22 de novembro de 2017
por Esmael Morais
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Velha mídia defende que professores ganham bem no país; querem reduzir o salário dos mestres

Primeiro foi o Estadão, que aderiu a pacto pelo fim da gratuidade no ensino superior. Agora é a vez do blog Gazeta do Povo, de Curitiba, dar azo à falsa ideia de que os professores “têm salários adequados” e benefícios acima da média. Leia mais

21 de novembro de 2017
por Esmael Morais
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Estadão retoma tese do fim da gratuidade no ensino superior no Brasil

“Para cortar gastos sem prejudicar os mais pobres, o governo deveria acabar com a gratuidade do ensino superior”, destaca o Estadão nesta terça (21), atribuindo a ingerente tese ao Banco Mundial, embora seja essa uma antiga aspiração neoliberal da mídia brasileira. Leia mais

13 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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Golpe de Temer vai criar mais 3,6 milhões de ‘novos pobres’ em 2017

Junto com o crescente desemprego, o golpe de Michel Temer (PMDB) fará surgir neste ano 3,6 milhões de ‘novos pobres’. O prognóstico é do Banco Mundial, que divulgou nesta segunda-feira (13) um relatório sobre a crise no Brasil. Leia mais

10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Fim de eleição direta para diretor de escola no Paraná teria sido exigência do Banco Mundial

O projeto de golpe do governador Beto Richa (PSDB), que põe fim à eleição para diretor nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná, pode ter sido uma exigência do Banco Mundial.

Uma comitiva da instituição financeira estadunidense esteve reunida na última quarta-feira, dia 2, vésperas do feriadão da Pátria, com a Secretaria de Estado da Educação (SEED) para tratar “do planejamento e investimentos da pasta” (sic). A informação do encontro é do próprio site da pasta.

Agora uma pergunta: que raios de interesse tem um organismo estrangeiro, cuja função é garantir projetos que gerem capital, numa instituição pública de ensino?

Ganha um doce quem responder que o bancão norte-americano negociou “cláusula secreta” que põe fim à democracia na escola.

Dentre os projetos tramados na surdina entre Banco Mundial e governo do estado estaria o veto às candidaturas de espectro ideológico diferente do status quo, o que, em tese, eliminaria o processo democrático tal qual conhecemos hoje nas escolas porque representariam “perigo” ao capital empregado pela instituição financeira.

A nova investida do Banco Mundial nas terras das araucárias resgata o antigo projeto comandado pela ex-secretária da Educação, Alcione Saliba, no governo Jaime Lerner. É bom frisar que, naquela feita, a mercantilização da educação fora derrotada por todos nós paranaenses.

No Paraná dos anos 90, tempos de ofensiva neoliberal, tentou-se eliminar o professor como servidor público e estabelecer empresa privada para contratar os mestres; os funcionários das escolas também seriam terceirizados; e seria extinta a função pedagógica do diretor, que seria treinado para gerir a escola como se fosse um empreendimento privado.

Veja a notícia no site da SEED:

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Entretanto, o golpe na eleição de diretor de escola desagrada os mais diversos setores da educação e da política estadual. Só não contraria mesmo os cibercomissionados e os subordinados, incluindo-se aqui os deputados da base governista.

O governo Richa, para atender os ditames do Banco Mundial, precia instituir a ditadura nas escolas mantendo o “verniz” democrático das eleições diretas. É preciso mergulhar na História para compreender o presente e antever o futuro.

O governo tucano impõe no novo projeto da eleição, que vai à análise da submissa Assembleia Legislativa, o inciso IV do artigo 7º, que condiciona a aceitação de candidatos à apresentação de “proposta de plano de ação compatível com o Projeto Político Pedagógico do respectivo estabelecimento de ensino e com as políticas educacionais da Secretaria da Educação”. Ou seja, se pensar diferente, está fora.

Além disso, depois de eleito, uma advert Leia mais

16 de julho de 2014
por Esmael Morais
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‘Banco e fundo dos Brics não são contra ninguém’, avisa Dilma

do Brasil 247
Em coletiva de imprensa concedida após a plenária da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza (CE), na noite desta terça-feira 15, a presidente Dilma Rousseff rebateu a tese de que o novo banco de desenvolvimento e o arranjo contingente de reservas, pelos países do bloco !“ Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul !“ foram criados para fazerem frente ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao Banco Mundial.

