4 de janeiro de 2016
por Esmael Morais
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Gustavo Fruet diz ser “inevitável” novo reajuste na tarifa do ônibus

O prefeito Gustavo Fruet (PDT), considerado amigo dos donos das empresas de ônibus, em entrevista ao blog Bem Paraná, disse nesta segunda-feira (4) que um novo reajuste na tarifa é “inevitável”, tem que ser dado, pelo “edital” e pela “inflação”.

As notícias de Fruet também não são nada animadoras para os 12 mil motoristas e cobradores do sistema de transporte coletivo, pois, segundo o prefeito, a tendência é que de agora em diante é implantar o sistema eletrônico nos ônibus.

“Acho que o futuro ideal é ter 100% o cartão”, antecipou o pedetista.
Gustavo Fruet afirmou ainda que o fim da integração foi o fim do subsídio do governo do estado. “Agora se alguém quiser interpretar isso diferente, eu não tenho o que fazer”, lamentou.

Na entrevista ao blog Bem Paraná, o prefeito admitiu pela primeira vez ser candidato à reeleição. Fruet vai apostar na tese de que é “limpinho” em relação aos concorrentes, livre de escândalos, para conquistar o eleitor em outubro deste ano.

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4 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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70% das cidades do Paraná se livram dos lixões no prazo

via Bem Paraná

Terminou no último fim de semana o prazo para que os municípios brasileiros acabassem com os lixões a céu aberto, cumprindo a meta estabelecida em 2010 pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). No Paraná, muitas cidades não conseguiram cumprir com o prazo, mas ainda assim, há motivos para se comemorar. à‰ que de 65% a 70% dos municípios do Estado cumpriram ou estão perto de conseguir cumprir com a lei, enquanto no Brasil apenas 39,5% das cidades contam com destinação adequada dos resíduos sólidos.

A situação do lixo teve avanços nos últimos anos por conta da exigência da legislação. O pessoal foi se mexendo e resolvendo, mas uma grande parcela dos municípios paranaenses ainda não conseguiu acabar com os lixões!, afirma o prefeito de Pinhais e presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec).

Em 2011, uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) apontou que os lixões estavam presentes em 45% das cidades paranaenses. Dois anos depois, um levantamento feito pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) apontou que eram apenas 23,33% dos municípios que ainda utilizavam lixões a céu aberto para depositar os resíduos, ou seja, 93 dos 399 municípios do Estado. O estudo do IAP ainda diagnosticou que a maior parte das cidades que ainda depositam seus resíduos em áreas inadequadas são pequenas, em geral com menos de 20 mil habitantes.

Para resolver o problema, muitos se consorciam e/ou encaminham os dejetos para aterros controlados, que não são os locais mais adequados, mas são melhores que o lixão.

Normalmente, os municípios que ainda tem lixões são de pequeno porte e encontram dificuldades para se consorciar. Eles não têm condições de contratar um engenheiro ambiental, um arquiteto e um biólogo para cuidar da situação do lixo. Então, para conseguir isso, eles se consorciam para cuidar da gestão compartilhada. O problema maior, portanto, é a falta de capacidade operacional dos pequenos municípios, que inviabiliza resolver 100% do passivo!, aponta Carlos Garcez, coordenador de Resíduos Sólidos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Luizão Goulart aponta ainda a escassez de dinheiro disponível para os municípios e a pobreza da própria população de algumas cidades como outra dificuldade a ser superada para se extinguir definitivamente os lixões. A maior dificuldade é o preço. Fica muito caro transportar e depositar o lixo. Além disso, um aterro sanitário demanda tecnologia, um gasto a mais para cumprir a destinação dos resíduos. Não temos quase nada de apoio para conseguir recurso, estamos nos virando por no Leia mais

24 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Cães da PM passam fome no Paraná. A culpa também é de Gleisi?

