Câmara aprova “jabuti” em 2º turno junto com PEC Emergencial

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (11), em segundo turno, por 366 votos a favor, 127 contra e três abstenções, o “jabuti” no texto base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/19, a PEC Emergencial. Agora os parlamentares analisam destaques que podem retirar trechos da proposta. A PEC cria mecanismos de contenção fiscal, … Read more

Na calada da madrugada, Câmara aprova PEC que desmonta o Estado e não define auxílio emergencial

A Câmara dos Deputados esperou chegar a calada da madrugada para aprovar mais um crime contra os brasileiros. A casa, majoritariamente patronal e pró-mercado, por 341 votos a 121, aprovou nesta quarta-feira (10/3) a PEC 186, que desmonta o Estado –e não criou o esperado auxílio emergencial. Aprovado em 1º turno, o texto é originário … Read more

Senado aprova auxílio emergencial de R$ 11 trilhões nos Estados Unidos

Enquanto o governo Jair Bolsonaro chantageia o Congresso Nacional para aprovar o auxílio emergencial na pandemia, o Senado dos Estados Unidos aprovou por 50 votos a 49 ajuda de R$ 11 trilhões (US$ 1,9 trilhão) proposta pelo presidente Joe Biden. Resumo da matéria no Blog do Esmael: Senado aprova plano de ajuda à pandemia de … Read more

Câmara irá votar PEC Emergencial na semana que vem, diz Arthur Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a chamada PEC Emergencial será votada na próxima semana. Segundo ele, a expectativa é que o texto tenha sua admissibilidade aprovada na terça-feira (9) e o primeiro e o segundo turnos no dia seguinte, se tiver acordo com a maioria dos líderes. O presidente … Read more

Coronavírus vira pretexto para empresas cortarem jornadas e salários pela metade

Para o leitor do Blog do Esmael não é surpresa alguma que o governo Jair Bolsonaro e Paulo Guedes tenham autorizado empresas utilizarem a crise do coronavírus para cortar jornadas e salários pela metade. Desde o início do anúncio da pandemia da COVID-19 no Brasil, esta página vem repetindo que a desalmada burguesia está usando … Read more

Bolsa vira pó e Dólar bate no Céu; perdas chegam a R$ 2,8 tri em 2020

A falta de um “colchão” consistente na economia do Brasil derrubaram a bolsa de valores em 10,35%, nesta quarta (18), e o Dólar disparou para R$ 5,1955, com alta de 3,79%. Durante o dia de hoje, a B3 chegou a acionar circuit breaker (interrupção do pregão). Esse mecanismo foi acionado cinco vezes desde o último … Read more

Deputados preparam relatório para ONU sobre violação de direitos no Brasil

Parlamentares da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados estarão em Genebra, na Suíça, entre os dias 16 e 20 deste mês, para apresentar um relatório sobre violações de direitos no Brasil. O documento será entregue durante a Revisão Periódica Universal (RPU) da Organização das Nações Unidas (ONU), ocasião em que … Read more

Reforma da Previdência é para ajuste fiscal, diz presidente de comissão especial

O presidente da comissão especial da Reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), admitiu nesta sexta (10) que a Reforma da Previdência visa fazer um ajuste fiscal, não combater privilégios como apregoa o governo Jair Bolsonaro (PSL). “Não é verdade que a reforma é só para combater privilégios, ela é também para fazer ajuste fiscal … Read more

Romanelli: A gestão do futuro de Ratinho

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) relata o modelo de gestão que o governador Ratinho Junior (PSD) prepara no Paraná e destaca “as mudanças que se iniciaram com o programa de ajuste fiscal em 2015” e que, segundo ele, garantiram o futuro do Estado. A gestão do futuro Luiz Claudio Romanelli* “O planejamento de longo … Read more

Bolsonaro perdeu condições de governar e reforma da previdência subiu no telhado

A velha mídia admite neste fim de semana que a reforma da previdência subiu no telhado — bateu na trave, definitivamente — e que Jair Bolsonaro (PSL) perdeu as condições de governar o país. Ato contínuo, os mesmos jornalões que torcem pelo fim das aposentadorias dos mais pobres atribuem certo nervosismo ao mercado financeiro à … Read more

