20 de Março de 2014
por esmael
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Gleisi é contra privatizações de Richa, mas comandou privatizações de Dilma

Ex-ministra Gleisi Hoffmann, em discurso hoje no Senado, condenou a privatização da Sanepar pelo governo Richa, mas "se esqueceu" que conduziu as megaprivatizações no governo Dilma; Diante do escândalo da Sanepar, disse a musa das privatizações:

Ex-ministra Gleisi Hoffmann, em discurso hoje no Senado, condenou a privatização da Sanepar pelo governo Richa, mas “se esqueceu” que conduziu as megaprivatizações no governo Dilma; Diante do escândalo da Sanepar, disse a musa das privatizações: “eu teria feito mais e melhor””, zombou pelo Twitter o senador Requião; Essa é uma conta que vai ser paga pela população”, previu Gleisi, que repetiu os mesmos argumentos daqueles que foram contra o leilão do Campo de Libra no pré-sal em outubro de 2013.

A ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann (PT) faz barulho estrondoso desde ontem acerca da privatização da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) pelo governo Beto Richa (PSDB). Ela concedeu entrevistas, tal coisa e coisa e tal sobre esse tema neoliberal. Leia mais

30 de outubro de 2013
por esmael
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Banco Central independente seria uma “Carta ao Mercado” de Dilma?

do Brasil 247
Com uma iniciativa polêmica na mão, o PMDB parece ter conseguido acender um sinal de alerta dentro do Palácio do Planalto. No Senado, o presidente da casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), já tem tudo pronto para submeter ao plenário, no mês de dezembro, o projeto de lei que torna o Banco Central um órgão autônomo em relação a Ministério da Fazenda e a Presidência da República.

“Tem assuntos que se a gente combina com quem é contra não andam”, disse Renan, na manhã de ontem. O projeto estabelece mandato de seis anos para o presidente e os diretores do BC, com direito a recondução. Renan parece disposto a liderar a construção do que tem chamado de “agenda da confiança” !“ mesmo que o jogo nem sempre seja combinado com o Palácio do Planalto, que já se manifestou contra a autonomia formal do Banco Central.

Nesta quarta-feira, no entanto, uma nota publicada no Painel, da Folha, informa que essa iniciativa, de conferir independência ao Banco Central, conta com o apoio de Lula. Leia abaixo:

Carta ao mercado

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva articula nos bastidores para que o Senado vote o projeto de Francisco Dornelles (PP-RJ) de autonomia do Banco Central. Lula conversou sobre isso ontem com o senador. O petista também falou com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) –que, na semana passada, surpreendeu o governo ao defender a proposta. Lula acha que a votação seria uma forma de debelar a desconfiança do mercado em relação ao governo Dilma Rousseff.

No Palácio do Planalto, enxerga-se uma ação para fortalecer aliados peemedebistas, como se a discussão fosse apenas uma moeda de troca. De todo modo, o movimento foi suficiente para mexer com a presidente Dilma Rousseff. Em conversa na segunda-feira 28, ela avisou ao vice-presidente Michel Temer que irá procurar pessoalmente lideranças do partido para manter o PMDB em sua chapa em 2014 !“ o que significa fortalecer aliados.

Entre os políticos que incluirá em sua agenda de conversas, nas próximas semanas, Dilma teria citado a Temer o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, e os senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Vital do Rêgo (PMDB-PB). Nesses Estados, os caciques peemedebistas locais prometem apoio a Dilma, mas há várias pendências. Cabral defende a desistência de Lindbergh Farias (PT-RJ) da corrida ao governo do Rio. Eunício busca apoio do PT na disputa ao governo do Ceará. Vital do Rêgo sonha em ser o novo ministro da Integração Nacional.

Abaixo, notícia da Agência Brasil sobre a votação da autonomia do BC no Senado:

Mesmo sem acordo com governo, Renan reitera que vota até o fim do ano autonomia do BC

Karine Melo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Mesmo sem concordância do governo, o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) reiterou hoje (29) que até o fim deste ano pretende votar o substitutivo do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) ao projeto que dá autonomia ao Banco Central (BC) !“ PLS 102/2007.

