18 de Abril de 2018
por esmael
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Aliança do Coliseu testa Marina e passa recibo: a vez do PSDB

O jornalista Ricardo Cappelli afirma que Marina Silva poderá ser ungida candidata da mídia e aponta que será a vez do PSDB desfilar na cadeia de Curitiba. “Janot nutre simpatia por Marina. Dallagnol também. A Globo idem. A Folha namora”, escreve. Leia mais

16 de Abril de 2018
por esmael
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Datafolha: Quem está verdadeiramente preocupado com Lula?

O jornalista Ricardo Cappelli faz o papel do “advogado do diabo” ao analisar o Datafolha e perguntar quem está verdadeiramente preocupado com Lula. Para ele, o petista terá que se preparar para uma longa estadia atrás das grades. “O ex-presidente precisa ganhar as eleições, virar a conjuntura para que tenha condições mínimas de tentar sair do cárcere”, escreve. Leia mais

18 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Bolsonaro e Alckmin perderão até para um “poste” de Lula

Bolsonaro e Alckmin perderão até para um “poste” de Lula

Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e Geraldo Alckmin (PSDB) perderão a eleição presidencial até de um “poste” do ex-presidente Lula por dois motivos simples: 1- eles concorrem entre si para mostrar quem é mais subserviente à banca financeira e 2- não têm pejo em admitir que irão privatizar o Brasil. O povo é contra a doação de seu próprio patrimônio às multinacionais estrangeiras. Leia mais

6 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Sem Lula, Bolsonaro fatura a eleição, aponta pesquisa CNT/MDA

Sem Lula, Bolsonaro fatura a eleição, aponta pesquisa CNT/MDA

A pesquisa CNT/MDA, além de reafirmar a liderança de Lula, também trouxe hoje (6) um dado bastante preocupante para os tucanos: Bolsonaro vai faturar a eleição, se o petista não concorrer em outubro. Leia mais

4 de Março de 2018
por esmael
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Bolsonaro melhor avaliado que Alckmin

Pesquisa Ipsos jura que o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tem taxas um pouco melhores que as do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB): aprovação de 24% – oscilação de três pontos para cima desde o levantamento anterior – e desaprovação de 58%. Leia mais

26 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Folha entre a cruz (Alckmin) e a espada (Bolsonaro)

A Folha acendeu uma vela para “Deus” e outra para o “Diabo”. Ou melhor: está entre a cruz (Geraldo Alckmin) e a espada (Jair Bolsonaro). Por enquanto, o jornalão dos Frias não foi “convencido” de que Michel Temer é uma opção real para 2018. Leia mais

6 de Abril de 2016
por esmael
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PM tenta encerrar protesto de estudantes com bombas de gás

A Polícia Militar tentou encerrar o protesto de estudantes secundaristas com bombas de gás lacrimogêneo na região central da capital paulista, na tarde de hoje (6). Os manifestantes pedem a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar desvios na merenda escolar, além de protestar contra decisão do governo do estado de determinar como será feita a eleição dos grêmios estudantis.

Os estudantes começaram o ato na Praça da República, em frente a Secretaria Estadual de Educação, chegaram a fechar um trecho da avenida Ipiranga, seguiram pela avenida São João e pegaram a Rio Branco. Durante o trajeto, a polícia deteve um estudante, porque ele usava máscara e estava com uma mochila, segundo a corporação. Após ser revistado, nada foi encontrado e ele foi liberado.

Ainda na Rio Branco, próximo ao Largo do Paissandu, a tropa de choque da PM estava preparada para interromper a manifestação, que seguiu pacífica durante todo o caminho, e não deixou que o grupo seguisse. Os manifestantes tentaram continuar a passeata, mas a polícia jogou bombas de gás lacrimogêneo. Ao menos uma estudante desmaiou devido às bombas e dois ficaram feridos por estilhaços.