Depois da falta de combustível para viaturas, agora a crise financeira atinge cães que servem à  PM; animais terão ração limitada a 400 gramas, conforme documento interno da centenária instituição; deputado do PT, ao criticar a "incompetência" do governo Richa, ironizou a situação: "só falta dizer que a culpada é a Gleisi"; senadora petista tem sido principal bode expiatório! para os problemas de caixa do tucano.

Depois da falta de combustível para viaturas, agora a crise financeira atinge cães que servem à  PM; animais terão ração limitada a 400 gramas, conforme documento interno da centenária instituição; deputado do PT, ao criticar a “incompetência” do governo Richa, ironizou a situação: “só falta dizer que a culpada é a Gleisi”; senadora petista tem sido principal bode expiatório! para os problemas de caixa do tucano.

A Sociedade Protetora dos Animais (SPA) deverá se pronunciar nas próximas horas acerca de maus tratos que cães estariam sofrendo na Polícia Militar do Paraná. Segundo o blog “Plantão 190”, do portal Bem Paraná, está faltando ração para os bichos. ... 

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16 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Pessuti afirma que tem maioria para derrotar Requião no PMDB

por Ivan Santos, no Bem ParanáDepois de oito anos como vice de Roberto Requião no governo, Orlando Pessuti rompeu com seu ex-companheiro de chapa e de partido ao assumir o comando do Palácio Iguaçu em abril de 2010, e desde então os dois não mais se falaram. Pessuti garante que foi Requião que rompeu relações com ele, porque não queria que ele governasse o Estado para continuar mandando mesmo depois de deixar o cargo.

Pouco mais de três anos depois, os dois disputam a vaga de candidato do PMDB ao governo para 2014, em um partido dividido, que flerta ainda com o apoio à  reeleição do atual governador Beto Richa (PSDB), ou uma aliança com o PT da ministra Gleisi Hoffmann. Pessuti garante ter maioria para bater Requião na convenção, com o apoio dos deputados estaduais e federais da sigla. E apesar de admitir que a briga pode prejudicar a candidatura do partido ao governo, diz estar convicto de que com o PMDB no páreo, a disputa fatalmente irá para o segundo turno.

Em entrevista ao Bem Paraná, o ex-governador relata os bastidores do rompimento com Requião e diz porque tem certeza de que pode chegar a esse segundo turno, caso seja escolhido pelo partido.

Bem Paraná – Por que foi cancelada a convenção do PMDB de Curitiba?

Orlando Pessuti !“ O cancelamento deveu-se a um entendimento entre os deputados estaduais, o nosso presidente (estadual do PMDB), Osmar Serraglio, com a direção nacional do partido. Existe um recurso tramitando na Executiva Nacional proposto pelo grupo do Requião que pede para ser validada a convenção de julho realizada por eles e que foi por nós indeferida. E o relator do processo, que é o secretário-geral do partido, deputado Mauro Lopes, pediu que fosse feito o adiamento para que ele pudesse estudar melhor o assunto. E o presidente da comissão interventora, Reinhold Stephanes (Jr) decidiu adiar.

BP – O senador Requião foi destituído da presidência do PMDB de Curitiba sob a alegação de baixo desempenho. Mas muitos integrantes da Executiva do partido, inclusive o senhor, não fizeram campanha para o candidato do partido. Não há contradição?

Pessuti !“ Você não fazer campanha para o candidato do partido não tem nenhuma contradição nesse aspecto. O candidato (a prefeito) do partido (Rafael Greca) teve um bom desempenho até. Agora a chapa de vereadores é que não teve. Se a chapa de vereadores tivesse feito 10% dos votos como fez o candidato a prefeito, nós teríamos pelo menos três ou quatro vereadores. A norma a que nós nos ativemos para a dissolução do diretório de Curitiba e outros 26 é o fato de que não conseguimos o desempenho estabelecido que era pelo menos 10% dos votos para vereador.

BP !“ O senhor também lançou seu filho (Bruno Pessuti) como candidato a vereador por outro par Leia mais