18 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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“Temer promoverá uma guerra civil congelando gastos púbicos por 20 anos”, alerta Requião

requiao_pec241_temerO senador Roberto Requião (PMDB-PR), em discurso nesta quinta (18), alertou que o interino Michel Temer (PMDB) promoverá uma guerra civil se congelar gastos públicos por 20 anos, como prevê a PEC 241. “É a proposta mais idiota e desumana em toda a História”. Abaixo, assista ao vídeo: Leia mais

27 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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“Vamos às ruas pela taxação do andar de cima”, avisa líder do MTST

O filósofo e colunista Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), concedeu uma entrevista exclusiva ao Blog do Esmael neste domingo (27). Ele está em Curitiba debatendo saídas populares para crise política e econômica do Brasil e falou da “Frente Povo Sem Medo”.

Uma das saídas, segundo Boulos, é mobilizar o povo para conter o avanço conservador no país.

“Em outubro, vamos às ruas pela taxação do andar de cima. A saída é pela esquerda, uma reforma popular que exija a taxação dos mais ricos”, avisou.

Boulos, que é colunista do jornal Folha de S. Paulo, deu sua impressão sobre Curitiba: “Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que detrói o mito da cidade modelo.

“Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que reforça o mito da cidade modelo”, disse o líder do MTST, ao mencionar três ocupações na capital paranaense do MPM (Movimento Popular por Moradia) que reúnem 1200 famílias.

A seguir, leia a entrevista completa com Guilherme Boulos:

Blog do Esmael: Qual a avaliação do cenário político, os riscos para os setores populares?

Boulos: Vivemos uma conjuntura bastante complexa para a esquerda brasileira. Assistimos a uma ofensiva ultraconservadora, da direita mais golpista, que quer impor um retrocesso institucional ao país. Essa direitona precisa ser combatida no Congresso Nacional e nas ruas. O governo vai cometendo erros, que são as medidas de austeridade, impopulares, que destroem o apoio da sociedade. Esse é o nosso desafio: enfrentar os conservadores e o golpismo, combater a austeridade e defender reformas populares.

Blog do Esmael: O governo Dilma “fica” e quais as alternativas para essa encruzilhada?

Boulos: Nós temos que trabalhar com três orientações básicas: 1- retomar capacidade de mobilização, ciclo de mobilização popular, esquerda retomar as ruas (a direita tem tomado as ruas e nós não temos), deixando de fazer política com olhos na institucionalidade; 2- unidade, fazer frentes de luta e mobilização, e nós temos feito isso. Fizemos 20 de agosto para responder nas ruas o avanço da direita e temos que construir um discurso. 3) A saída tem que ser pela esquerda e precisa ser popular, com Leia mais

15 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Novas medidas taxam o “andar de cima”, diz líder do governo na Câmara

do Brasil 247

guimaraes_ajuste

As medidas apresentadas pelos ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa nesta segunda-feira 14, a fim de reajustar o orçamento de 2016, faz o Brasil recuperar sua credibilidade “diante do mercado, do País e do mundo”, avalia o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães, em entrevista ao 247.

Além disso, junto com outras ações debatidas e algumas já aprovadas no Congresso, as medidas “chegam com força no andar de cima”, diz ele, em alusão à maior oneração sobre os que possuem rendas mais elevadas.

A equipe econômica anunciou um corte de gastos de R$ 26 bilhões para 2016 e uma proposta de aumento de receitas, incluindo a criação de novas, como a volta da CPMF. O objetivo do governo é obter R$ 64,9 bilhões a fim de reverter o déficit orçamentário de R$ 30,5 bilhões no ano que vem e fechar as contas no azul. Questionado por que o governo não havia discutido essas medidas antes de enviar ao Congresso uma proposta de orçamento deficitário, Guimarães falou sobre a necessidade de diálogo. Leia mais

12 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: Governo Dilma garante justiça, equilíbrio e sustentabilidade nos benefícios dos trabalhadores

enio_dilmaEnio Verri*

Na semana passada a bancada do PT na Câmara fechou questão para apoiar as medidas provisórias do governo federal de ajustes no sistema de benefícios sociais, mas não sem antes assegurar o aprimoramento das MPs e a manutenção de políticas importantes para os trabalhadores e trabalhadoras.

Um exemplo foi a MP 664, que dispõe sobre o pagamento de pensões previdenciárias como pensão por morte e auxílio doença, que será votada nesta semana. Unida em defesa da manutenção dos direitos dos trabalhadores, a bancada conseguiu obter avanços que melhoram as condições para obtenção de pensões.

Uma das mudanças garantidas foi a redução do tempo de contribuição exigido para que o cônjuge possa obter a pensão por morte. Diferente da regra atual, que exige o mínimo de 2 anos de casamento de 2 anos de contribuição, o novo texto permitirá que cônjuges possam receber o benefício a partir de 2 anos de união estável e 18 meses de contribuição com a Previdência. Leia mais