Os estudantes correram e gritaram “fascista”, em referência à Polícia Militar. A polícia deteve mais um rapaz e o levaram para a delegacia. Um policial disse à reportagem da Agência Brasil que foi encontrada droga na mochila do manifestante.

Por volta das 17h, os estudantes estavam na esquina das avenidas Rio Branco e Ipiranga tentando voltar com a manifest

13 de Março de 2016
por esmael
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Aécio, Alckmin e Richa são vaiados nos protestos contra a corrupção; assista

“O povo não é bobo”, bradavam uníssonos manifestantes de Curitiba e São Paulo, neste domingo (13), como se tivessem combinado uma palavra de ordem.

De fato, o povo não é bobo. Tanto não é que os tucanos Geraldo Alckmin e Aécio Neves foram apupados pelos coxinhas na Avenida Paulista.

Na capital paranaense também não foi diferente. Os “camisas amarelas” entoaram “Fora Beto Richa”. Os manifestantes não perdoaram o tucano cujo maior feito foi massacrar professores e confiscar a previdência dos servidores públicos.

Governador Alckmin enrolou-se no “merendão” e no “trensalão”. Aécio já foi “pentadelatado” (cinco vezes) na Lava Jato e Richa é alvo de investigação pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O governador do Paraná é apontado como beneficiário de propinas da Receita Estadual na campanha de reeleição de 2014.

Ou seja, os heróis da mídia golpista não emplacaram nem entre os coxinhas. Imagina a rejeição desses tucanos entre o povão…

Abaixo, assista ao vídeo:

2 de Janeiro de 2016
por esmael
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Na putaria de Veja, governos Alckmin e Richa lideram ranking de “bons exemplos” para a educação

Na metade do mês passado, portanto em dezembro de 2015, o Blog do Esmael registrou que o governo Beto Richa (PSDB) estava fechando escolas para financiar o golpismo da revista Veja. Pois bem, esta página atirou no que viu e acertou no que não viu.

O anúncio duplo na revista da Abril chamou a atenção pelo desperdício de recurso público justamente na semana que Richa anunciara apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Passadas duas semanas, no último dia 31 de dezembro, no apagar das luzes do ano, eis que Veja divulga um “ranking” em que os governos do Paraná e São Paulo se destacam nas áreas de educação e segurança. A publicação dos Civita dá uma dourada na pílula ao classificar a putaria como “ranking da competitividade dos estados”.

O Paraná de Beto Richa estaria em segundo lugar geral, mas o troféu de primeiro lugar seria de São Paulo — governado pelo também tucano Geraldo Alckmin.

Como putaria pouca é bobagem, o governo Alckmin, que encerrou o ano batendo em alunos e fechando escolas, no ranking de Veja, é o melhor exemplo para a educação. Richa, que massacrou os professores no começo de 2015, não se fez feio ao ficar em terceiro lugar nesse quesito.

Veja perdeu a vergonha na cara. Richa e Alckmin, como já dissemos aqui antes, enterraram a compostura há muito. Definitivamente, não dá para levar a sério esse trio golpista haja vista que o problema deles, em relação ao povo, é ideológico. Mas a questão do ranking que beneficia os tucanos tem a ver com pixulecos, ou não?

11 de dezembro de 2015
por esmael
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Retrato antidemocrático: Ao abraçar o golpe, PSDB despreza a História

do Brasil 247

O que restará do PSDB daqui a 50 anos, quando a imagem acima, registrada ontem, em Brasília, pelo fotógrafo Valter Campanato, tiver se transformado apenas num retrato amarelado, perdido no tempo?

Nela, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que já foi chamado de “príncipe dos sociólogos” brasileiros, senta no trono de sua vaidade e aparece ladeado por alguns políticos tucanos.

No canto direito de “Deus-pai”, quem demonstra maior intimidade é o senador Aécio Neves (PSDB-MG), hoje presidente nacional do PSDB. À esquerda, mais contidos, aparecem três governadores: Geraldo Ackmin, de São Paulo, Simão Jatene, do Pará, e Beto Richa, do Paraná. Todos hoje atravessam vales de impopularidade – Richa desde que sua polícia agrediu professores e Alckmin desde que sua PM agrediu estudantes.

