3 de Março de 2015
por esmael
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Deputado pró-Richa leva “sapecada” no acampamento de professores; assista

Deputado Artagão Júnior, da Bancada do Camburão, foi expulso hoje do acampamento do "Sapecado" (antigo nome do município de Ivaiporã). Imagens/arte do blog Leitura de Conjuntura. Abaixo, assista ao vídeo.

Deputado Artagão Júnior, da Bancada do Camburão, foi expulso hoje do acampamento do “Sapecado” (antigo nome do município de Ivaiporã). Imagens/arte do blog Leitura de Conjuntura. Abaixo, assista ao vídeo.

O deputado estadual Artagão Júnior (PMDB), da bancada governista, foi vaiado hoje, em Curitiba, no acampamento “Sapecado”, onde professores e funcionários protestam contra o governador Beto Richa (PSDB). Leia mais

28 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Governador Beto Richa está espionando “professoras perigosas” em greve, revela Estadão

Acampamento de professores em frente ao Palácio Iguaçu, em Curitiba, está sendo espionado pela

Acampamento de professores em frente ao Palácio Iguaçu, em Curitiba, está sendo espionado pela “polícia política” do tucano Beto Richa. Professores e funcionários de escolas completam neste domingo 20 dias em greve. Segundo o governador paranaense, o temor é pela nacionalização do movimento contra o PSDB. Aécio Neves ligou para o correligionário de ninho para colher informações! sobre o movimento.

O governador Beto Richa (PSDB) resolveu partir para a baixaria contra os professores em greve no Paraná. Segundo revelou o Estadão, neste sábado (28), o tucano está espionando os grevistas acampados há 19 dias em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, em Curitiba. Leia mais

23 de Abril de 2014
por esmael
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Depois de 14 anos, educadores entram hoje em greve no Paraná

Cerca de 100 mil educadores entraram em greve nesta quarta-feira, dia 23 de abril, por tempo indeterminado, contra calotes do governo Beto Richa (PSDB) que vem descumprindo a Lei Nacional do Piso e acordos firmados com a APP-Sindicato.

A educação deverá paralisar atividades nas 2,1 mil escolas da rede pública no estado e, consequentemente, 2,3 milhões de alunos ficarão sem aula a partir de hoje. A última greve na educação ocorreu em 2000, há quatorze anos, ainda no governo Jaime Lerner (DEM).

Pela Fanpage do Blog do Esmael, no Facebook (clique aqui), o leitor poderá acompanhar online os detalhes do alvoroço paredista. Basta curtir e assinar o feed da página para receber as atualizações das notícias gratuitamente em seu navegador.

O primeiro dia de paralisação deverá ser tenso nas escolas e no Palácio Iguaçu que, a partir das 10 horas desta quarta, receberá um acampamento de professores e funcionários de escola grevistas. Também há guerra psicológica contra o magistério paranaense, que eu relato abaixo.

Em uma tentativa “desesperada” de desmobilizar a categoria, a Secretaria de Estado da Educação (SEED), em comunicado à s escolas, ameaçou ontem professores contratados em regime PSS e profissionais em estágio probatório “caso haja falta por mais de sete dias consecutivos”.

O sindicato promete levar o conteúdo do e-mail da SEED à s barras da Justiça, haja vista o direito de greve ser um direito consagrado aos trabalhadores pela Constituição Federal.

Um diretor de escola que pediu para não ser identificado comentou as ameaças do governo Richa:

“Não dá nem para acreditar, mas nos dias de hoje ainda estamos sendo acuados e ameaçados. Mal pude acreditar quando vi um e-mail que veio para a escola onde trabalho, cujo um dos conteúdos era com relação ao professor PSS, caso falte mais de sete dias consecutivos terá o contrato rescindido. No caso de quem estiver em estágio probatório um dos quesitos avaliados é assiduidade para que seja efetivado no cargo. O Estado usando a lei como lhe convém para coagir seus funcionários”, protestou o gestor.

Acerca da greve

O magistério deflagrou a greve porque o governo Beto Richa (PSDB) não cumpriu a palavra dada em negociações (a exemplo da não implementação dos 33% de hora-atividade no início do ano letivo de 2014) e adotou medidas que punem a categoria (como os descontos no auxílio-transporte).