“Quase todas as matérias têm resistência, venham de onde vierem. Ora é do governo, ora é da mídia, hora é do mercado, ora é do poder econômico. à‰ sempre assim. Cabe ao Parlamento aprimorar tudo o que aqui está tramitando para que tenhamos no futuro um Brasil melhor”, destacou Renan.

O presidente do Senado também adiantou que não conversou com a presidenta Dilma sobre esse assunto. “A questão da autonomia não é só com relação ao governo, é com relação ao governo, com relação à  imprensa, com relação ao mercado. Em todo o país cujo Banco Central faz o controle de meta de inflação, ele tem mandato e autonomia. Por que nós não podemos tentar fazer isso no Brasil? Chegou a hora”, disse

Embora no Brasil o Banco Central já tenha uma certa independência do governo, em defesa da proposta, Renan Calheiros disse que todo Banco Central do mundo que faz controle de meta de inflação tem autônima e mandato para os seus diretores. “Quem sabe se

25 de outubro de 2013
por esmael
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Economist e Financial Times desdenham Libra: “medíocre”, “barato”

do Brasil 247
Os dois principais expoentes da mídia britânica, o jornal Financial Times e a revista The Economist, voltaram a bater duro na política econômica e no governo Dilma. Para o FT, o resultado, comemorado pela presidente Dilma Rousseff, foi “medíocre”. Para a Economist, a venda de Libra saiu “barato”. As duas publicações questionaram o fato de o leilão ter atraído um único consórcio, formado por Petrobras, Shell, Total e duas companhias chinesas.

Há mais de um ano, tanto a Economist como o Financial Times não têm desperdiçado oportunidades para criticar a política econômica e o governo Dilma. No Palácio do Planalto, foi até identificado o homem que faria a ponte entre a oposição e a mídia global: ninguém menos que o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan (leia aqui), que é também um dos conselheiros do presidenciável tucano Aécio Neves.

No Financial Times, a reportagem sobre Libra foi assinada por Joe Leahy, chefe da sucursal brasileira do diário britânico. “Algo está errado com a formulação das políticas no Brasil”, diz o texto, que classifica o resultado da oferta como “medíocre”. “O entusiasmo do governo com o leilão que não foi um leilão pode ter sido, em parte, para esconder sua decepção”, diz o texto. “Mas a explicação mais preocupante é que o governo está realmente satisfeito com o leilão que não conseguiu atrair concorrência. O governo pode estar aliviado com o resultado medíocre.”

Na Economist, o título foi “Cheap at the price”, ou seja, Libra teria sido barato. Uma analista do Itaú é ouvida na reportagem e defende o modelo de concessão !“ não de partilha, em que parte do óleo é revertido à  União.

Será que quem desdenha quer comprar?

Abaixo a reportagem original da revista britânica:

Cheap at the price

A single bid for a vast field shows the weakness of Brazil”s state-led approach to developing its oil reserves

Sxi years after discovering giant offshorepré-sal! oil deposits, so called because they lie beneath a thick layer of salt under the ocean bed, Brazil has finally auctioned the rights to develop some of its deeply buried wealth. On October 21st the Libra field, off Rio de Janeiro”s coast (see map), was sold to a consortium led by Petrobras, Brazil”s state-controlled oil firm, and including France”s Total, Anglo-Dutch Shell and China”s state-owned CNOOC and CNPC. Libra”s estimated 8 billion-12 billion barrels of recoverable oil make it the biggest oil prospect in the world to be auctioned this year. Once it reaches peak production, sometime in the next decade, it should increase Brazil”s output from 2.1m to about 3.5m barrels per day.

At times simply holding the auction seemed an achievement.

21 de outubro de 2013
por esmael
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Facebook amarelou geral

Os problemas na rede social vêm ocorrendo desde as 23 horas de ontem (20), mas a situação se agravou por volta das 10 horas de hoje.

