz “roubo, autoritarismo, violência e incompetência têm o mesmo tamanho, seja de direita ou de esquerda. Ética, decência e competênc

14 de Março de 2016
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Porque navegar é preciso

“Sei que há léguas a nos separar. Tanto mar, tanto mar.
Sei, também, como é preciso, Navegar, navegar”.
Chico Buarque

Ouça o áudio:

Luiz Cláudio Romanelli*

Há 50 anos, no dia 24 de março de 1966, nascia o Movimento Democrático Brasileiro, reunindo os políticos progressistas oriundos dos partidos políticos extintos pelo Ato Institucional nº 2. Mais do que um partido, era uma frente na luta contra a ditadura e a repressão militar, na defesa dos direitos fundamentais como a liberdade, igualdade e a democracia. Em 1980, por força da reforma partidária, surge o PMDB, partido majoritário da oposição.

Foi nesse PMDB, símbolo de resistência contra o regime militar, que lutava pela anistia, contra o arbítrio e as violações dos direitos humanos, que me filiei.

Aos vinte e poucos anos, idealista e combativo, fui um dos fundadores do partido no Paraná e tive a honra e o privilégio de conviver com políticos como Euclides Scalco, José Richa, Álvaro Dias, Walter Pecoits, Adhail Sprenger Passos, Goiá Campos, Maurício Fruet, Enéas Faria, Waldyr Pugliesi, Requião e tantos outros homens púb