Requião rejeita acordo com deputados e Pessuti

Romanelli, Requião e Pessuti disputam a presidência do PMDB do Paraná.
O senador Roberto Requião lançou-se oficialmente, nesta segunda-feira (19), à  guerra pela presidência do PMDB do Paraná. Agendou 10 encontros regionais da legenda. Acredita que vai dar uma surra de cinta nos adversários internos. Seus correligionários mais otimistas projetam até 65% dos votos dos mil convencionais.

Bombeiros das três alas em litígio vêm tentando, sem sucesso, fazer uma chapa de unidade no PMDB. Requião rejeitou todos os acordos propostos. Afirma para quem quiser ouvir que, se eleito presidente do partido, vai fechar questão em todas as votações na Assembleia Legislativa para evitar negociatas!.

Quanto a Pessuti, o senador não quer nem ouvir falar. Acha que, a exemplo da bancada estadual, o ex-governador e ex-parceiro de palanque tem que se juntar à  turma de Beto Richa.

Requião está autoconfiante no confronto do próximo dia 15 de dezembro, por isso rejeita entendimentos. Tem certeza que se fizer qualquer gesto rumo ao deputado Luiz Cláudio Romanelli, ou a Pessuti, poderá ser interpretado como um acordo branco com o governador tucano.

No limite do recuo, para tirar Requião do jogo, Romanelli e Pessuti oferecem um tertius! para comandar o PMDB. Dois nomes são ventilados nos bastidores peemedebistas para a tarefa: Renato Adur e o deputado estadual Caito Quintana. O senador recusa ambos, pois acredita que foi ungido por Deus para apear o PSDB do Palácio Iguaçu.

Pelo sim pelo não, o velho guerreiro promete uma surra de cinta nos desafetos intestinais. Vende o sonho de devolver ao PMDB e aos peemedebistas o governo do Paraná.

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