Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

15 de fevereiro de 2018
por esmael
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Centrais sindicais prometem greve geral na semana que vem contra a reforma da previdência

As principais centrais sindicais — CUT, UGT, Força Sindical, CSB e Nova Central — prometem uma greve geral para parar o país nos próximos dias contra a reforma da previdência. Os trabalhadores no sistema de transporte público da cidade de São Paulo, por exemplo, já confirmaram adesão ao movimento paredista. Leia mais

11 de fevereiro de 2017
por esmael
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Aliados enxergam ‘fogo amigo’ contra ministro da Saúde e família Barros

O ministro da Saúde Ricardo Barros seria vítima de ‘fogo amigo’ disparado pela bancada do PP na Câmara e Palácio Iguaçu. É o que creem correligionários e aliados do pepista no Paraná, após analisarem as denúncias na Folha de S. Paulo sobre a compra de um terreno em Marialva (PR).

12 de abril de 2016
por esmael
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Governo negocia avulso com deputados do PP

O líder do PP na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), acabou de sair de uma reunião no Palácio do Planalto com o ministro da Secretaria Geral da República, Ricardo Berzoini. O parlamentar progressista estava acompanhado do colega Ricardo Barros (PR).

Ribeiro e Barros foram levar ao governo a decisão do partido pelo encaminhamento do “sim” em plenário, no próximo domingo (17), mas, contraditoriamente, informaram que não haverá retaliação aos deputados que votarem contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Dos 43 deputados do PP no exercício do mandato, os governistas contabilizam entre 15 e vinte votos contra o golpe.

O próprio Estadão, órgão de mídia alinhado ao golpe, estima que o governo poderá chegar a 213 votos em plenário.

“As contas mais reais, contudo, não chegam a 180, o que significa uma arriscada e estreita margem de segurança em uma votação tão importante. O voto aberto, em microfone, no plenário da Câmara, trabalha contra a presidente Dilma”, reconhece a publicação golpista.

São necessários apenas 172 votos para barrar a autorização para que o Senado abra o processo de afastamento da presidente da República.

Para a consumação do golpe, entretanto, a oposição precisará arregimentar 342 votos dos parlamentares — ou dois terços de 513 — um quórum matematicamente impossível de alcançar.