31 de janeiro de 2014
por esmael
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Denúncia contra Lupi expõe racha sobre o FGTS

via Coluna da EsplanadaA denúncia publicada em uma revista no último sábado de que uma empresária pagou R$ 200 mil de propina ao ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi, e na qual cita que o atual titular, Manoel Dias, “é nosso”, envolve muito mais que a acusação sobre um suposto esquema milionário de venda de registro sindical.

Nos bastidores, descerram-se as cortinas de algo maior dentro do ministério: a disputa pelo poder no Comitê do Fundo de Investimento do FGTS (Fundo de garantia do tempo de Serviço), com saldo de bilhões para investimentos.

Em entrevista, a empresária Ana Cristina Aquino disse que entregou dentro de uma bolsa Louis Vuitton a quantia ao próprio ministro. Ele nega e rebate que não há provas. Mas em uma outra frente, Ana Cristina envolve o advogado do PDT no Paraná, João Alberto Graça. Segundo Ana Cristina, ele se tornou sócio de sua empresa no Estado, de carretas “cegonha” para transporte de carros, a fim de abocanhar contrato com a Renault, recém-instalada na região; mas nada andou, e a empresa não saiu do papel.

à‰ nesse ponto que começa a encrenca, e aparece outra encrenca na esteira da denúncia. Não é apenas a acusação política. Há um jogo de interesses dentro do Comitê do Fundo de Investimento do FGTS. João Graça será (ou seria) o próximo presidente do comitê, com poder de caneta para direcionar investimentos do fundo. Mas agora é detonado por parte do conselho. Abriu-se, então, uma guerra entre dois grupos.

Um defende a posse de Graça na presidência, por direito de rodízio, como representante do governo. Outro o quer fora dali, e usa a denúncia da revista para extirpar do ministério a turma de Graça. Esse grupo quer indicar para o cargo o representante da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto.

E por trás dessa disputa de indicações, os objetivos de cada grupo: João Graça é contra a aplicação de R$ 9 bilhões do FGTS para a Petrobras no projeto do complexo Leia mais

30 de janeiro de 2014
por esmael
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Requião defende direito de resposta a Richa na Folha e Istoà‰; assista

O importante na vida e na política é a coerência, a lealdade e a fidelidade aos princípios. E que quero me solidarizar agora com o que está sofrendo o governador do Paraná, Alberto Richa. O seu governo está sendo acusado de forma duríssima primeiro pela revista Istoà‰. O seu governo, o seu irmão secretário de Estado, e o secretário do escritório lá de Brasília, acusados de terem recebido comissões, de terem facilitado incentivos fiscais para empresas numa forma absolutamente corrupta.

Assista ao vídeo:

Primeiro a Istoà‰. Agora a Folha de São Paulo. Não é possível no entanto que o governador do Paraná não tenha a oportunidade da ampla defesa. Não é possível que a Istoà‰ e a Folha de São Paulo não deem ao governador e aos acusados o direito ao contraditório para fazer a sua defesa no mesmo espaço em que surgiram as acusações.

O contraditório é a essência do processo democrático. Eu não estou falando no julgamento e nem no inquérito policial. O inquérito deve apurar a responsabilidade e o Judiciário punir se houver razão para isso. Mas o contraditório é essencial. Negar ao governador acusado de ladroagem o direito de defesa é como negar a uma pessoa acusada de corrupção em juízo o direito de contratar um advogado e entrar com uma petição estabelecendo a sua defesa.

O contraditório é a essência da democracia. E eu, vocês sabem, tenho um projeto restabelecendo no Brasil o direito ao contraditório que desapareceu com o fim da lei da imprensa !“ fim proporcionado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal !“ e este projeto de direito de resposta foi aprovado no plenário do Senado por unanimidade. E se encontra agora dormindo na Câmara Federal.

Na defesa do Beto, na defesa do direito democrático da resposta a qualquer cidadão brasileiro, eu espero que esta proposta que está dormindo na mesa da Câmara seja colocada em pauta e aprovada com a mesma unanimidade do Senado da República logo agora no início dos trabalhos.

Beto, eu acho que você está fazendo o pior governo da história do Paraná. Mas eu defendo intransigentement Leia mais

27 de janeiro de 2014
por esmael
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MP vai investigar irmão de Richa por receber propina

do Brasil 247

O Ministério Público do Paraná, através da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Curitiba, abriu, nesta segunda-feira (27), investigação para apurar o suposto recebimento de R$ 500 mil, como propina, por Pepe Richa, irmão do governador Beto Richa (PSDB), para facilitar a favorecer uma empresa em um negócio no Paraná; a empresária do ramo de transportes Ana Cristina Aquino disse que Pepe Richa recebeu a propina para facilitar um acordo entre uma das empresas dela !“ a AG Log !“ e a montadora Renault, que tem fábrica no Estado.

O Ministério Público do Paraná, através da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Curitiba, abriu, nesta segunda-feira (27), investigação para apurar o suposto recebimento de R$ 500 mil, como propina, por Pepe Richa, irmão do governador Beto Richa (PSDB), para facilitar a favorecer uma empresa em um negócio no Paraná; a empresária do ramo de transportes Ana Cristina Aquino disse que Pepe Richa recebeu a propina para facilitar um acordo entre uma das empresas dela !“ a AG Log !“ e a montadora Renault, que tem fábrica no Estado.

O Ministério Público do Paraná, através da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Curitiba, abriu, nesta segunda-feira (27), uma investigação para apurar o suposto recebimento de R$ 500 mil, como propina, por Pepe Richa, irmão do governador Beto Richa (PSDB), para facilitar e favorecer uma empresa em um negócio no Paraná. Pepe é secretário de Infraestrutura e Logística do Estado. O caso se tornou público em reportagem da revista Istoé desta semana.  ... 

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