Os problemas na rede social vêm ocorrendo desde as 23 horas de ontem (20), mas a situação se agravou por volta das 10 horas de hoje.

Internautas registram que o Facebook amarelou nesta segunda (21) em diversos países do mundo. Ativistas que acompanham o leilão do pré-sal do Campo de Libra, no Rio de Janeiro, desconfiavam de sabotagem ou censura. Entretanto, o problema é técnico e geral. Leia mais

20 de outubro de 2013
por esmael
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No epicentro do leilão, Guido vê US$ 180 bi com a privatização do Campo de Libra

do Brasil 247 Ministro da Fazenda e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, o economista Guido Mantega está no epicentro de um furacão. Um redemoinho global de especulações se ergue à  volta do leilão dos campos de Libra, pertencentes à  Petrobras, a menos de doze horas de sua realização, na manhã desta segunda-feira 21, num hotel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A previsão é que as maiores jazidas de petróleo conhecidas no mundo, na Bacia de Campos, sejam leiloadas em cerca de 30 minutos. A Petrobras faz parte dos quatro consórcios concorrentes.

Como Mantega, toda a área econômica do governo e também a presidente Dilma Rousseff dependem diretamente dos resultados do leilão para saberem como passarão os próximos meses. Se um pesado investimento for garantido, por meio dos lances esperados pelo governo, o cofre da administração estará recheado o suficiente para seguir dando estofo à  tentativa de impulsionar o crescimento da economia. Mas se as expectativas se frustrarem, a torrente de críticas à  gestão do próprio leilão será aumentada, além de lançar reflexos negativos para todas as direções da economia.

Por outro lado, Libra atrai não apenas as atenções, mas também boa parte da inveja do mundo, especialmente dos Estados Unidos. Espionando abertamente, o que parece ser uma contradição, o Brasil e, mais precisamente, a Petrobras, os americanos não pediram desculpas pela bisbilhotice de forte conotação comercial e assumiram uma atitude inesperada. As grandes multinacionais petrolíferas do país, assim como suas co-irmãs do Reino Unido, não apareceram para disputar o leilão. Apesar das suspeitas de informação privilegiada !“ ou talvez por causa delas -, essas ausências se deram logo na rodada de inscrições.

Com 1,1 mil soldados do Comando Militar do Sudeste isolando desde a tarde do domingo 20 o endereço do leilão, um hotel turístico na Barra da Tijuca, as interrogações são bem maiores que as certezas. Mas o ministro mantém seu férreo otimismo apesar dos sinais contraditórios sobre o sucesso emitidos à s vésperas do certame.

– Libra vai provocar uma onda inédita de investimentos, da ordem de US$ 180 bilhões em 35 anos, disse Mantega em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que repercutiu fortemente nas agências noticiosas.

Ele garantiu que o Tesouro não irá colocar nenhum recurso para ajudar a Petrobras a fazer frente aos investimentos que, como parceira de todos os concorrentes, terá de fazer nos próximos anos.

– O Tesouro não dará nem nunca deu ajuda para a Petrobras. Não cabe a ele fazer isso. O Tesouro não vai participar da operação de Libra, insistiu Mantega. Neste ano, a companhia deve investir ao todo R$ 97 bilhões, e no primeiro semestre captou US$ 11 bilhões”, completou. Acentuou que a empresa está bem de caixa: “eu sei porque sou presidente do conselho. Há várias dezenas de bilhões de reais lá”.

Classificando o campo de Libra como “maravihoso, que será um dos mais rentáveis do mundo”, Mantega calculou em nada menos que US$ 180 bilhões os volume de investimentos diretos que o Brasil atrairá, no setor e suas adjacências, nos próximos 35 anos.

O ministro mostrou confiança nos resultados, apesar de análises apontaram grandes chances para a participação efetiva de um consórcio concorrente, formado pela Petrobras e a estatal China National Petroleum Cororation (CNPC). Também participa a outra estatal do país no setor, a China National Offshore Oil Corporation (CNOOC).