Para compreender a reforma da previdência (ajuste fiscal) de Jair Bolsonaro

A audiência pública realizada nesta segunda-feira (18), em Curitiba, desmistificou a reforma da previdência do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O ex-ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, afirmou que se trata de um ajuste fiscal. “Nada a ver com reforma da previdência”, assegurou. O evento suprapartidário e plural, ocorrido na Assembleia Legislativa do Paraná, rejeitou de … Read more

PT adota ajuste fiscal para enfrentar tempos de ‘vacas magras’

A direção executiva do Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nesta quinta-feira (13) um comunicado no site oficial de legenda sobre a adoção de medidas de ajustes de contas, que implicam na redução de gastos em viagens e hospedagens de dirigentes, dos custos operacionais para o funcionamento do aparelho partidário e medidas para a quitação das … Read more

Há 3 anos, Beto Richa preparava o ‘pacotaço’ de maldades chamado de ajuste fiscal

O dia 05 de abril de 2015 foi um domingo de Páscoa. O governador Beto Richa (PSDB) e seu secretário da Fazenda Mauro Ricardo davam os ajustes finais no “pacotaço” de maldades contra os paranaenses. O conjunto de medidas de arrocho nas contas seria apresentado em mensagem para tramitação na Assembleia Legislativa na terça-feira seguinte. … Read more

Fantasma da fome volta a rondar o país com esvaziamento do Bolsa Família promovido por Temer

O golpe de Estado que derrubou a presidente Dilma Rousseff  impôs uma agenda de retorno ao neoliberalismo que, através de um ajuste fiscal regressivo e desumano, promoveu um brutal corte nos programas sociais, aumentou o desemprego e jogou milhões de brasileiros na miséria e indigência. As ações recentes do governo golpista de Temer indicam um … Read more

RS x PR: Richa consegue ser pior avaliado que Sartori, segundo Paraná Pesquisas

O governador do Paraná Beto Richa (PSDB) conseguiu a proeza de terminar o ano de 2016 pior avaliado que seu colega Ivo Sartori (PMDB) do Rio Grande do Sul.

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Paraná se levanta hoje contra a criminosa venda da Copel e da Sanepar pelo tucano Beto Richa

estatais_richaA Assembleia Legislativa do Paraná será palco hoje, a partir das 14 horas, de uma nova batalha contra a venda da Copel (Companhia Paranaense de Energia) e da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná).

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Requião: Nazismo teve mais consideração com desempregados que o usurpador Temer

requiao_economiaO senador Roberto Requião (PMDB-PR), ao criticar o neoliberalismo econômico, em polêmico artigo, afirma que “o nazismo teve mais consideração com a população de desempregados do que nossos governos” — sobretudo em comparação do usurpador Michel Temer (PMDB).

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Beto Richa põe à venda estatais de água (Sanepar) e de energia (Copel) sem consultar a população

richa_requiao_tadeuO governador do Paraná Beto Richa (PSDB) segue a linha que o interino Michel Temer (PMDB) adotará caso seja confirmado o impeachment de Dilma Rousseff: privatizar, doar, vender todo o patrimônio público a preço de bananas; no caso paranaense, correm risco as estratégicas empresas de água e energia.

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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O tempo é o senhor da razão

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Em sua coluna desta segunda-feira, o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PMDB) fala da situação econômica do estado do Paraná. Ele cita a prestação de contas realizada na semana passada pelo secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, na Assembleia Legislativa, referente ao 3° quadrimestre de 2015. Segundo Romanelli, o governo acertou em promover o ajuste fiscal, mesmo com o alto custo político da ação, e agora o Paraná estaria colhendo os frutos. Segundo o deputado, o Paraná talvez seja o único estado da federação com capacidade de investimento e realização de obras nos municípios. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Coluna do Enio Verri: Uma agenda para a retomada do crescimento econômico com justiça social

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Em sua coluna nesta terça-feira (24), o deputado federal Enio Verri fala da crise econômica como uma oportunidade para se promover o ajuste e o equilíbrio fiscal. Para que seja retomado o crescimento e o desenvolvimento econômico, o Partido dos Trabalhadores aposta numa agenda para alterar o sistema tributário nacional, aumentando os impostos para as classes mais altas e reduzindo para as menos favorecidas. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Enio Verri*

Em um período de dificuldade econômica, imposta por uma crise internacional que abalou as economias de todo o mundo, adequações orçamentárias e estruturais deixam de ser apenas uma necessidade, como também, uma oportunidade de concluir reformas necessárias ao País.

