3 de maio de 2016
por admin
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O massacre de 29 de abril e o golpe institucional no Brasil

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Quais as ligações entre a violência do governador Beto Richa (PSDB) contra professores e servidores públicos do Paraná, materializada no massacre de 29 de abril de 2015; e o golpe contra a democracia em forma de impeachment que está em curso no País? Qual é a relação entre esses dois atos, além de serem duros golpes na classe trabalhadora? Leia no artigo de Marcio Kieller, secretario geral da Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT/PR), especial para o Blog do Esmael.   Leia mais

27 de abril de 2016
por admin
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“Abram os portões para a Educação”

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O dia 29 de abril de 2015 ficou marcado na história de Curitiba como o primeiro bombardeio que a cidade sofreu, com bombas sendo lançadas de helicópteros contra os professores. Foi um dia triste que agora completará um ano e está sendo relembrado para que não se repita. Parte desta memória está na coluna do ex-prefeito Rafael Greca (PMN). Greca lembra também de outra data triste para a Educação, o 30 de agosto de 1988. Na época ele era deputado estadual e abriu os portões da Assembleia para acolher feridos. Leia e ouça a seguir.  Leia mais

10 de maio de 2015
por esmael
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PSD orienta Sciarra a deixar “urgentemente” o governo Beto Richa

psd_psdbIntegrantes da direção estadual do PSD sugeriram ao chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, que entregue o cargo ao governador Beto Richa (PSDB). Os correligionários do pessedista temem que ele seja o próximo alvo de campanha de fritura, por causa do massacre dos professores, que levaram à demissão de Fernando Francischini (Segurança), Fernando Xavier (Educação) e César Kogut (PM).

Na Assembleia Legislativa, os dois principais deputados do partido — Chico Brasileiro e Ney Leprevost — já perfilam ao lado da oposição desde o início da legislatura em fevereiro. A bancada do PSD tem três parlamentares.

Nas redes sociais e no Centro Cívico, o chefe da Casa Civil já é “carinhosamente” chamado de Eduardo “Mete Bomba” Sciarra — em alusão à denúncia do deputado Tadeu Veneri (PT), líder da oposição, que da tribuna da Assembleia afirmou ter ouvido o secretário de Richa orientar “Mete mais bomba, mete mais bomba”.

No último dia 29 de abril, durante a votação no projeto que confisca a poupança previdenciária dos servidores, a PM atirou bombas, balas de borracha, gás lacrimogêneo e atiçou cães em manifestantes por mais de duas horas. Logo após o massacre, Beto Richa acusou professores e funcionários públicos de serem “black blocs”. Uma semana depois, arrependido, o tucano afirmou que foi “quem mais sofreu” com a surra nos educadores.

Pois bem, a cogitada saída de Sciarra do governo tem como objetivo 2018. “Mete Bomba” é lembrado para uma dobradinha, provavelmente na vice, com o senador Álvaro Dias (PSDB) visando o Palácio Iguaçu. Leia mais