– A Petrobras não tem o monopólio como tinha no passado. Ela tem 30%, pode até ter um pouco mais , e deverá se juntar a grupos privados para a exploração desse poço maravilhoso que é um dos mais rentáveis do mundo.

20 de outubro de 2013
por esmael
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Exército já ocupa frente de hotel onde ocorrerá leilão do pré-sal; black blocs convocam protesto

da Agência Brasil

As tropas do Exército já estão posicionadas em frente ao Hotel Windsor Barra, no Posto 4 da Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade, onde nesta segunda-feira, a partir das 14h, ocorrerá o primeiro leilão de Libra, do pré-sal da Bacia de Santos, atendendo à s novas regras do modelo de partilha.

Os militares ocupam a entrada do hotel desde a meia-noite de hoje (20), equipados com escudos e armas não letais. A tropa está preparada para agir em casos de manifestações, que estão sendo convocadas pelos petroleiros em greve e pelos movimentos sociais que apoiam a paralisação, contrários ao leilão da camada do pré-sal. Os petroleiros estão parados, por tempo indeterminado, desde quinta-feira (17).

Os black blocs, grupos que se vestem de negro e usam máscaras contra gás, presentes em todas as manifestações, estão convocando pelas redes sociais para um ato unificado amanhã, a partir das 10h, na praia da Barra da Tijuca, entre a Ponte Lúcio Costa e a Praça do à“. O texto diz que o ato unificado é “Um milhão contra o leilão, a opressão e pela educação”. Os black blocs também estão marcando uma concentração, à s 17h, na Candelária, para um ato ao longo da Avenida Rio Branco, com término na Cinelândia.

A segurança na região da Barra da Tijuca, onde ocorrerá o leilão, será feita pelo Exército, com o reforço da Marinha, da Força Nacional e da Polícia Militar. O patrulhamento ostensivo começou na madrugada de hoje (20), na faixa do litoral e nas vias do entorno do Hotel Windsor. A área de atuação das forças de segurança está delimitada pelas avenidas Lúcio Costa, à‰rico Verissímo, Armando Lombardi, Afonso Arinos de Melo Franco e o Canal de Marapendi.

O efetivo total empregado na operação é formado por cerca de 1.100 homens, entre militares e policiais federais e estaduais, policiais civis, guardas municipais e funcionários públicos. Em nota, o Comando Militar do Leste (CML) pede aos motoristas que evitem a região entre hoje e amanhã, por causa de retenções no tráfego nas vias próximas ao hotel.

De acordo com o assessor de imprensa do CLM, coronel Roberto Itamar, “as coisas estão acontecendo progressivamente”, com o efetivo total a ser empregado até o início da manhã desta segunda-feira.

O comando das operações está a cargo do general Lundgren, coordenador do Centro de Operações do Comando Militar do Leste e pelo general Nolasco, comandante da 9!ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada no Rio de Janeiro.

18 de outubro de 2013
por esmael
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Requião cobra opinião de Lula sobre leilão do pré-sal da Petrobras

Senador Roberto Requião, pelo Twitter, estranha que ninguém tenha cobrado de Lula uma opinião sobre o leilão do Campo de Libra; segundo o parlamentar, a venda do pré-sal "é um crime contra o Brasil".

Senador Roberto Requião, pelo Twitter, estranha que ninguém tenha cobrado de Lula uma opinião sobre o leilão do Campo de Libra; segundo o parlamentar, a venda do pré-sal “é um crime contra o Brasil”.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), pelo Twitter, cobrou uma opinião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o leilão do Campo de Libra, na Bacia de Santos, previsto para segunda-feira (21). Leia mais

18 de outubro de 2013
por esmael
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Ex-diretor da Petrobras e jurista vão à  Justiça contra venda do pré-sal

do Brasil 247 O leilão do campo de Libra, marcado para a próxima segunda-feira, ganhou uma nova fonte de preocupação. Ontem à  noite, o jurista Fabio Konder Comparato e o ex-diretor de energia da Petrobras, Ildo Sauer, entraram com uma ação popular pedindo uma liminar para suspender o leilão do campo que concentra as maiores reservas do pré-sal. “Nenhum país brinca com o petróleo como o Brasil está brincando”, diz Sauer.