No encontro de ontem, todos posaram para a História. Os tucanos, numa reunião da executiva nacional, fecharam apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Um impeachment que é um golpe contra a democracia brasileira por uma razão muito simples. Embora seja um processo político, previsto na Constituição, o impeachment não prescinde de um crime de responsabilidade. E os tucanos são incapazes de apontar o crime cometido por Dilma. Falam em ‘pedaladas fiscais’, mas sabem que nem as contas de 2014 – de um mandato anterior, diga-se de passagem – nem as de 2015 foram julgadas pelo Congresso Nacional, que é quem tem o poder legal de dizer se houve ou não descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Assim, um partido que já foi considerado um celeiro de intelectuais, decidiu se colocar contra a democracia e contra as forças organizadas da sociedade brasileira. Em defesa de Dilma, já se posicionaram os principais juristas do País – incluindo nomes à esquerda, como Celso Bandeira de Mello, e à direita, como Claudio Lembo –, os artistas, os intelectuais, os reitores das principais universidades e entidades representativas, como a União Nacional dos Estudantes e a Ordem

4 de dezembro de 2015
por admin
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PSDB cogita chapa “amigos da educação” para Presidência em 2018: Alckmin presidente, Richa vice

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abriu o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) reacendendo a chama do golpe e as esperanças de Aécio Neves (PSDB-MG) de chegar – por um atalho — à Presidência da República.

O problema do tucano é que ele vem perdendo espaço dentro do ninho, e se Dilma sustentar-se até o fim do mandato, muito provavelmente, ele não será mais a escolha do PSDB como candidato em 2018.

Dito isto, a tendência é que o candidato do PSDB ao Palácio da Alvorada seja novamente o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O problema é que a tentativa de Alckmin fechar escolas e a resistência da moçada que ocupa os estabelecimentos ameaçados comoveu o país, a popularidade do tucano paulista derreteu.

O acirramento da disputa e as cenas de policiais prendendo, arrebentando e batendo em estudantes adolescentes escancararam a verdadeira face de Alckmin, como sendo um ditador violento e fascista.

A situação fez lembrar o massacre de 29 de abril, no Centro Cívico, quando numa ação criminosa comandada pelo governador do Paraná, Beto Richa, também do PSDB, policiais atacaram professores e servidores. O resultado foi de 250 feridos.

E a piada do momento nas redes sociais é que: “O PSDB começou o ano batendo em professores no Paraná e termina espancando estudantes em São Paulo”.

Por isso, imaginamos o partido dos tucanos disputando a Presidência da República com chapa pura, dos “amigos da educação” Alckmin e Richa.

Nesse cenário, Aécio estaria mesmo fora do jogo. Richa bate em professores, 

29 de novembro de 2015
por esmael
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Desgastado com fechamento de escolas e crise hídrica, Alckmin perde terreno para Aécio no PSDB

do Brasil 247

Pesquisa Datafolha sobre a popularidade dos principais presidenciáveis para 2018 mostra que o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) vai ter dificuldade para se impor sobre o correligionário mineiro Aécio Neves, senador e presidente nacional da legenda. Nas simulações onde os dois tucanos são considerados, ao lado do ex-presidente Lula e da ex-ministra Marina Silva, Alckmin sequer iria ao segundo turno. Diferentemente de Aécio, o favorito, segundo a pesquisa, realizada nos dias 25 e 26 de novembro.

O Datafolha aponta o seguinte. Se as eleições fossem hoje, Aécio teria 31% contra 22% de Lula e 21% de Marina Silva. Aécio, no entanto, tinha 35% na pesquisa anterior e também vem tendo aumentos em sua taxa de rejeição. Num segundo cenário, com Geraldo Alckmin no lugar de Aécio Neves, Marina Silva apareceria em primeiro, com 28%, seguida por Lula com 22% e Geraldo Alckmin com 18%. Nas simulações de segundo turno, Aécio venceria Lula e Marina. Ela, por sua vez, derrotaria tanto Alckmin como Lula.

