27 de agosto de 2018
por editor
Comentários desativados em Candidato do Itaú é “destaque” em pesquisa feita por banco

Candidato do Itaú é “destaque” em pesquisa feita por banco

Apesar da liderança absoluta de Lula com 35% das intenções de voto, o destaque da Revista Exame (da falida Editora Abril) é o “novo” João Amoêdo, que figura em sexto(!) em uma pesquisa do Banco BTG Pactual.  ... 

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20 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Adeus, Veja! Em artigo, Nassif explica como o discurso do ódio põe fim à Abril

Adeus, Veja! Em artigo, Nassif explica como o discurso do ódio põe fim à Abril

O jornalista Luís Nassif, em excelente artigo em seu blog, detalha os motivos que estão levando Veja à morte. Ele atribui o fim da Abril a erros estratégicos de Roberto Civita e ao discurso do ódio de um tipo de jornalismo de esgoto. ... 

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20 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Nassif denuncia “poder de chantagem” que Lava Jato conquistou contra adversários políticos até no Supremo

nassif_veja_moroO jornalista Luis Nassif, no portal GGN, se solidarizou com o ministro do STF Dias Toffoli que foi alvo do “poder de chantagem” que a Lava Jato conquistou em conluio com a mídia golpista. Leia mais

14 de março de 2015
por Esmael Morais
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SwissLeaks-HSBC fisga barões da mídia e revela jornalistas “dinheirudos”

do Brasil 247
O escândalo SwissLeaks, das contas numeradas secretas mantidas na Suíça, fisgou alguns dos mais poderosos barões da mídia brasileira, assim como influentes jornalistas da imprensa nacional.

Na lista vazada por Hervé Falciani, ex-funcionário do HSBC, estão nomes poderosos como Otávio Frias, fundador já falecido da Folha de S. Paulo, e João Jorge Saad, o Johnny Saad, dono do grupo Bandeirantes !“ ambos tinham contas zeradas em 2007, ano dos registros obtidos por Falciani. A conta de Otávio Frias, depois, passou a apontar seu filho Luís Frias, um dos donos do Uol, como beneficiário.

Outro personagem curioso que aparece na lista é José Roberto Guzzo, ex-diretor de Veja e Exame e hoje conselheiro editorial da Abril, além de um dos colunistas mais mal-humorados da imprensa brasileira.

A lista também fisgou Carlos Massa, o Ratinho, do SBT, com US$ 12,4 milhões, e Lily Marinho, viúva de Roberto Marinho, da Globo, com US$ 750,2 mil.

A maior soma na lista é a de Aloysio de Andrade Faria, dono da Rede Transamérica, com US$ 120,5 milhões. Depois dele, aparecem Yolanda Queiroz, Lenise Queiroz Rocha, Paula Frota Queiroz e Edson Queiroz Filho, do grupo Verdes Mares, afiliado da Globo no Ceará, com US$ 83,9 milhões. Fernando João Pereira dos Santos, da Rádio Tribuna, do Espírito Santo, mantinha US$ 9,9 milhões.

Além deles, aparece ainda Luiz Fernando Levy, que quebrou a Gazeta Mercantil, deixando um rastro de dívidas tributárias e trabalhistas.

Entre os jornalistas assalariados, além de Guzzo, destaque para Mona Dorf, ligada à  Rádio Eldorado, com US$ 310 mil. Arnaldo Bloch, colunista do Globo, também foi correntista do HSBC de Genebra, assim como a família Dines, que, à  época manteve US$ 1,3 milhão no banco suíço.

Todos os personagens citados alegam manter contas regulares e declaradas !“ o que deve ser verificado pela Receita Federal. A divulgação da lista de barões da mídia, no entanto, coloca em xeque o trabalho de Fernando Rodrigues, jornalista do Uol que foi escolhido pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos para receber o material. Não foi Rodrigues quem divulgou o nome de seu patrão, Luís Frias, mas sim os repórteres Chico Otávio, Cristina Tartáguila e Ruben Berta, do jornal O Globo.

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30 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Desafio de Berzoini é regular a mídia familiar. Terá colhão ou vai “afrouxar a tanga” nas Comunicações?

do Brasil 247
berzoini_midiaO novo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, assume o cargo em 1!º de janeiro com uma missão clara: avançar na regulação do setor de mídia no Brasil, enfrentando distorções históricas como a super concentração e a propriedade cruzada no setor.

