6 de julho de 2015
por esmael
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Gleisi a Aloysio: “Vossa excelência vestiu a carapuça de golpista”

do Brasil 247, com Agência Senado

gleisi_aloysioA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) discutiram no plenário do Senado nesta segunda-feira 6, um dia depois da convenção do PSDB em que tucanos defenderam que a presidente Dilma Rousseff deixe o governo.

Gleisi acusou o partido de adotar uma postura “golpista” e de “criar um clima” para desestabilizar o governo Dilma. Ela rebateu as acusações de que o país estaria sem rumo, desgovernado. E acrescentou que não merecem prosperar quaisquer tentativas de afastamento da presidente Dilma.

A petista lamentou que tudo isso ocorra ininterruptamente, desde a eleição de 2014, o que mostra que a oposição ainda não aceitou os resultados das urnas.

25 de Março de 2015
por esmael
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PSDB trama para acabar com programa Mais Médicos

maism.jpgOs senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Aloysio Nunes (PSDB-SP) apresentaram um projeto de decreto legislativo para sustar o acordo que viabilizou o ingresso de milhares de profissionais cubanos no Programa Mais Médicos. Leia mais

7 de dezembro de 2014
por esmael
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Veja essa: Aécio e Aloysio “afrouxaram o sutiã” e não votaram contra flexibilização da meta fiscal de Dilma

aecio_aloysio_lobao.jpgO senador Aécio Neves (PSDB-MG) está se mostrando líder de uma oposição “para inglês ver” ou um “cachorro que não morde”. Leia mais

24 de novembro de 2014
por esmael
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Golpe em marcha: Aloysio fala à  Veja em impeachment de Dilma

do Brasil 247
joice_aloysio_choro.jpgLíder do PSDB, o senador Aloysio Nunes (SP) dá sinais claros de tentativa de golpe contra a presidente Dilma Rousseff em entrevista ao portal da revista Veja nesta segunda-feira 24 (clique aqui). Ao comentar o projeto que altera a meta fiscal, e que deve ser apreciado essa semana no Congresso, o tucano fala abertamente em impeachment.

O Planalto argumenta que, se a meta do superávit não for alterada, o governo federal terá de interromper investimentos no País. “Não é a aprovação da lei que vai fazer brotar dinheiro, então é mera chantagem, que não tem nenhum fundamento na realidade”, rebate Aloysio Nunes, que foi vice de Aécio Neves na eleição presidencial.

“A grande preocupação é salvar a pele da presidente Dilma das consequências jurídicas do fato de ela ter infringido a Lei Orçamentária e a Lei de Responsabilidade Fiscal”, continua o tucano. “Que consequências são essas, senador?”, questiona a entrevistadora, Joice Hasselmann. “Crime de responsabilidade fiscal”, afirmou. “Que pode levar ao que?”. O parlamentar responde: “ao impeachment”.

30 de junho de 2014
por esmael
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Aécio vai de chapa “puro-sangue” com Aloysio Nunes na vice

da Agência BrasilO PSDB anunciou hoje (30) o nome do senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) como vice na chapa do senador e presidente do partido, Aécio Neves (MG), na disputa pela Presidência da República em outubro. No último dia 14, o partido oficializou, em convenção nacional, a candidatura de Aécio, com a aprovação de 447 dos 451 delegados votantes, mas ainda não havia confirmado o nome do vice.

Aloysio Nunes criticou a gestão da presidenta Dilma Rousseff e destacou que os brasileiros querem mudanças na condução política do país. As principais bandeiras defendidas pela legenda têm sido o controle da inflação e o combate à  corrupção. O Brasil quer mudar, quer um governo diferente, um novo fôlego e novo impulso e Aécio conseguiu encarar esse desejo.!

Aécio explicou que a escolha por Nunes, entre as opções que o partido tinha, foi motivada pela coerência do senador. A trajetória exemplar de Aloysio na vida pública fazem com que a partir de agora a nossa caminhada se fortaleça.!

Aloysio Nunes Ferreira Filho, líder do PSDB no Senado desde o ano passado, é formado em direito pela Universidade de São Paulo. No período da ditadura militar, Nunes ficou exilado durante quase dez anos na França, onde se formou em economia política e fez mestrado em ciência política pela Universidade de Paris.

Com o fim do regime militar, Nunes voltou para o Brasil e se elegeu, por duas vezes, deputado estadual pelo PMDB e, na mesma legenda, foi deputado federal entre 1995 e 1999. Este ano, filiou-se ao PSDB e foi eleito deputado federal por dois mandatos seguidos.

O paulista de São José do Rio Preto também foi vice-governador de São Paulo entre 1991 e 1994, e, em Brasília, foi ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República de 1999 a 2001 e comandou o Ministério da

19 de Março de 2014
por esmael
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PT x PSDB: Gleisi boa de briga agora encara Aloysio Nunes

do Brasil 247Boa de briga, a senadora Gleisi Hoffmann encarou na manhã desta quarta-feira 19, em plena Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o tucano Aloysio Nunes Ferreira. Diante de gritos e do dedo em riste dele em direção a ela, a ex-ministra e pré-candidata ao governo do Paraná não perdeu a fleugma e ensinou que “a educação tem de fazer parte do nosso debate”.