Oportunidade de não só realizar ajustes fiscais, como também, de retomar o crescimento e o desenvolvimento com justiça tributária, reorganizando as responsabilidades e ônus de todos os setores da sociedade.

É nesse sentido que o Partido dos Trabalhadores promove a agenda para a retomada do desenvolvimento econômico com justiça social, reunindo propostas fiscais e não fiscais que readequam o sistema tributário nacional, aumentando os impostos para as classes mais altas e reduzindo para as menos abastadas.

Trata-se de um documento que não se orienta por velhas práticas ou senso comum, os quais defendem a redução da carga tributária de grandes empresas e instituições financeiras, enquanto aumenta os ônus dos simples cidadãos. Ao contrário, requer isenção e redução efetiva para as classes mais baixas e maiores responsabilidades aos mais ricos.

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UBES faz passeata com 7 mil estudantes pelo ‘Fora Cunha’, contra o golpe e ajuste fiscal

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A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) fez nesta sexta-feira (13), em Brasília, uma passeata com 7 mil estudantes. A manifestação realizada em conjunto com a Frente Brasil Popular pediu a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A passeata foi parte do 41º Congresso da UBES, que está acontecendo no Distrito Federal. Também teve como bandeiras o repúdio às tentativas de golpe contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) e críticas ao ajuste fiscal do que tem promovido cortes e a retirada de direitos.

“Essa é a juventude combativa, que está aqui para falar muito alto que esse Congresso não nos representa, para dizer que não queremos a redução da maioridade penal, não queremos o Estatuto da Família, não queremos o PL 5069 que penaliza as mulheres. Eles não passarão”, declarou a presidenta da UBES, Bárbara Melo, do alto do carro de som.

Na linha de frente do ato, caminhavam somente mulheres, representando a atual importância da afirmação de gênero no movimento estudantil, que tem presidentas em suas principais entidades.

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Educadores defendem continuidade do Programa de Iniciação à Docência

Dulcyene Maria Ribeiro, coordenadora Institucional do Pibid/Unioeste, professora de matemática na instituição, na linha de frente da luta pela manutenção e ampliação do programa de formação do corpo docente para a educação básica do Paraná, em relato especial para o Blog do Esmael, informa uma nova batalha hoje pela manhã, em Brasília, uma audiência pública na Câmara Federal que poderá definir o futuro do Pibid; abaixo, leia a íntegra do relatório.
Dulcyene Maria Ribeiro, coordenadora Institucional do Pibid/Unioeste, professora de matemática na instituição, na linha de frente da luta pela manutenção e ampliação do programa de formação do corpo docente para a educação básica do Paraná, em relato especial para o Blog do Esmael, informa uma nova batalha hoje pela manhã, em Brasília, uma audiência pública na Câmara Federal que poderá definir o futuro do Pibid; abaixo, leia a íntegra do relatório.
Uma Audiência Pública na Comissão de Educação da Câmara Federal na manhã desta quinta-feira, 15 de outubro, poderá selar o destino do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid).

O Pibid é uma iniciativa do governo federal para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica, e apesar de sua importância reconhecida para a formação de novos docentes está sofrendo cortes e corre o risco até de ser encerrado em função do ajuste fiscal.

No Paraná, são 16 instituições de ensino superior que participam do Programa. Nelas, o total de bolsistas antes dos cortes sofridos em julho de 2015, era de 6795. Cerca de 200 bolsas já foram cortadas. No estado, são 450 escolas públicas envolvidas diretamente com o Programa.

