17 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Derrotado nas urnas, Aécio está livre de explicações sobre aeroporto e suas rádios? Sim ou não?

DCM_Aecio_luciana.jpgpor Paulo Nogueira*, do DCM

O comportamento triunfal de Aécio na dupla derrota !“ perdeu o Brasil e Minas nas eleições !“ é uma aberração.

O que Aécio deveria fazer !“ além de dar expediente no Senado, coisa para a qual recebe um bom salário do contribuinte !“ é explicar tudo que ficou malcontado em sua campanha.

Primeiro, o aeroporto de Claudio. Não é porque a mídia o poupou, e as eleições passaram, que este caso está resolvido.

Não está.

Até aqui, ele não deu uma única explicação convincente. O máximo que fez, na campanha, foi chamar Luciana Genro de leviana quando ela tocou no assunto.

Outro ponto vital que exige transparência são os meios de comunicação de propriedade da família Neves em Minas.

Em si, é um absurdo um político ter rádios, o que aliás a Constituição !“ teoricamente !“ proíbe. Leia mais

21 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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MP abre ação contra Aécio no caso aeroporto de Cláudio (MG)

do Brasil 247
O Ministério Público Federal em Minas Gerais decidiu investigar se o ex-governador Aécio Neves (PSDB) cometeu improbidade administrativa ao utilizar R$ 14 milhões de recursos públicos para construir um aeroporto no município de Cláudio, interior do estado.

O aeródromo foi feito em uma área desapropriada que pertencia ao seu tio-avô. Segundo denúncia da Folha de S. Paulo, as chaves ficavam em poder dos familiares do tucano na região, que davam autorização para seu uso. O hoje candidato à  presidência nega qualquer irregularidade e defende que a obra beneficiou a população mineira.

A parte criminal de uma representação apresentada pelo PT contra Aécio foi arquivada no início do mês pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Ele enviou o restante da representação, no entanto, para Minas Gerais, a fim de que fosse investigado se houve crime de improbidade administrativa.

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3 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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André Vargas: “Se Aécio fosse do PT, já teriam pedido cassação”

do Brasil 247 O deputado federal André Vargas (sem partido-PR) considera seu caso !“ suspeita de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, alvo da Operação Lava Jato !“ “muito menos sério” do que o do candidato do PSDB, Aécio Neves, acusado de ter construído um aeroporto em propriedade que era de sua família, em Minas Gerais.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Vargas afirma ter sido forçado a se desfiliar do PT principalmente pelo presidente do partido, Rui Falcão. “Ele entendeu que eu estava criando um problema para a campanha da presidenta Dilma Rousseff e para as eleições nos Estados”, explicou.

Alvo de investigação no Conselho de à‰tica da Câmara dos Deputados, André Vargas voou em um jatinho pago pelo doleiro Youssef e é acusado de ter favorecido o doleiro com projetos no Ministério da Saúde, quando a pasta era comandada por Alexandre Padilha. Nessa semana, ele pode ver aprovado o pedido de cassação de seu mandato.

Vargas diz ser inocente e atribui sua suspensão da legenda à  “repercussão” do caso. “Luta política é assim. E o PSDB tem muito o que responder, não é? Viajar num avião de empresário é muito menos sério do que pegar dinheiro do povo e construir aeroporto na fazenda do tio”, criticou o parlamentar, lembrando que o senador àlvaro Dias (PSDB-PR) também voou no jatinho de Youssef em 1998.

Ainda sobre o presidenciável tucano, afirmou: “se Aécio fosse do PT, a oposição já teria pedido a cassação do mandato dele. E, do jeito que o PT é, teria entregue”. Vargas afirma, porém, que não pode culpar a oposição por ter pedido seu mandato. “A oposição fez o papel dela. Nós, do PT, é que não fizemos com a oposição o que era esperado”, disse.

O ex-petista mencionou que o partido também não pediu o mandato “dos tucanos que estão sendo investigados pelo negócio do cartel dos trens, em São Paulo”, por exemplo. No caso Youssef, Vargas acredita ter sido “vítima da pressa do PT”. “O PT poderia ter me dado um tempo para provar que não existia nada mais do que uma viagem de jatinho”.

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