Professor da USP e um dos formuladores do programa de governo de Lula na área de energia, ainda em 2002, ele defende a tese de que as reservas permaneçam em controle da União e sejam exploradas pela Petrobras, quando isso atender ao chamado interesse nacional. No leilão, previsto para segunda-feira, grupos chineses devem ser os mais fortes concorrentes.

“Enquanto os Estados Unidos pretendem difundir o “shale oil” e o “shale gas” para países da àsia, Europa e América Latina e pressionam o México a abrir sua parte do Golfo do México, os presidentes Barack Obama e Dilma Rousseff concordaram em trabalhar juntos para desenvolver vastos recursos da plataforma brasileira no pré-sal”, disse Sauer. “A lógica microeconômica não pode prevalecer em petróleo, só ingênuos fazem isso”, disse.

17 de outubro de 2013
por esmael
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Veja essa: Exército Brasileiro “afrouxa o sutiã” e é convocado para garantir a privatização do pré-sal

da Agência Brasil

Os tempos realmente são outros; Exército Brasileiro que tinha como lema a defesa da soberania nacional

Os tempos realmente são outros; Exército Brasileiro que tinha como lema a defesa da soberania nacional “afrouxou o sutiã”; segundo a ANP, soldados foram convocados para garantir a segurança (dos compradores?) no leilão do pré-sal do Campo de Libra, na Bacia de Santos; privatização está previsto para segunda-feira, 21, no luxuoso Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, disse hoje (17) que a segurança da primeira rodada de licitação do pré-sal será reforçada devido ao risco de haver protestos violentos. Segundo a ANP, a segurança no entorno do Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, onde ocorrerá o leilão, na próxima segunda-feira (21), terá a participação de militares do Exército. Leia mais

16 de outubro de 2013
por esmael
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Decreto Legislativo de autoria de Requião pode barrar leilão do pré-sal do Campo de Libra

Roberto Requião e petroleiros informam que já coletaram 203 assinaturas para a tramitação, em regime de urgência, de Decreto Legislativo que susta o leilão do Campo de Libra previsto para a próxima segunda (21); faltam apenas 56 assinaturas; parlamentar e a entidade ligada à  CUT argumentam que a privatização do pré-sal representa um crime contra o Brasil e violação à  soberania nacional; paralelamente, o senador paranaense e os trabalhadores da Petrobras articulam ingressar na Justiça.

Roberto Requião e petroleiros informam que já coletaram 203 assinaturas para a tramitação, em regime de urgência, de Decreto Legislativo que susta o leilão do Campo de Libra previsto para a próxima segunda (21); faltam apenas 56 assinaturas; parlamentar e a entidade ligada à  CUT argumentam que a privatização do pré-sal representa um crime contra o Brasil e violação à  soberania nacional; paralelamente, o senador paranaense e os trabalhadores da Petrobras articulam ingressar na Justiça.

O Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro PR/SC), filiado à  Central Única dos Trabalhadores (CUT), recorreu ao senador Roberto Requião (PMDB-PR) para barrar o leilão do pré-sal do Campo de Libra, Bacia de Santos, previsto pelo governo federal para a próxima segunda (21) na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Leia mais

14 de outubro de 2013
por esmael
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Dilma determina implantação do e-mail Made in Brazil

da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff informou, em sua conta no Twitter, que determinou ao Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) a implantação de um sistema de correio eletrônico que proteja as mensagens oficiais.

“Determinei ao Serpro a implantação de sistema seguro de e-mails em todo o governo federal. Esta é a primeira medida para ampliar a privacidade e a inviolabilidade de mensagens oficiais. à‰ preciso mais segurança nas mensagens para prevenir possível espionagem”, tuitou a presidenta em três mensagens no microblog.