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Frente marcha sábado contra privatização da Copel e Sanepar

sanepar_petrobras_copelNo próximo sábado, dia 3 de outubro, às 10 horas, sindicatos de trabalhadores, partidos e movimentos sociais prometem tomar a Boca Maldita, em Curitiba, em protesto contra o golpismo, o ajuste fiscal do governo Dilma Rousseff (PT) e as privatizações da Copel e Sanepar pelo governo Beto Richa (PSDB).

A manifestação está sendo convocada sob a bandeira da “Frente Brasil Popular”, criada no começo deste mês, e aqui no Paraná deverá ser reforçada por outros fóruns do campo da esquerda a exemplo da “Frente Povo Sem Medo”.

O objetivo desses movimentos é barrar o avanço da direita e do neoliberalismo econômico levando a sociedade às ruas. A defesa da Petrobras, assim como das estatais paranaenses, também está no radar do protesto deste sábado.

A seguir, leia a íntegra do manifesto da Frente Brasil Popular

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Coluna da Gleisi Hoffmann: Dilma desagrada mercado porque mantém programas sociais

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Em sua coluna semanal, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) analisa os motivos da rejeição, por parte do “mercado”, para o pacote de ajuste fiscal implementado pela presidenta Dilma Rousseff (PT) visando superar a crise mundial. Gleisi conclui que o mercado esperava medidas mais duras com os mais pobres, que seriam cortes nos programas sociais do governo, e isso, segundo ela, Dilma não fez. Leia, comente e compartilhe o texto.

Gleisi Hoffmann*

Passamos a semana tentando entender as análises de economistas, articulistas de mercado, empresários, políticos, movimentos sociais, intelectuais de esquerda sobre o ajuste fiscal anunciado pelo governo da presidenta Dilma na segunda-feira passada.

Em comum, quase todos, sob sua perspectiva, criticaram o pacote; mas o mercado, este ente quase invisível, além das críticas mais fortes, externou decepção total.

Analistas esperavam um grande corte nas despesas, aquele chamado corte na carne, que para o mercado seria em cima de programas sociais, como bolsa família, programas de educação, saúde e assim por diante. É sempre assim, quando as coisas apertam, sobra para os mais fracos.

Entretanto, a presidenta Dilma não deixou isso acontecer. Primeiro porque o orçamento de despesas já sofreu um forte ajuste em 2015 e o orçamento de 2016, objeto do atual ajuste, foi feito com base em 2015, com os cortes já feitos.

Para se ter ideia do corte de despesas, vale lembrar que o orçamento de 2015 foi inferior em R$ 40 bilhões em relação ao de 2014. Além disso, está com R$ 80 bilhões contingenciados, sem execução. Por isso não é verdade que a proposta da presidenta é em cima do aumento da carga tributária. O ajuste começou no início deste ano, e foi pesado para as despesas, mas preservando os programas sociais mais estruturantes.

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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: “Fica Dilma, não vá pra casa!”

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Em sua coluna desta segunda-feira, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) analisa o momento político e a postura dos empresários que pedem a saída da presidenta Dilma Rousseff (PT) do cargo, como se essa fosse a solução para a crise. Além disso, segundo ele, parte da oposição está enebriada com a possibilidade de voltar ao poder antes de 2019 e por isso aposta no “quanto pior melhor”. Leia, ouça, comente e compartilhe!

Luiz Cláudio Romanelli*

“Eu vejo o futuro repetir o passado,
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para”
Cazuza

Participei na última sexta-feira (18), da posse do Edson Campagnolo, reeleito presidente da Fiep – a Federação das Indústrias do Paraná -, a quem agradeço o gentil convite. O que vi lá, entretanto, me leva a essa reflexão: há quatro anos, neste mesmo evento, a então ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), quase recebeu um “cetro de princesa”, tal foram os mimos e deferências a ela oferecidos.

Neste ano, para minha surpresa, a posse do presidente da Fiep transformou-se num ato contra os governos da presidente Dilma (PT) e do governador Beto Richa (PSDB). Campagnolo terminou sua fala com um inusitado pedido e brado: “vá pra casa Dilma!”. ‎

Se não estivéssemos na presença de homens e mulheres influentes e, presume-se, bem informados, dir-se-ia que foi um ato de voluntarismo de um diretório acadêmico. Não era o caso.