Os educadores ainda cobram R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões não pagos e o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que prevê reajuste de 10,6% nos salários deste ano.

A seguir leia, os 13 pontos de pauta reivindicados pela APP-Sindicato:

1. 33% de hora-atividade – Nossa reivindicação histórica para a hora-atividade é de 50%. Queremos sua ampliação imediata para 33% e assim progressivamente. A hora-atividade tem que ser aplicada conforme a Lei 11.738/2008 (PSPN) a todos(as) os(as) professores(as) da rede, obedecendo a regulamentação da carreira de hora-aula de 50 minutos.

2. Piso Nacional – Este ano, foi anunciado, pelo Ministério da Educação (MEC), o índice de 8,32% de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A APP defende, porém, que o índice a ser aplicado seja o de 10,6%, defendido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

3. Reajuste dos(as) funcionários(as) – Queremos que o reajuste nos salários dos funcionários(as) de escola este ano seja conforme o índice do Piso Regional de 7,34%.

4. Pagamento de avanços em atraso – O governo deve mais de R$ 100 milhões aos(à s) professores(as) e funcionários(as) em promoções e progressões, em atraso há um ano e meio. Neste valor estão incluídos os atrasados do PDE.

5. Concurso público – A APP reivindica a realização de novos concursos públicos para professores(as) e funcionários(as). O objetivo é que seja suprida a necessidade real da rede

22 de Abril de 2014
por esmael
74 Comentários

Educadores terão “Diário de Greve” a partir desta 4!ª no Blog do Esmael

O Blog do Esmael disponibilizará à  comunidade escolar paranaense, a partir desta quarta-feira, dia 23 de abril, um inédito “Diário de Greve” dos cem mil educadores que vão paralisar suas atividades, por tempo indeterminado, nas 2,1 mil escolas da rede pública do estado.

O “Diário de Greve” do Blog do Esmael vai registrar desde o início todos os movimentos dos professores e funcionários que prometem acampar a partir de amanhã em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, no Centro Cívico, em Curitiba.

Pela Fanpage do Blog do Esmael, no Facebook (clique aqui), o leitor poderá acompanhar online os detalhes do alvoroço paredista. Basta curtir e assinar o feed da página para receber as atualizações das notícias gratuitamente em seu navegador.

Os educadores poderão manter linha direta com o Blog do Esmael, via e-mail (clique aqui) e demais redes sociais (veja ícones na página inicial do blog), enviando fotos, vídeos, curiosidades, enfim, informações direta do front grevista.

O Blog do Esmael, além de estar presente nas manifestações, fazendo a cobertura no chão da rua, também buscará nos gabinetes o andamento das negociações entre APP-Sindicato e governo do estado.

Acerca da greve

O magistério vai deflagrar a greve porque o governo Beto Richa (PSDB) não cumpriu a palavra dada em negociações (a exemplo da não implementação dos 33% de hora-atividade no início do ano letivo de 2014) e adotou medidas que punem a categoria (como os descontos no auxílio-transporte).

Os educadores ainda cobram R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões não pagos e o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que prevê reajuste de 10,6% nos salários deste ano.

A seguir leia, os 13 pontos de pauta reivindicados pela APP-Sindicato:

1. 33% de hora-atividade – Nossa reivindicação histórica para a hora-atividade é de 50%. Queremos sua ampliação imediata para 33% e assim progressivamente. A hora-atividade tem que ser aplicada conforme a Lei 11.738/2008 (PSPN) a todos(as) os(as) professores(as) da rede, obedecendo a regulamentação da carreira de hora-aula de 50 minutos.

2. Piso Nacional – Este ano, foi anunciado, pelo Ministério da Educação (MEC), o índice de 8,32% de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A APP defende, porém, que o índice a ser aplicado seja o de 10,6%, defendido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

3. Reajuste dos(as) funcionários(as) – Queremos que o reajuste nos salários dos funcionários(as) de escola este ano seja conforme o índice do Piso Regional de 7,34%.

4. Pagamento de avanços em atraso – O governo deve mais de R$ 100 milhões aos(à s) professores(as) e funcionários(as) em promoções e progressões, em atraso há um ano e meio. Neste valor estão incluídos os atrasados do PDE.

5. Concurso público – A APP reivindica a realização de novos concursos públicos para professores(as) e funcionários(as)