A popularidade de Alckmin vem derretendo devido a problemas locais que ganharam proporções nacionais. É o caso da grave crise hídrica, que deixa os paulistanos sem água nos meses de estiagem. O governo tentou atribuir o problema às questões climáticas, mas foi desmentido por ele mesmo. Relatórios da Sabesp já apontavam, em 2001, a para o colapso no Sistema Cantareira. O próprio Alckmin, governador em 2003, anunciava que “por limites naturais e falta de políticas eficientes, São Paulo só atende demanda por água até 2010”.

Mais recentemente, a crise do anunciado fechamento de 94 escolas causou e vem causando um abalo sísmico na imagem do governador paulista. Revoltados, alunos ocuparam diversas unidades, ganhando apoio de professores, pais, população e até da mídia. Numa encruzilhada, Alckmin tenta reverter a ocupação com diálogo, mas não descarta usar força policial para executar as desocupações, o que seria um atestado de brutal insensibilidade humana e política. A intervenção das forças policiais não

6 de novembro de 2015
por esmael
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Pesquisa: Marina lidera com 24%; Alckmin tem 23%; Lula 18%

marina_alckmin_lulaO instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta sexta-feira (6) nova rodada nacional sobre a disputa presidencial de 2018.

De acordo com o levantamento, a ex-senadora Marina Silva (Rede) lidera a corrida com 24%. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aparece tecnicamente empatado com 23%.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ontem afirmou que pode concorrer, está em terceiro lugar com 18%.

Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PP) também aparecem empatados com 6%. Michel Temer (PMDB) tem 2% e Ronaldo Caiado (DEM) obteve 1%.

A Paraná Pesquisas entrevistou 2.085 eleitores maiores de 16 anos, entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro, 175 municípios em 23 estados. A margem de erro é de 2%.

A seguir, leia a íntegra do relatório da pesquisa:

16 de setembro de 2015
por esmael
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Paraná Pesquisa: Serra lidera em Goiás com 25%; Marina tem 24%; e Lula 17%

serra_marina_lulaO senador José Serra (PSDB-SP) lidera a corrida presidencial no estado de Goiás.

Segundo levantamento da Paraná Pesquisas, realizado em 54 municípios goianos entre os dias 10 e 15 de setembro, Serra lidera com 25%, seguido da ex-senadora Marina Silva (sem partido), que tem 25%, e do ex-presidente Lula (PT), que aparece com 17%. Em quarto aparece o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) com 16%.

No cenário mais crível para 2018, Marina tem 24%, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) tem 23%, Lula permanece com 17% e Caiado mantém 16%.

No terceiro e mais improvável cenário, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) lidera com 39%, Marina cai para 17% e Lula para 15%.

A presidenta Dilma Rousseff é desaprovada por 87% dos goianos ante 10% de aprovação.

Ainda segundo a Paraná Pesquisas, o governador Marconi Perillo (PSDB) é aprovado por 54% dos eleitores e reprovado por 44%.

Foram entrevistados 1.360 eleitores e a margem de erro da pesquisa é de 2,5%.

A seguir, leia a íntegra da pesquisa no estado de Goiás:

27 de agosto de 2015
por esmael
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Pesquisa mostra Marina, Alckmin e Lula empatados na corrida presidencial

marina_alckmin_lulaA ex-senadora Marina Silva (sem partido), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ex-presidente Lula estão embolados na disputa pela Presidência da República, em 2018. É o que diz um levantamento nacional divulgado nesta quinta-feira (27) pela Paraná Pesquisa.

De acordo com o instituto de Murilo Hidalgo, no cenário mais crível, Marina lidera com 27%, Alckmin aparece com 25% e Lula tem 21%.