A prioridade do governo brasileiro contra a espionagem norte-americana surgiu a partir das denúncias feitas nos últimos meses feitas pelo norte-americano Edward Snowden, ex-funcionário de uma empresa que prestava serviço para o governo dos Estados Unidos. Há denúncias de que cidadãos comuns de vários países e, inclusive, a presidenta Dilma Rousseff, seus assessores e a Petrobras tenham sido espionados.

Outro alvo de espionagem foi o Ministério de Minas e Energia. Por meio de sua conta no Twitter, a presidenta também determinou, na semana passada, ao ministro Edison Lobão uma rigorosa! avaliação e o reforço da segurança desses sistemas”.

11 de outubro de 2013
por esmael
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Pela 2!ª vez consecutiva, presidenta da Petrobras é eleita mulher mais poderosa do mundo fora dos EUA

da Agência BrasilA presidenta da Petrobras, Graça Foster, foi eleita pela revista norte-americana Fortune a mulher mais poderosa do mundo fora dos Estados Unidos. A revista fez dois rankings, um com executivas norte-americanas e outro com internacionais. A classificação levou em consideração quatro critérios: a importância e o tamanho do negócio liderado pela executiva na economia global, o sucesso e a condução dos negócios, a trajetória de carreira da executiva e sua influência social e cultural.

Este foi o segundo ano consecutivo em que Graça Foster foi apontada pela revista como a executiva mais poderosa do ranking global, entre 50 candidatas de diversos países e setores, como a Inglaterra, Austrália, Suécia, Turquia.

Maria das Graças Foster é engenheira química e funcionária de carreira da Petrobras, onde ingressou como estagiária há mais de 30 anos. à‰ a primeira mulher a comandar a estatal. Assumiu a presidência em fevereiro do ano passado e antes foi diretora de Gás e Energia da empresa e presidenta da Petrobras Distribuidora, entre outros cargos executivos.

Também neste ano, Graça Foster foi eleita a melhor executiva do setor de petróleo, gás e petroquímica na América Latina pela Revista Institucional Investor, a mulher mais poderosa no setor de negócios do Brasil e uma das 20 mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, e uma das 500 pessoas mais poderosas do mundo, segundo a revista Foreign Policy.

A Petrobras vem sendo citada como uma das maiores empresas do mundo pela revista Fortune. Neste ano, a empresa ficou em 25!º lugar, com receitas de US$ 144 bilhões. A estatal brasileira planeja investir US$ 236 bilhões até 2017.

A estatal, que já responde por mais de 90% da produção de petróleo e gás no país, terá papel importante na exploração da camada pré-sal brasileira, que concentra grandes reservatórios de óleo de boa qualidade. Segundo a legislação brasileira, a Petrobras será operadora de todos os campos do pré-sal licitados a partir de agora, com pelo menos 30% de participação no bloco.

A primeira licitação do pré-sal sob o contrato de partilha está marcada para o próximo dia 21 e permitirá a exploração e produção na área de Libra, na Bacia de Santos, que tem reservas recuperáveis de petróleo entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. Com o pré-sal e também com a ajuda de outros campos de petróleo, a empresa espera dobrar sua produção de óleo até 2020, da média de 2 milhões de barris por dia, para 4,2 milhões.

A Petrobras também tem investido na cons

10 de outubro de 2013
por esmael
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Ex-diretor da Petrobras se soma a Requião: privatização do Campo de Libra é crime contra o Brasil

da Agência BrasilO diretor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP), Ildo Sauer, ex-diretor da Petrobras, espera que o Poder Judiciário ainda possa se manifestar para inviabilizar a licitação do Campo de Libra, primeira na área do pré-sal, programada para o próximo dia 21, no Rio de Janeiro. Para Sauer, esse é um ato contra o interesse nacional!.

Sou totalmente contrário!, disse o diretor do IEE/USP á Agência Brasil. Quem disse que vai ser bom para o país é porque ou deve estar equivocado ou não sabe fazer contas!. Sauer sublinhou que nenhum país do mundo que conseguiu identificar uma nova província petrolífera, ainda mais da importância de Libra, coloca em produção e efetua leilões sem primeiro pesquisar a fundo qual é o tamanho da reserva.

