26 de dezembro de 2013
por esmael
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Coluna do Maurício Requião: “No Paraná, só as agências de propaganda têm motivos de sobra para comemorar”

Maurício Requião, em sua última coluna de 2013, analisa a ausência de políticas públicas no país e no estado; ele lamenta o processo de desindustrialização e de engordamento de banqueiros no Brasil; também desanca o privilégio à s agências de publicidade, único setor que prosperou no governo Beto Richa (PSDB), que teve pagamento em dia; colunista critica a interrupção do programa de leite das crianças (mais uma vez) por falta de pagamento aos produtores, bem como à  paralisação de obras devido ao calote e falta de combustível nas viaturas da PM; exímio conhecedor de boas práticas de políticas públicas, Maurício Requião, ao final, conclama o povo a sair à s ruas em 2014 !“ um ano de mudanças!; Não importa que o gigante dormiu, importa que ele acorde, não precisa nem tomar as ruas, basta que o gigante tome as urnas!, brada; leia o texto.

Maurício Requião, em sua última coluna de 2013, analisa a ausência de políticas públicas no país e no estado; ele lamenta o processo de desindustrialização e de engordamento de banqueiros no Brasil; também desanca o privilégio à s agências de publicidade, único setor que prosperou no governo Beto Richa (PSDB), que teve pagamento em dia; colunista critica a interrupção do programa de leite das crianças (mais uma vez) por falta de pagamento aos produtores, bem como à  paralisação de obras devido ao calote e falta de combustível nas viaturas da PM; exímio conhecedor de boas práticas de políticas públicas, Maurício Requião, ao final, conclama o povo a sair à s ruas em 2014 !“ um ano de mudanças!; Não importa que o gigante dormiu, importa que ele acorde, não precisa nem tomar as ruas, basta que o gigante tome as urnas!, brada; leia o texto.

por Maurício Requião*

O ano de 2013 chega ao fim, passou o Natal e o que nos resta é uma festa de Réveillon. Sim, o ano acabou e nós não temos muito o que comemorar. O ano prometia, o gigante! havia acordado. As coisas iriam mudar (!), o povo brasileiro não mais aceitaria de bom grado os desmandos e o caos de uma administração desnorteada e afastada das políticas públicas. O gigante… ah, o gigante!, pegou seus vinte cêntimos de Real e entrou em coma profundo. Leia mais