Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

9 de julho de 2018
por esmael
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Bolsonaro criticou soltura de Lula, seu único “passaporte” para o 2º turno

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) jogou contra a própria meta ao criticar, neste domingo (8), a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Leia mais

25 de abril de 2018
por esmael
Comentários desativados em Há 54 anos… A mais longeva ditadura de nossa história

Há 54 anos… A mais longeva ditadura de nossa história

O jornalista Roberto Amaral compara o clima de hoje ao vivido nas vésperas do golpe de 1964, que dividiu o país e abriu espaço para a violência. “Antes da ruptura, a conflagração”, escreve. Leia mais

9 de março de 2018
por esmael
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A nova ‘ditabranda’ da Folha

A Folha está com saudades da ditadura que apoiou entre 1964 e 1985 e, por isso, retoma a ideia de uma nova ‘ditabranda’ em editorial nesta sexta (9). O jornalão paulistano crava no título “1964, o ano que não acabou” ao ironizar aqueles que denunciam o atual golpe de Estado. Leia mais

2 de setembro de 2016
por esmael
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Mídia repete 1964 e pede repressão a movimentos pelas Diretas Já

temer_repressaoOs jornalões Folha de S. Paulo e Estadão, em seus respectivos editoriais, nesta sexta (2), pedem que o interino Michel Temer (PMDB) reprima as manifestações pelo Fora Temer e por Diretas Já.

18 de março de 2015
por esmael
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Manfredini vê similaridade entre 15 de março e o “Cansei” de 2007. Com uma diferença: agora tem panelas!

manfredini_15marco.jpgO jornalista e escritor curitibano Luiz Manfredini, do PCdoB, em artigo especial para o Blog do Esmael, faz um paralelo das tentativas anteriores de mobilização da direita e o último protesto em 15 de março. Ele vê similaridade entre o movimento “Casei”, de 2007, e a marcha que pediu impeachment de Dilma no domingo em todo o país. Mas adverte: “É preciso levar a sério a trama da direita contra a democracia”. Abaixo, leia a íntegra do artigo.

Levar a sério a trama da direita

Luiz Manfredini*

As manifestações do último domingo, 15, reunindo centenas de milhares de pessoas em várias cidades do país, mas com maior impacto em São Paulo, não devem ser subestimadas. Convocadas por forças de direita e extrema-direita, partidos neoliberais, pelo conservadorismo mais retrógrado e sua área de influência, foram amplamente beneficiadas com um polpudo (e secreto) financiamento empresarial e com a adesão militante da grande mídia privada. Sem ilusões: o movimento expressou um acirramento da luta de classes em nosso país, em que a direita, pela primeira vez desde 1964, colocou massas expressivas na rua e parece disposta ao confronto.

Como afirma André Singer, em seu artigo “Tensão Democrática”, é possível que, a partir dessa grande articulação conservadora, com forte viés golpista (a marca registrada da direita tupiniquim), “a democracia brasileira, restabelecida nos anos 1980, passe a viver um inédito teste de estresse”. Singer prevê uma polarização no processo político brasileiro, em que “a uma manifestação seguirá, cedo ou tarde, uma contramanifestação, e assim por diante”. E mais: estima que o processo de luta seja longo.

Tentativas anteriores da direita, de articular-se num movimento de massas fracassaram. Em 2005, quando do (impropriamente) chamado mensalão, a ideia de impedir o então presidente Lula morreu na praia. Dois anos depois, o “Cansei”, patrocinado por “socialites”, esvaziou-se em algumas semanas. O movimento de junho de 2013, também se diluiu em pouco tempo. Agora, ao contrário, a direita colocou milhares nas ruas e promete mais.

1 de dezembro de 2014
por esmael
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Autópsia para determinar causa da morte de Jango é inconclusiva

da Agência Brasil

jango_comicio.jpgA autópsia dos restos mortais do ex-presidente João Goulart, morto há 38 anos na Argentina, não identificou a presença de medicamentos tóxicos ou veneno que pudessem ter causado a morte de Jango, como era conhecido. O laudo final da perícia dos restos mortais concluiu que o ex-presidente, deposto pela ditadura miliar, realmente pode ter sido vítima de um enfarte, como foi informado à  época por autoridades do regime militar, devido a histórico de cardiopatias.

A negativa da presença de medicamentos tóxicos ou veneno, no entanto, não significa que Jango não tenha sido assassinado. De acordo com peritos que participaram das investigações, as análises foram prejudicadas pela ação do tempo.

Do ponto de vista científico, as duas possibilidades [morte natural e envenenamento] se mantêm!, disse o perito cubano Jorge Perez, indicado pela família Goulart para participar das investigações. Foram investigadas 700 mil substâncias químicas, de um universo de mais de 5 milhões conhecidas.

28 de março de 2014
por esmael
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Lula sobre os 50 anos do golpe: “à‰ preciso garantir a democracia”; assista

do Brasil 247
Em um vídeo gravado pelos 50 anos do golpe militar de 64, o ex-presidente Lula reforça a importância da democracia e lembra que ela “não é nenhum pacto de silêncio”, mas um meio para que a sociedade saia à s ruas e reivindique seus direitos. Ele faz um alerta de que é preciso garantir a democracia. Desta forma, “este País será o que queremos”. Leia abaixo mensagem publicada pelo Instituto Lula nesta sexta-feira e assista ao vídeo:

“Este país será o que queremos se conseguirmos garantir a democracia”, diz Lula sobre golpe militar

São Paulo, 28 de março de 2014,

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou um vídeo sobre os 50 anos do golpe militar no Brasil. Em sua mensagem, ele lembra que que aquele momento histórico “suspendeu nosso regime democrático, revogou liberdades essenciais, prendeu milhares de militantes políticos e fez com que outros tantos tivessem que sair do país”.

Lula ressalta que as lembranças da ditadura devem servir para valorizarmos “ainda mais o período democrático que o Brasil vive hoje”. Apenas em períodos de democracia “trabalhadores, mulheres, todos os segmentos sociais podem chegar ao poder pois têm o pleno direito de expressão e manifestação”, afirma o ex-presidente.

O direito à  livre manifestação é enfatizado por Lula, que ressalta a importância da participação popular na democracia: “Apenas em uma democracia o povo pode ir à s ruas reivindicar seus direitos pois a democracia não é nenhum pacto de silêncio, é a sociedade em movimento buscando novas conquistas”.

“Devemos sim lembrar nosso passado, lamentar o período sombrio pelo qual passamos, mas sobretudo lutar a cada dia para ampliar a nossa democracia, incluindo cada vez mais gente e fazendo com que nosso sistema político represente cada vez melhor o povo brasileiro. (…) Este país será o país que queremos se conseguirmos garantir a democracia”, finaliza.