Lava Jato criminaliza a política visando a inelegibilidade Lula

A força-tarefa esforça-se para ser percebida “imparcial” e que age dentro da “legalidade” ao autorizar a divulgação de vídeos contra os políticos brasileiros.

A propaganda política-ideológica da Lava Jato é pilotada pela velha mídia golpista, que, até agora, ainda segue protegida nas delações; também são blindados pela força-tarefa o sistema bancário e o judiciário.

Por ideologia entenda-se falsa representação da verdade.

Se o nível de corrupção e propina nas empreiteiras é escandaloso, imagine o caro leitor quando for aberta a caixa-preta dos bancos.

Embora desmoralize a quase todos os políticos, de todos os matizes ideológicos, a Lava Jato continua focada no objetivo principal de perseguir e prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A velha mídia golpista faz parte da estratégia de desmoralizar a política, atingir o moral dos trabalhadores – com uma possível prisão de seu líder maior – e dar vezo ao desmonte do Estado Social.

O instituto da abertura de inquérito pelo STF, STJ, JF, etc. contra agentes políticos, como ou sem mandato, mostrou-se fascistoide haja vista que a tática primeiro joga o nome do acusado na lama e ele que se vire para provar que é inocente.

O brasileiro em sã consciência não ficou nem um pouco feliz com a criminalização da política com as recentes e espetaculares delações da Odebrecht.

Ao acusar políticos como Aécio Neves (PSDB), FHC (PSDB), Lula (PT), José Sarney (PMDB), Collor de Mello (PTB) Lula (PT) e Dilma (PT), para ficar nos de mais visibilidade, não se aponta solução para a crise. Pelo Contrário. Agravam-se a insegurança jurídica e econômica do país. O desemprego dispara.

A Lava Jato vale-se do uso do lawfare para atingir seu objetivo político-ideológico, que é impedir a candidatura de Lula em 2018. Custe o que custar.

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Não estranhe, caro leitor, que a persecução penal avance mais um pouco contra petistas e agentes que, por um lado, defendem a Constituição Cidadã e, de outro, não dê em nada as ações abertas contra tucanos e assemelhados.

Ou seja, a persecução penal da Lava Jato pode desgraçar carreiras políticas e arrebentar a economia brasileira — a tal terra arrasada — para atingir apenas um cara: Lula, que, aos olhos da força-tarefa, não pode disputar 2018; se disputar, não pode vencer; se vencer, não pode assumir.

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