Se é para mudar o país, você tem que saber quanto petróleo tem. Nenhum fazendeiro vende uma fazenda sem saber quantos bois têm!, argumentou para sinalizar a necessidade que haja um controle estratégico sobre o ritmo de produção.

Sauer afiançou que o edital de Libra é um equívoco estratégico e contraria o interesse público. Ele salientou que todos os países exportadores controlam o ritmo de produção a partir de interesses de Estado e não de contratos microeconomicamente outorgados!. Para ele, o melhor regime para países que têm grandes recursos de petróleo é contratar uma empresa 100% estatal, como ocorre, por exemplo, com a Petróleos da Venezuela (PDVSA).

O diretor da IEE/USP não tem dúvidas que existem outras formas, que não o leilão, que permitem o controle do Estado nacional sobre o ritmo de produção. Ele sugeriu a contratação direta da Petrobras e avaliou que isso geraria mais benefícios para o Tesouro Nacional do que a partilha convencional no leilão. No caso da contratação da estatal, o contrato de partilha se assemelharia mais a um contrato de prestação de serviços, negociado diretamente com a Petrobras que, por sua vez, é controlada pelo governo.

Sauer considerou assustadora! a opção do governo federal pelo Leilão de Libra e atribuiu a pressa em licitar a primeira área do pré-sal ao acordo firmado pelo governo brasileiro com os Estados Unidos, em março de 2011, durante a visita do presidente Barack Obama ao Brasil. O acordo visava a acelerar a produção dos recursos do pré-sal, que é o que está sendo feito com Libra!, para benefício mútuo dos dois países.

Aos Estados Unidos interessa produzir mais petróleo o quanto antes e reduzir o preço. Para um país que pretende ser exportador, como é o caso do Brasil, interessa controlar o ritmo de produção e manter o preço elevado!, insistiu. Por isso, Sauer reiterou que é assustadora a euforia ingênua! que vê em diversas áreas em relação á licitação de Libra, principalmente na Presidência da República e na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis [ANP], como se fossem agentes subalternos do interesse americano!. A espionagem praticada por órgãos dos Estados Unidos em documentos estratégicos do Brasil está vinculada a isso, acredita.

Ildo Sauer sustentou que, atualmente, no mundo, todas as grandes reservas de petróleo estão nas mãos de empresas 100% estatais ou de Estados nacionais. Somente uma fração está na mão das grandes multinacionais do passado, como a Exxon, a Shell, a EPP, a British Petroleum!.

O

20 de setembro de 2013
por esmael
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Requião divulga dossiê contra a Agência Nacional do Petróleo; assista ao vídeo

Requião apresenta dossiê que escarafuncha os pressupostos da atuação da Agência, como a definição de sua missão e de seus objetivos, e demonstra que ela não tem qualquer compromisso com o país, já que, na prática, aliena a exploração do petróleo do desenvolvimento brasileiro,  privilegiando a dita livre concorrência!; para o senador, a atuação da direção da ANP é mais perigosa para o país que todas as denúncias de espionagem dos serviços de informação dos Estados Unidos na Petrobras.

Requião apresenta dossiê que escarafuncha os pressupostos da atuação da Agência, como a definição de sua missão e de seus objetivos, e demonstra que ela não tem qualquer compromisso com o país, já que, na prática, aliena a exploração do petróleo do desenvolvimento brasileiro, privilegiando a dita livre concorrência!; para o senador, a atuação da direção da ANP é mais perigosa para o país que todas as denúncias de espionagem dos serviços de informação dos Estados Unidos na Petrobras.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), em discurso nesta sexta (20), no plenário do Senado, divulgou um dossiê com gravíssimas denúncias contra a Agência Nacional do Petróleo que, conforme os fatos relatados, está agindo de caso pensado em oposição aos interesses do Brasil. O documento desnuda ponto por ponto a política da Agência e mostra que o leilão do supercampo de Libra, a maior reserva de petróleo até hoje descoberta no mundo, é apenas mais um capítulo da submissão da ANP à s multinacionais do setor. Leia mais