Ocupou o lugar da senadora, o senador Álvaro Dias, aliás, ressalte-se aqui a coerência com a posição que ocupa como líder da oposição no Senado.

Mas o que leva a uma postura tão distinta e tão surpreendente do dirigente da entidade máxima da indústria paranaense? O que deu lugar ao seu conhecido otimismo? Será que é mais fácil e cômodo simplesmente criticar em vez de adotar uma atitude colaborativa para superarmos os entraves e retomar o diálogo na busca novamente do crescimento econômico?

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Coluna do Alvaro Dias: O pacote de sacrifícios para o contribuinte

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Em sua coluna semanal, o senador Alvaro Dias (PSDB) comenta o novo pacote de ajuste fiscal do governo federal. Para ele, a presidenta Dilma Rousseff (PT) não sabia o que ocorria com as finanças do País e precisou ser “avisada” por uma agência internacional de que os problemas nas contas públicas eram e são muito graves. Leia, ouça, comente e compartilhe!

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Alvaro Dias*

O pacote de cortes e aumento de impostos anunciado pelos ministros da área econômica só reforça o quanto o governo do PT está caminhando para o descaminho do desgoverno e andando na contramão da realidade do País.

Ao que tudo indica, o governo não tinha noção das suas finanças internas e não sabia o que ocorria com as contas públicas do País. Foi preciso vir um alerta lá de fora, com o rebaixamento da nota do Brasil pela  Standard & Poor’s (S&P), para que as providências fossem adotadas. Se foi possível fazer cortes agora, por que o governo não cortou antes desse atestado de incompetência internacional?

Os cortes de R$ 26 bilhões no Orçamento da União contradizem todas as propostas feitas durante a campanha eleitoral e retiram recursos de áreas estratégicas, como a agricultura, que tem sustentado o pífio crescimento da economia brasileira. É uma decisão errática, porque o dinheiro investido na agricultura tem retorno garantido. É provável que as pedaladas fiscais, a que o governo vem recorrendo para maquiar as contas públicas, tenham comprometido também o caixa das instituições financeiras que financiam a agricultura no País.

Além de mexer com o campo, o governo também jogou um balde de água fria nas expectativas dos servidores públicos, que ficarão sem reajuste, e dos que almejam a estabilidade do serviço público, suspendendo os concursos.

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Dilma e ministros voltam a se reunir no Palácio da Alvorada

da Agência Brasil

Governo, Levy, bancos, velha mídia e oposição concordam com cortes nas áreas sociais, mas divergem sobre a profundidade na navalha.
Governo, Levy, bancos, velha mídia e oposição concordam com cortes nas áreas sociais, mas divergem sobre a profundidade da navalhada; senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Roberto Requião (PMDB-PR) forma núcleo nacionalista de resistência ao neoliberalismo econômico.

A presidenta Dilma Rousseff voltou a ser reunir hoje (13) com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante, no Palácio da Alvorada. Levy chegou por volta das 15h30 e ainda não deixou a residência oficial. Já Mercadante saiu do palácio por volta das 17h45. A assessoria de imprensa não confirma se outros ministros participam da reunião.

Também não foi divulgada a pauta do encontro, que ocorre em meio a discussões de medidas para demonstrar compromisso do governo com o corte de gastos, desde o rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P), na última quarta-feira (9).

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Mais ricos podem ser taxados em até 35% no Imposto de Renda

do Bloomberg, via Brasil 247

Levy_IRO governo da presidente Dilma Rousseff está estudando um aumento de imposto sobre os detentores dos maiores salários do Brasil entre as diversas opções para elevar as receitas e reduzir o déficit cada vez maior do orçamento, segundo um funcionário de sua equipe econômica que participa das discussões.

Segundo a proposta, o governo criaria uma nova alíquota fiscal com uma taxa de 32 a 35 por cento para aqueles que possuem os salários mais elevados, disse o funcionário, que pediu anonimato porque as discussões não são públicas. A taxa tributária do salário mais elevado é, atualmente, de 27,5 por cento para aqueles que recebem mais de R$ 4.665 (US$ 1.222) por mês.

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