15 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Sobre as Copas de 2014 e 2018: um olhar crítico

Sobre as Copas de 2014 e 2018: um olhar crítico

O ativista social Milton Alves atribui à ‘subjetividade’ a falta de empolgação dos brasileiros com a Copa da Rússia. Segundo o articulista, não torcer pela seleção é um gesto progressivo de rebeldia que surgiu naturalmente. ... 

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27 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em “Coxinhas” choram o banimento do presidente da CBF

“Coxinhas” choram o banimento do presidente da CBF

Política, religião e futebol são combinações perfeitas. É como se fosse uma mistura de arroz, feijão e carne. Por isso o banimento pela Fifa do presidente da CBF, Marco Polo del Nero, por corrupção, deixou os “amarelinhos” mais perdidos que cebola em salada de frutas nas vésperas da Copa do Mundo. Afinal, quer melhor combinação de “coxinha” com corrupção? É como feijão com arroz.  ... 

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27 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Brasil x Alemanha

Brasil x Alemanha

Brasil e Alemanha se enfrentam daqui a pouco, às 15h45, em Berlim, em amistoso com sabor de ‘revanche’ pelos humilhantes 7 a 1 sofridos no Mineirão durante a Copa do Mundo de 2014. ... 

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18 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Jorge Bernardi: Revolução, delação premiada e o efeito borboleta mudando o Brasil

efeitoJorge Bernardi*

“O Brasil está vivendo uma revolução. Uma retomada da evolução. O mundo todo está vivendo uma insatisfação generalizada e internacional. Estamos vivendo num período de decadência moral que nunca a humanidade enfrentou. Está em curso a Revolução Brasileira, como houve a revolução francesa”. As palavras são do médico, psiquiatra, positivista, professor Paulo de Tarso Monte Serrat, então com 90 anos, em entrevista ao Programa Gestão Pública em Debate, em julho de 2013, ao falar sobre as manifestações populares que naquele período ocorriam em todo o Brasil.

As manifestações duraram o período da Copa das Confederações. Depois degradaram em violência e, finalmente, se extinguiram. As autoridades prometeram, e a presidenta Dilma, falou inclusive numa constituinte exclusiva para tratar da reforma política, um Plano Nacional de Mobilidade Urbana para diminuir o custo da tarifa do transporte.

Prometeram melhorar a saúde com médicos vindo do exterior; e combater a corrupção. Vieram as eleições em 2014, e os mesmos de sempre foram eleitos.

Poucas promessas foram cumpridas. Foi aprovada a lei da corrupção empresarial (lei nº 12.846/13). Esta lei permite o acordo de leniência, com as empresas que praticaram atos de corrupção e que colaborem efetivamente com a investigação, identificando outros envolvidos, admita a participação nas irregularidades, enfim coopere com as investigações. Esta é uma espécie de delação premiada para pessoas jurídicas como aquela que envolve pessoas naturais (Lei 8.072/90, art. 13). Leia mais

13 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Torcida Trem Fantasma põe “coxinhas” anti-Dilma para correr no Paraná; assista ao vídeo

Manifestantes usavam tratores e camionetes para bloquear a rodovia quando estrada foi liberada por pressão de torcida organizada.

Manifestantes usavam tratores e camionetes para bloquear a rodovia quando estrada foi liberada por pressão de torcida organizada.

Integrantes da torcida organizada do Operário Ferroviário Esporte Clube, Trem Fantasma, de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, tiveram sua viagem bloqueada por uma manifestação “contra a corrupção” na BR 277, na tarde deste domingo (12), na altura do município de São Miguel do Iguaçu, quando se dirigiam a Foz do Iguaçu para enfrentar o time da tríplice fronteira. ... 

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14 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Xô, violência no futebol. Paz nos estádios!

Cadeia para os brigões. à‰ isso que defende Ricardo Gomyde em sua coluna deste sábado; diretor de Futebol do Ministério do Esporte, ele defende rigor nas punições individuais aliadas a sanções aos clubes; colunista lamenta cenas de violência na última rodada do Campeonato Brasileiro, entre Vasco e Atlético Paranaense, e diz que pancadaria reflete na imagem do país no exterior à s vésperas da Copa do Mundo; especialista em políticas de inclusão social, Gomyde descreve as medidas anunciadas esta semana contra a violência nos estádios; leia o texto.

Cadeia para os brigões. à‰ isso que defende Ricardo Gomyde em sua coluna deste sábado; diretor de Futebol do Ministério do Esporte, ele defende rigor nas punições individuais aliadas a sanções aos clubes; colunista lamenta cenas de violência na última rodada do Campeonato Brasileiro, entre Vasco e Atlético Paranaense, e diz que pancadaria reflete na imagem do país no exterior à s vésperas da Copa do Mundo; especialista em políticas de inclusão social, Gomyde descreve as medidas anunciadas esta semana contra a violência nos estádios; leia o texto.

por Ricardo Gomyde* ... 

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30 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Viva o Bom Senso Futebol Clube!”

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, sai em defesa do "Bom Senso Futebol Clube", movimento nacional liderado por jogadores como Alex, do Coritiba, que exige calendário, fim de jornada exaustiva e direito a férias e descanso; diretor de Futebol do Ministério do Esporte relata que maratona de jogos imposta a atletas os expõem a constantes lesões; à€s vezes, o número de jogadores no departamento médico é similar a quem pode entrar em campo!, escreve; falta de calendário da CBF, segundo o colunista, atinge cerca de 800 clubes profissionais no Brasil; são 20 na primeira divisão; vinte na segunda e o mesmo na terceira; quarenta na quarta; 700 restantes, que não são de elite, não tem o que fazer, pois ficam o segundo semestre todo parados; leia o texto.

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, sai em defesa do “Bom Senso Futebol Clube”, movimento nacional liderado por jogadores como Alex, do Coritiba, que exige calendário, fim de jornada exaustiva e direito a férias e descanso; diretor de Futebol do Ministério do Esporte relata que maratona de jogos imposta a atletas os expõem a constantes lesões; à€s vezes, o número de jogadores no departamento médico é similar a quem pode entrar em campo!, escreve; falta de calendário da CBF, segundo o colunista, atinge cerca de 800 clubes profissionais no Brasil; são 20 na primeira divisão; vinte na segunda e o mesmo na terceira; quarenta na quarta; 700 restantes, que não são de elite, não tem o que fazer, pois ficam o segundo semestre todo parados; leia o texto.

por Ricardo Gomyde* ... 

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