Em razão desses dois fatores, além dos incentivos oficiais, ao longo do tempo, concedidos para a consolidação desse modelo, o Brasil produziu alguns clãs de poderosos bilionários. Os três irmãos Marinho, com quase US$ 10 bilhões cada um, segundo o último ranking da revista Forbes, são a ponta mais vistosa, na platinada TV Globo.

Mesmo em declínio, os irmãos Civita, da Editora Abril, também frequentam o clube dos bilionários em dólar. Com grande poder de influência, à  frente dos jornais Folha e Estado, os Frias e os Mesquista igualmente possuem vasta fortuna e nem querem ouvir falar em regulação. Leia mais

17 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
17 Comentários

Velha mídia decadente recebe mais verba de publicidade das estatais

verba_publicidade_estatais.jpgEm 13 anos, entre 2000 e 2013, os tradicionais grupos de comunicação familiares do país abocanharam nada mais nada menos que R$ 15,7 bilhões de empresas estatais controladas pelo governo federal. O levantamento é do jornal Folha de S. Paulo, edição desta quarta (17), que corrigiu os valores pelo IGP-M, índice de preços da Fundação Getúlio Vargas. ... 

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20 de abril de 2014
por Esmael Morais
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Diretor da Abril vê o mais “incompetente” governo em Dilma

do Brasil 247 O Brasil acabou. Está em petição de miséria, é um caso perdido e não terá solução, caso a presidente Dilma Rousseff seja reeleita. Esta é a visão do jornalista José Roberto Guzzo, que já dirigiu Veja e Exame, integra o conselho editorial da Abril sem ser da família Civita e cujas opiniões amargas se espraiam pelas revistas da casa editorial hoje comandada por Fábio Barbosa.

O governo Dilma, diz Guzzo, é o pior de todos da história do País. Pior do que o dos militares, que mataram e torturam, pior do que o de Fernando Collor, que terminou em impeachment, pior do que o de José Sarney, que teve hiperinflação, ou do que o de FHC, que levou o Brasil três vezes ao FMI. Muito pior também do que o de Campos Salles, que levou o Brasil à  crise do encilhamento.

Se não é esse o país ou o planeta em que você vive, tudo bem. Você está certo e Guzzo parece desesperado. O Brasil é hoje um país com pleno emprego, mais de US$ 375 bilhões em reservas internacionais, expansão da renda e com boa capacidade de atração de investimentos internos e internacionais.

A Abril, que contratou o consultor Vicente Falconi para cortar custos e já demite profissionais, inclusive em Veja, é que parece estar em petição de miséria (leia mais aqui).

Leia, abaixo, o artigo de Guzzo:

“A casa não pode cair”, por J.R. Guzzo

Todo brasileiro de olhos abertos para o que está acontecendo no país em geral, e na sua própria vida em particular, sabe muito bem que a coisa está preta.

Há mil e uma razões para isso, como se pode verificar todos os dias pelo noticiário; seria pretencioso, além de inútil, tentar fazer uma lista de todas.

Basta dizer, para encurtar o assunto, que, segundo as últimas pesquisas de opinião, mais de 70% da população acha que assim não vai, e quer mudanças na ação do governo como um todo.

Será que os brasileiros, finalmente, se convenceram de que estão sendo dirigidos por um dos governos mais incompetentes que já tiveram de aguentar !“ ou, possivelmente, o mais incompetente de todos?

Mais interessante ainda: a propaganda descomunal que o poder público soca todos os dias em cima da população e o uso sistemático da mentira talvez já não estejam dando os resultados que costumam dar.

A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, ameaça combater a corrupção na Petrobras, mas diz que os `inimigos da empresa` são os que sugeriram muda Leia mais

22 de março de 2014
por Esmael Morais
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Veja afrouxou o sutiã. ‘Fator Barbosa’ faz revista da Abril bater leve em Dilma

do Brasil 247 A revista Veja viveu, neste fim de semana, um dilema de Sofia: agir de acordo com os instintos mais primitivos de seus editores e bater duro na presidente Dilma Rousseff, em razão do caso Pasadena, ou seguir a razão e adotar uma postura mais cautelosa. Prevaleceu a segunda opção.