A Paraná Pesquisas também sondou outros cenários menos prováveis, com os senadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG). Eles surgem com 27% e 36%, respectivamente. Os tucanos travam uma guerra intestina que pode conspirar a favor de Alckmin, que tem como principal aliado o tempo.

Foram entrevistados 2.060 eleitores em 154 municípios brasileiros entre os dias 24 e 27 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos.

A seguir leia a íntegra da pesquisa:

7 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Segundo Datafolha, Dilma, Alckmin e Haddad são punidos pelo público

do Brasil 247
dilma_alckmin_haddadQuem é governo está apanhando da crise. à‰ o que diz a pesquisa Datafolha veiculada neste sábado 7. Despencaram os índices de ótimo e bom da presidente Dilma Rousseff, do governador Geraldo Alckmin e do prefeito Fernando Haddad. Absolutamente fora de qualquer margem de erro, as avaliações positivas despencaram um mínimo de dez pontos percentuais e um teto de 19 pontos entre os três principais executivos públicos do País. Leia mais

7 de junho de 2014
por esmael
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Tucano Alckmin vence no primeiro turno com 44%, diz Datafolha

do Brasil 247
A pesquisa Datafolha sobre a sucessão estadual não poderia ser melhor para o governador Geraldo Alckmin, do PSDB. A despeito da crise de abastecimento de água, ele seria reeleito no primeiro turno, com 44% dos votos, se as eleições fossem realizadas hoje. O instituto ligado ao grupo Folha também aponta o surpreendente baixo desempenho daquele que, supostamente, seria seu principal rival. O ex-ministro Alexandre Padilha, do PT, marcou apenas 3%.

De acordo com a pesquisa, o único nome que emerge como um adversário real de Alckmin é o peemedebista Paulo Skaf, que se licenciou da presidência da Fiesp e cravou 21% na pesquisa. O ex-prefeito Gilberto Kassab marcou 5%.

Essa pesquisa chega num momento crucial, em que os candidatos estão amarrando suas alianças partidárias. Ontem, o PSB, de Eduardo Campos e Marina Silva, aceitou firmar aliança com o PSDB, na qual o deputado Márcio França poderá ser vice ou candidato ao Senado. Também foi confirmada a coligação entre PMDB e PDT, que indicará o advogado José Roberto Batochio como vice de Paulo Skaf.

Alckmin venceria no primeiro turno porque tem 44% contra 31% de todos os adversários somados, consi

1 de dezembro de 2013
por esmael
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Datafolha: Padilha, “poste” de Lula, começa com 4%; Alckimin tem 43%

Datafolha afirma que Alckmin seria reeleito para o Palácio dos Bandeirantes no primeiro turno com 43%, se as eleições fossem hoje; pesquisa que será divulgada nesta segunda (2), na Folha de S. Paulo, aponta ministro Alexandre Padilha, "poste" de Lula, com apenas 4%; coincidência ou não, Haddad, outro "poste" do petista, começou com 3% e hoje é prefeito de São Paulo; ex-presidente brinca que "de poste em poste o Brasil ficará iluminado"; poste! mais famoso de Lula é a presidenta Dilma.

Datafolha afirma que Alckmin seria reeleito para o Palácio dos Bandeirantes no primeiro turno com 43%, se as eleições fossem hoje; pesquisa que será divulgada nesta segunda (2), na Folha de S. Paulo, aponta ministro Alexandre Padilha, “poste” de Lula, com apenas 4%; coincidência ou não, Haddad, outro “poste” do petista, começou com 3% e hoje é prefeito de São Paulo; ex-presidente brinca que “de poste em poste o Brasil ficará iluminado”; poste! mais famoso de Lula é a presidenta Dilma.

Coincidência ou não, em julho de 2011, o então “desconhecido” ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, candidato do PT à  prefeitura de São Paulo, estreou nas pesquisas com 3%. Apelidado de “poste” de Lula, o moço venceu a eleição mesmo com o bombardeio midiático do julgamento do mensalão. Leia mais