11 de abril de 2018
por Eugênio Aragão
2 Comentários

Facebook jura que não vai se meter nas eleições brasileiras

O dono do Facebook, Mark Zuckerberg, testemunhou na terça-feira (10) no Senado dos Estados Unidos. Ele se desculpou pelo uso de dados dos usuários da rede social para beneficiar a eleição de Donald Trump presidente. Ele citou o Brasil e outros países que terão eleições em breve prometendo que o mau uso dos dados não deve se repetir. ... 

Leia mais

3 de abril de 2018
por Eugênio Aragão
Comentários desativados em Jingle do MDB com “M de Michel” vira piada nas redes sociais

Jingle do MDB com “M de Michel” vira piada nas redes sociais

A filiação do ministro da recessão Henrique Meirelles ao MDB foi em ritmo de campanha à presidência. Mesmo sem a definição se o candidato será o ilegítimo Temer ou o próprio Meirelles, o evento teve decoração especial com fotos dos dois. Mas o que chamou mesmo a atenção foi o jingle... 

Leia mais

27 de março de 2014
por esmael
14 Comentários

Pelo Twitter, padre Reginaldo Manzotti jura que não entra na política

Pelo Twitter, padre Reginaldo Manzotti negou informações vindas de setores da Igreja Católica dando como certa sua entrada na disputa pela Assembleia Legislativa do Paraná; "Sobre ser candidato, sou PADRE e se morresse e nascesse de novo seria PADRE outra vez. Jamais me candidataria e deixaria função de sacerdote", tuitou; assessoria de Ratinho Júnior, presidente do PSC e secretário do Desenvolvimento Urbano, confirmou amizade com o religioso, mas também negou a candidatura.

Pelo Twitter, padre Reginaldo Manzotti negou informações vindas de setores da Igreja Católica dando como certa sua entrada na disputa pela Assembleia Legislativa do Paraná; “Sobre ser candidato, sou PADRE e se morresse e nascesse de novo seria PADRE outra vez. Jamais me candidataria e deixaria função de sacerdote”, tuitou; assessoria de Ratinho Júnior, presidente do PSC e secretário do Desenvolvimento Urbano, confirmou amizade com o religioso, mas também negou a candidatura.

Padre Reginaldo Manzotti, pelo Twitter, jurou de pés juntos que não disputará a Assembleia Legislativa do Paraná. O religioso é amigo do presidente estadual do PSC, Ratinho Júnior, secretário de Desenvolvimento Urbano. ... 

Leia mais

15 de março de 2014
por esmael
7 Comentários

Coluna do Ricardo Gomyde: “Racismo: esta discussão não pode esfriar”

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na "Copa da Paz"; "O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro", ensina o colunista; "Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa"; leia o texto.

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na “Copa da Paz”; “O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro”, ensina o colunista; “Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa”; leia o texto.

Ricardo Gomyde* ... 

Leia mais

16 de setembro de 2013
por esmael
Comentários desativados em Senadores aprovam projeto da minirreforma eleitoral; redes sociais liberadas desde já

Senadores aprovam projeto da minirreforma eleitoral; redes sociais liberadas desde já

da Agência BrasilO plenário do Senado aprovou em primeiro turno o substitutivo do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) ao Projeto da Minirreforma Eleitoral. Todas as propostas de emendas ao texto serão apreciadas na votação em segundo turno, que deve ocorrer ainda hoje (16).

A minirreforma regula questões relacionadas aos pleitos eleitorais, adequando a lei a situações que surgiram nos últimos anos. Ela estabelece que o último comício possa se estender pela madrugada e permite carreata no dia da eleição !“ práticas atualmente proibidas por lei. O projeto também extingue a pena de prisão para quem fizer boca de urna, mantendo apenas multa.

Pelo texto, a data para o início das campanhas passa a ser 7 de julho e as convenções partidárias devem ocorrer entre 12 e 30 de junho. As atas das convenções deverão ser publicadas em um prazo de 24 horas, na internet, e não mais em cinco dias, como vigora atualmente.

O projeto também libera o uso das redes sociais para emissão de opinião política pessoal, sem considerar como campanha antecipada. A discussão de políticas públicas em eventos partidários e se fazer e divulgar prévias dos partidos em redes sociais também não serão consideradas campanhas antecipadas. Entretanto, o autor das postagens poderá responder civil e criminalmente por ofensas e agressões a terceiros e caberá à  Justiça Eleitoral determinar a retirada das publicações do ar se for o caso.

Na tentativa de baratear os custos das campanhas, o autor do texto, senador Romero Jucá (PMDB-RR), também estipula o limite do tamanho de adesivos nos carros. Eles devem ter entre 40 a 50 centímetros e ser colocados nos vidros traseiros dos veículos. Fica proibido envelopar carros e instalar faixas, placas e pinturas em muros. A contratação de pessoal para trabalhar nas campanhas e os gastos com alimentação fica limitado, bem como o aluguel de veículos.

O próprio Jucá apresentou emenda, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para retirar de seu texto o trecho que liberava o uso de verba do Fundo Partidário para o pagamento de multas eleitorais dos partidos. Ele considera que o dinheiro do fundo passa a ser de uso privado do partido depois que é repassado mas, diante de reações contrárias, Jucá pediu ao relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que r Leia mais