O motivo é um só: Fabio Barbosa. Assim como a presidente Dilma, o atual chefe da Editora Abril, que edita Veja, também foi integrante do conselho de administração da Petrobras na época em que se aprovou a compra da refinaria de Pasadena, no Texas. Barbosa, que era presidente do Santander, votou a favor da operação, como todos os demais conselheiros. Entre eles, nomes de peso no setor privado, como Jorge Gerdau e Claudio Haddad.

Talvez por isso, a capa da revista informe que a presidente Dilma fez “quase tudo certo” no caso Pasadena. A publicação lembra, ainda, que ela foi a primeira conselheira a levantar problemas na operação. Seu único erro teria sido não determinar a abertura de sindicâncias logo depois de sua posse como presidente da República !“ o diretor responsável pela operação Pasadena, Nestor Cerveró, só foi demitido da BR Distribuidora nesta sexta-feira.

O que não condiz com o tom da reportagem, de certa forma ameno para a presidente Dilma, é a capa, onde ela se afoga num mar de petróleo e até o subtítulo informa que ela sofre “por suas virtudes”. Veja, neste fim de semana, parece reconhecer que tanto a presidente Dilma como a atual presidente da Petrobras, Graça Foster, tentam combater o chamado loteamento político do governo e das estatais.

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21 de março de 2014
por Esmael Morais
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Veja essa: Chefe da Abril defende compra de Pasadena pela Petrobras

do Brasil 247
A operação de compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras, que vem causando tanta celeuma, acaba de ganhar mais um defensor. Ninguém menos que Fábio Barbosa, atual presidente da Editora Abril, que edita Veja e Exame, e ex-conselheiro da Petrobras, na época em que a operação foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, do qual também fazia parte a presidente Dilma Rousseff.

“A proposta de compra de Pasadena submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, da qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado”, disse Fábio Barbosa, que foi entrevistado pelo site de Veja.

Leia, abaixo, a reportagem postada pela versão eletrônica da revistas da Abril:

Conselheiros corroboram declaração de Dilma sobre Pasadena

O ex-diretor da área internacional, Nestor Ceveró. Segundo Haddad, ele fez apresentação consistente do negócio e recomendou sua aprovação (Estadão Conteúdo)

Depois de a presidente Dilma Rousseff declarar que a compra de uma participação na refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), foi aprovada no início de 2006 pelo Conselho de Administração da Petrobras, que ela chefiava, com base em relatório executivo que depois se demonstrou “incompleto” e “falho”, integrantes e ex-integrantes do conselho de administração da empresa corroboraram os argumentos da presidente.

O site de VEJA ouviu Fabio Barbosa, presidente da Editora Abril, que integrava o Conselho de Administração da Petrobras quando a compra da refinaria no Texas foi aprovada por unanimidade. Disse Barbosa: “A proposta de compra de Pasadena submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, da qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado.”

O ex-conselheiro Claudio Luiz Haddad, economista e empresário, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que o ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Ceveró, fez apresentação consistente do negócio e recomendou sua aprovação. Haddad também lembrou que as negociações foram assessoradas por uma instituição financeira, que deu aval à s condições de compra da refinaria. “O banco atestou que o preço se enquadrava à  prática do mercado, e as condições eram normais. Sendo uma apresentação consistente, não havia nada que oferec Leia mais

18 de março de 2014
por Esmael Morais
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Alberto Dines acusa: Veja cometeu crime de imprensa

do Brasil 247 A capa da última edição da revista Veja foi alvo de mais uma crítica, desta vez por parte do renomado jornalista Alberto Dines. Em artigo publicado no Observatório da Imprensa, ele diz que a publicação da Abril cometeu “abuso de poder, invasão da privacidade e, principalmente, um torpe atentado ao pudor e à  ética jornalística” no texto que aponta regalias a José Dirceu na prisão. Matéria tem “altas doses de rancor”, acrescenta. Leia abaixo:

Novo surto de vale-tudo
Por Alberto Dines em 18/03/2014 na edição 790

Na tarde de 12 de abril de 2011, em aula da primeira edição do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo, da ESPM-SP, Eurípedes Alcântara, diretor de Redação da Veja, na condição de professor-convidado, declarou, para espanto dos 35 alunos presentes: “Tratamos o governo Lula como um governo de exceção”. Na capa da última edição do semanário (n!º 2365, de 19/3/2014), o jornalista ofereceu trepidante exemplo da sua doutrina.

