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‘Pato amarelo’, a grande baixa nos atos pró-Bolsonaro do dia 26

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O ‘pato amarelo’, símbolo da campanha pelo impeachment da presidente Dilma e da retirada dos direitos dos trabalhadores, será uma sentida ausência nas manifestações golpistas do próximo domingo (26). Personagem criado pelo baronato da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o “mascote golpista” vai continuar dormindo em seu berço esplêndido na avenida Paulista.

As federações empresariais e associações comerciais de todo o país não endossaram os atos convocados por Bolsonaro e suas claques fascistas. Apenas o baixo clero empresarial continua convocando as manifestações, empresários bolsonaristas como Luciano Hang, proprietário da Havan, e Oscar Marone, empresário da noite paulistana, dono da boate e casa de strip tease Bahamas.

O próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL) avisou na terça-feira (21) que não vai participar das manifestação e fez a mesma recomendação aos ministros.

Há atos previstos em pelo menos 60 cidades, em todas as capitais e no Distrito Federal. As bandeiras das manifestações golpistas defendem o enfrentamento ao “Centrão”, o estado policial da Lava Jato com o pacote anticrime de Moro, a criação da CPI da Lava Toga, além do impeachment de ministros do Supremo como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

As bancadas do PSL na Câmara dos Deputados e no Senado também se dividiram sobre as manifestações.

O presidente nacional do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), criticou como “sem sentido” as bandeiras levantadas pelos apoiadores extremistas de Bolsonaro.

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