Requião nega ter fumado cachimbo da paz com Índio: “não fumo nem cheiro”

Perguntado pelo Blog do Esmael se teria fumado o “cachimbo da paz” com Eunício Oliveira (PMDB-CE), o “Índio” das planilhas da Odebrecht, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) foi lacônico: “não fumo nem cheiro”.

Requião tenta uma candidatura alternativa à “Bancada da Odebrecht” cujos membros, muito provavelmente, tornar-se-ão réus da Lava Jato no Supremo em brevíssimo prazo.

Nesta quarta-feira (1º), o STF voltará a julgar o processo que pode impedir réus de ocuparem as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, cargos que estão na linha sucessória da Presidência da República.

Entretanto, o PT segue dividido entre apoiar uma eventual candidatura do senador paranaense e buscar algumas “boquinhas” com os golpistas na mesa diretora.

Requião encontrou-se ontem (30) à noite com “Índio” no jantar oferecido à bancada peemedebista pela senadora Kátia Abreu (PMDB-TO.

Por outro lado, nesta terça (31), em reunião na residência oficial do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) foi escolhido líder do partido sem anuência de Requião, Valdemir Moka (MS) e Simone Tebet (MT). O placar ficou em 16 a 3.

A eleição para a mesa do Senado será amanhã, dia 1º de fevereiro.

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