Para comprovar a ilegalidade das regalias que gozaria o ex-ministro José Dirceu no Complexo da Papuda, Veja cometeu ilegalidade ainda maior. Detentos não podem ser fotografados ou constrangidos, o ato configura abuso de poder, invasão da privacidade e, principalmente, um torpe atentado ao pudor e à  ética jornalística. Um bom advogado poderia até incriminar os responsáveis por formação de quadrilha ao confirmar-se que o autor da peça (o editor Rodrigo Rangel) não entrou na penitenciária e que alguém pagou uma boa grana aos funcionários pelas fotos e as, digamos, “informações”.

“Exclusivo !“ José Dirceu, a Vida na Cadeia” não é reportagem, é pura cascata: altas doses de rancor combinadas a igual quantidade de velhacaria em oito páginas artificialmente esticadas e marombadas. As duas únicas fotos de Dirceu (na capa e na abertura), feitas certamente com microcâmera, não comprovam regalia alguma.

Ao contrário: magro, rosto vincado, fortes olheiras, cabelo aparado, de branco como exige o regulamento carcerário, não parece um privilegiado. Se as picanhas, peixadas e hambúrgueres do McDonald’s supostamente servidos ao detento foram reais, Di Leia mais

15 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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Veja celebra prisão de petistas e sugere cadeia para todos; haverá mesma pressão contra tucanos?

do Brasil 247 Em 22 de novembro de 2000, uma reportagem de Alexandre Oltramari, em Veja (leia mais aqui), tratava do caixa dois da campanha à  reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1998. Citava pelo menos R$ 10 milhões não declarados, dos quais, a maior parte, de R$ 3 milhões, teria sido arrecadada por Andrea Matarazzo junto à  !“ adivinhem !“ Alstom, a multinacional francesa que protagoniza o escândalo do metrô paulista, que deu origem a investigações suíças que já bloquearam cerca de R$ 60 milhões em propinas. “Que teve, teve”, dizia Veja, sobre o “gravíssimo” caixa dois da campanha de FHC.

Nesta semana, 13 anos depois, na capa de Veja, o sol já nasce quadrado para José Genoino, José Dirceu e Delúbio Soares e o chamado “mensalão” é apresentado ao público como “o maior escândalo de corrupção da história”.

Certamente, de todos, foi o mais debatido, estudado e comentado. Mas, em relação à  dimensão, sempre haverá controvérsias. Basta lembrar que, na máfia dos fiscais de São Paulo, R$ 500 milhões em impostos foram desviados e apenas quatro fiscais conseguiram acumular um patrimônio imobiliário de R$ 80 milhões. No caso dos trens da Alstom e da Siemens, vale repetir que R$ 60 milhões em propinas para personagens secundários já foram bloqueados. No caso do “mensalão”, Genoino é apontado como um dos maiores corruptos do País, mas a acusação não fica de pé diante de sua vida quase monástica (leia aqui o texto de Eduardo Guimarães a respeito).

Seja como for, o julgamento da Ação Penal 470 se aproxima do fim e cada veículo de comunicação dará sua versão da história. Para Veja, é, foi e sempre será o maior escândalo de corrupção de todos os tempos !“ no Brasil e no mundo.

O editorial, no entanto, acende uma ponta de esperança. “Que seja só o começo”, diz a Carta ao Leitor. “O desfecho do escândalo do mensalão, com a ida para a prisão dos réus, não pode ser encarado como a vitória de um partido sobre o outro ou da oposição sobre o governo”, afirma o texto. “Assim, com certeza, a Justiça não precisará mais de oito longos anos para punir corruptos pegos em flagrante”.

A revista não cita o “mensalão mineiro” ou “mensalão tucano” nem o PSDB. Mas não custa lembrar que o caso de Minas Gerais, ocorrido na campanha de Eduardo Azeredo, em 1998, já completa 15 anos e ainda não foi julgado. Para um dos réus, Walfrido dos Mares Guia, até já prescreveu. No passado, Joaquim Barbosa lembrou que o caso não despertava o interesse dos meios de comunicação. Será que isso mudou vai mudar?

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