15 de junho de 2018
por esmael
Comentários desativados em STJ arquiva investigação do trensalão tucano; Alckmin agradece

STJ arquiva investigação do trensalão tucano; Alckmin agradece

A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o arquivamento das denúncias contra as empresas que pagaram propinas a governos do PSDB em São Paulo. ... 

Leia mais

2 de outubro de 2013
por esmael
4 Comentários

Bernardo volta atrás e agora vê com bons olhos fusão das teles

Há uma semana, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que Vivo e TIM não poderia atuar juntas no mercado brasileiro (clique aqui para relembrar). Ele discorria sobre a concentração de empresas no mercado de telefonia, pois, disse na oportunidade que a fusão diminui a concorrência. Um grupo não pode controlar duas empresas desse porte no país, tem impedimento na legislação. Na hora que formalizar isso, eles vão receber um prazo para fazer a venda da empresa!.

Pois bem, agora parece que Bernardo vê com bons olhos essa mesma fusão que criticou semana passada. Veja matéria na Agência Brasil:

Nova empresa de telecomunicações terá capital com maioria brasileira, diz Paulo Bernardo

da Agência Brasil
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (2) que, mesmo com a fusão entre a Portugal Telecom e Oi/Brasil Telecom, a maior parte de capital da empresa será brasileiro, e que, até o momento, não vê nenhum tipo de problema! na fusão entre elas.

Há alguns anos, o governo brasileiro incentivou mudança as regras do setor, com o objetivo de criar uma empresa nacional de grande porte, com o objetivo de fortalecer a concorrência na área de telecomunicações.

A maioria do capital será brasileiro, se somarmos [as participações do] BNDES mais fundos de pensão e investidores privados!, disse o ministro, após participar de audiência no Senado pela manhã. Paulo Bernardo disse que ainda não teve tempo para analisar o fato relevante divulgado nessa madrugada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Vamos examinar e avaliar o que eles estão anunciando!, acrescentou.

De acordo com Paulo Bernardo, o BNDES foi consultado, bem como os fundos, sobre se queriam aumentar a participação, mas não houve interesse!. No entanto, a participação acionária brasileira aderiu á parte do acordo anterior, que previa aporte de R$ 2 bilhões para pagamento de dívidas e investimentos.

Para o ministro, a fusão será positiva. Não vejo grandes problemas. Eles fizeram o comunicado via CVM e parece que houve coletiva de imprensa em Londres. Ontem me ligaram. Parece que [a empresa] têm planos de fazer uma grande capitalização e grandes investimentos. Mas precisamos ainda ver o que disseram na conferência [de imprensa, em Londres] e examinar. Vamos chamar a direção [da empresa] para saber melhor os planos. Acho que será positivo!.

Leia mais

24 de setembro de 2013
por esmael
4 Comentários

Vivo e TIM não poderão atuar juntas no país, diz Paulo Bernardo

da Agência Brasil O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (24) que o grupo espanhol Telefónica não poderá ter o controle das operadoras Vivo e TIM no Brasil, porque isso é contra a legislação do país. Segundo ele, o governo ainda vai aguardar a formalização das negociações entre as duas empresas, anunciada nesta terça-feira, que deverá ser analisada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A espanhola Telefónica, dona da Vivo no Brasil, chegou a um acordo hoje para aumentar sua participação na Telecom Italia, proprietária da TIM no Brasil. Claramente, o que a gente tem de forma objetiva é que uma empresa não pode controlar a outra, elas não podem fazer essa concentração. Isso significaria uma concentração muito grande nas mãos de um grupo e seria diminuir um concorrente no mercado, que para nós é uma coisa muito negativa!, disse o ministro.

Segundo Bernardo, a Telefónica terá um prazo para vender o controle de uma das empresas para outro grupo que não poderá ser outro concorrente estabelecido no país, como a Vivo, Oi, Claro e Nextel. Um grupo não pode controlar duas empresas desse porte no país, tem impedimento na legislação. Na hora que formalizar isso, eles vão receber um prazo para fazer a venda da empresa!, declarou.

Na avaliação do ministro, o fato relevante que foi divulgado sobre a negociação entre as empresas na Europa fala em compra de ações preferenciais, e não menciona controle de capital, mas tem uma possibilidade de conversão depois de um período. Isso muda e afeta a operação das empresas aqui no Brasil. Vamos acompanhar!, disse.

Leia mais

17 de setembro de 2013
por esmael
29 Comentários

Tribunal de Contas pede redução da tarifa de ônibus para R$ 2,25 em Curitiba

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) divulgou uma auditoria, nesta terça (17), no qual aponta que a tarifa do transporte coletivo de Curitiba poderia ser 16,7% menor do que a atual. Isso significa que o usuário poderia estar pagando R$ 2,25, ao invés de R$ 2,70.

A constatação integra relatório de auditoria sobre a Urbs pelo tribunal. O documento relaciona 40 irregularidades, encontradas pela equipe de fiscalização nomeada especialmente pelo órgão de controle externo para averiguar os contratos da Prefeitura Municipal de Curitiba com as empresas de transporte.

O relatório tem 253 páginas e é resultado de três meses de trabalho. Neste período, a comissão de auditoria, formada por seis servidores do Tribunal, fez diversas visitas técnicas aos órgãos fiscalizados, inspeções in loco, entrevistas e estudos técnicos. O relatório, que ainda será julgado pelo Pleno do TCE, estará, em breve, à  disposição da população, no Portal do TCE na internet.

Além da Urbs, a equipe de técnicos do TCE auditou o Fundo de Urbanização de Curitiba. A Rede Integrada de Transporte da Região Metropolitana foi avaliada quanto à  planilha utilizada, o custo por quilômetro, o método empregado na definição de valores, reajustes e subsídios, além da administração dos recursos financeiros. Uma das recomendações é de que a licitação que originou os contratos vigentes seja anulada e se realize uma nova concorrência.

O Leia mais