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Oposição dá oxigênio para Bolsonaro com objetivo de segurar avanço de Moro; entenda por quê

A velha mídia corporativa e sua “terceira via” acreditam que foram engabelados pela esquerda e pela oposição em duas votações importantes no Senado da República:

1- André Mendonça
2 – PEC dos Precatórios

A Folha, por exemplo, atribui aos votos do PT a aprovação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF). O jornalão afirma que teve o dedo de Lula, após reunião com evangélicos, a confirmação do ex-advogado da União para a corte máxima.

André Mendonça parece ser “terrivelmente sabido”, não apenas evangélico.

O indicado para o Supremo tem relação de amizade com o ministro Dias Toffoli, que, certa feita, era próximo dos petistas.

Para a velha mídia, a oposição deu oxigênio para o presidente Jair Bolsonaro (PL) e, consequentemente, segura o avanço do ex-juiz suspeito Sergio Moro (Podemos) –que é persona non grata para a maioria no STF.

Fechando o repolho, os lavajatistas ainda colocam na conta do PT a aprovação da PEC dos Precatórios pelo Senado. Sim, os senadores petistas votaram a favor do calote nas dívidas do governo dentro de uma estratégia de manter vivo Bolsonaro na disputa de 2022.

Se perdesse uma da votações –ou André Mendonça ou PEC dos Precatórios– seria contada a versão de que o governo Bolsonaro “acabou” e que seria hora do “voto útil” na terceira via.

A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), até reclamou da bancada no Senado, mas o partido não irá punir os parlamentares.

Bolsonaro respira por aparelhos e depende do PT e da oposição para sobreviver até 2022.

Resumo da ópera: se vencer a eleição no ano que vem, Lula e o PT herdarão um ministro no Supremo.