“Essas instituições não são contra ninguém, elas são a nosso favor, é uma outra perspectiva. Elas são a favor dos países Brics, mas também são a favor dos países em desenvolvimento”, afirmou. Dilma garantiu que o banco e o arranjo contingente olharão com atenção para países em desenvolvimento com regras bastante claras e firmes a respeito da sustentabilidade econômicas das instituições.

A presidente também disse que o Brasil não perde ao não presidir o Banco dos Brics. Segundo ela, houve um consenso entre os países para que a àndia indicasse o primeiro presidente por ter sido o país que propôs a instituição. “O banco foi fruto de um grande consenso e terá um novo imenso poder de alavancar recursos”, ressaltou. Sobre a sede em Xangai, Dilma disse que o primeiro-ministro da China, Xi Jinping, está empenhado em definir um local o mais cedo possível.

“A àndia propôs o Banco dos Brics e nós propusemos o Acordo Contingente de Reservas. Então, todos nós consideramos que era justo que a primeira presidência ficasse com o país que tinha proposto, no caso, a àndia, foi justamente isso. A segunda presidência, no rodízio, seria, então, do Brasil. E o Acordo Contingente de Reserva não tem presidência, mas é bom que se diga que foi uma iniciativa do governo brasileiro, ao longo desse tempo”, explicou.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse também nesta terça-feira que outros países emergentes já estão interessados em participar do recém-criado banco de desenvolvimento do Brics. Ele afirmou ainda que a nova instituição não vai competir com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros bancos de fomento para financiamentos, como os voltados para infraestrutura.

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24 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Coluna do André Vargas: “Feliz Bolsa Família! Um programa de Estado”

André Vargas, em sua última coluna de 2013, fala que o programa Bolsa Família é um marco civilizatório para o Brasil; colunista acusa o PSDB de querer acabar com o benefício que, segundo ele, é copiado no mundo inteiro; "Trata-se de um programa elogiado por órgãos como a ONU, Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional e replicado em várias partes do mundo. Mesmo assim, há os

André Vargas, em sua última coluna de 2013, fala que o programa Bolsa Família é um marco civilizatório para o Brasil; colunista acusa o PSDB de querer acabar com o benefício que, segundo ele, é copiado no mundo inteiro; “Trata-se de um programa elogiado por órgãos como a ONU, Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional e replicado em várias partes do mundo. Mesmo assim, há os “especialistas” em pessimismo que insistem em detonar a iniciativa revolucionária do governo do PT e aliados, tachando-a de bolsa esmola”, critica o petista; leia o texto.

por André Vargas* ... 

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12 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Gleisi Hoffmann libera empréstimo de US$ 350 milhões ao Paraná

Seguindo a lógica do Palácio Iguaçu, a qual denunciava que os ministros paranaenses vinham travando empréstimos ao Paraná, poder-se-á afirmar que hoje Gleisi Hoffmann liberou US$ 350 milhões (cerca de R$ 815 milhões) do Banco Mundial (Bird); governador Beto Richa, com a testemunha da secretária da Fazenda, Jozélia Nogueira, assinou contrato da transferência do numerário os cofres estaduais; tucanos só omitiram nesse enredo todo que o "choque de gestão" deixou o estado no Seproc por muito tempo, por isso a demora na tomada de dinheiro de instituições financeiras internacionais.

Seguindo a lógica do Palácio Iguaçu, a qual denunciava que os ministros paranaenses vinham travando empréstimos ao Paraná, poder-se-á afirmar que hoje Gleisi Hoffmann liberou US$ 350 milhões (cerca de R$ 815 milhões) do Banco Mundial (Bird); governador Beto Richa, com a testemunha da secretária da Fazenda, Jozélia Nogueira, assinou contrato da transferência do numerário os cofres estaduais; tucanos só omitiram nesse enredo todo que o “choque de gestão” deixou o estado no Seproc por muito tempo, por isso a demora na tomada de dinheiro de instituições financeiras internacionais.

Se a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, estava travando empréstimos internacionais ao Paraná, como acusaram várias vezes os principais arqueiros do governador Beto Richa (PSDB), então podemos supor que, a partir da assinatura do tucano no contrato de financiamento com o Banco Mundial (Bird), hoje, em Brasília, a petista liberou a tomada de dinheiro ao estado. ... 

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