Foi assim: com um discurso duro, o senador paulista afirmava que o governo da presidente Dilma Rousseff havia “destroçado” o setor elétrico. Na semana passada, o governo anunciou um pacote de ajuda de R$ 12 bilhões para as distribuidoras de energia elétrica. Com a estiagem, o preço da energia disparou e há mais de um mês está no teto permitido pelo governo, de R$ 822 por megawatt/hora (MWh), penalizando as companhias.

Ao ouvir a palavra “destroçado”, Gleisi fez o que se esperava de alguém do governo: entrou no debate. Ela retrucou Aloysio dizendo que a afirmação era “leviana”. O tucano, então, ficou mordido.

– “A senhora, por favor, não queira me policiar. A senhora não tem nenhum tipo de autoridade para me policiar. Eu falo o que eu quiser. O que a presidente fez no setor elétrico, e a senhora participou como ministra, foi uma pauta bomba que o destroçou”.

Mas Gleisi estava mesmo “policiando” o líder do PSDB no Senado? Ou apenas fizera um aparte como tantos feitos no dia a dia da Casa?

O certo é, transtornado, Aloysio acusou Gleisi de tentar ser “superior” aos outros senadores e, ainda, “ditar normas” sobre os pronunciamentos.

Mostrando que está afiada, a senadora petista não aceitou o nivel proposto e, para muito, deu uma aula de bons modos ao tucano:

– A educação faz parte do nosso debate. Tenho todo o direito de questionar declaração que considero leviana, que não tem base na realidade. Não tem números que comprovem que a presidente desestruturou o setor elétrico. Nós pegamos um setor desestruturado.

Nesse ponto, o senador tucano preferiu encerrar a disputa na base da galhofa:

– Retiro minhas declarações. Está tudo uma maravilha e ninguém vai pagar a mais por energia no ano que vem, disse Aloysio, lembrando a advertência do governo de que, em 2015, a conta pelo socorro à s distribuidoras va

5 de dezembro de 2013
por esmael
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Lobista da Alstom ensinou tucano a obter US$ 95 milhões em propinas

do Brasil 247 Dois dias depois de ter feito uma série de questionamentos sobre o caso Alstom-Siemens ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante sessão no Senado, o líder do PSDB, Aloysio Nunes (SP), volta a ter seu nome envolvido em denúncias do caso. A cópia de um e-mail em poder da Polícia Federal mostra que o parlamentar, que em 2006 exercia a função de coordenador da campanha de José Serra, recebeu dicas de um lobista da Alstom sobre como o governo tucano deveria se comportar no setor de transportes, caso fosse eleito.

As “instruções” são dadas por Jorge Fagali Neto, apontado como intermediador de propinas por parte da multinacional francesa, envolvida em cartel em licitações de trens e metrô, além do setor de energia, no estado de São Paulo. De acordo com o conteúdo do e-mail, denunciado pelos jornalistas Ricardo Chapola, Fausto Macedo e Fernando Gallo, do jornal O Estado de S.Paulo, Fagali Neto ensina Aloysio Nunes sobre como obter verbas para investir no setor metroferroviário. Ao menos uma das orientações foi seguida.

Depois que José Serra foi eleito governador de São Paulo e Aloysio Nunes assumiu a Secretaria da Casa Civil do Estado, o governo assinou um aditamento de US$ 95 milhões ao contrato de US$ 209 milhões com o Banco Mundial em 2008, segundo ano da gestão tucana. A verba iria para a construção da Linha 4-Amarela do Metrô. No email, Fagali Neto aconselhava: “Para a linha 4, acredito ser possível um aditamento ao contrato do Banco Mundial”. O consórcio Via Amarela, responsável pelas obras, tinha como uma das sócias a empresa Alstom.

Mas segundo Aloysio Nunes, que diz conhecer Fagali Neto “há muitos anos”, o e-mail é apenas o “alerta de um amigo” sobre o setor naquele momento. Antes de se tornar consultor da Alstom, Jorge Fagali Neto foi secretário dos Transportes em 1994 (no governo Luiz Antônio Fleury Filho), tendo sucedido Aloysio, que deixou o cargo em 1993. Hoje, Fagali tem US$ 6,5 milhões bloqueados na Suíça por suspeita de lavagem de dinheiro. Ele é indicado pela PF por suspeita de envolvimento em esquema de contratos de energia da Alstom e acusado de ter cometido os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

No Senado, na última terça-feira 3, Aloysio Nunes atacou o ministro da Justiça pela exposição de seu nome no caso, fazendo questionamentos como: por que as investigações só têm sido feitas em São Paulo, e não envolvem empresas controladas pelo governo federal? E ainda: quem vazou os documentos sobre a investigação que estavam em posse da PF? O tucano sugere, com essas perguntas, que Cardozo tenha agido politicamente com a denúncia a fim de prejudicar os inimigos do governo petista. E agora, sua reclamação ainda procede?