Joe Biden e Miguel Diáz-Canel

Joe Biden, presidente dos EUA, apoia insurreição contrarrevolucionária em Cuba

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu nesta segunda-feira (12/7) ao governo cubano que atendesse às demandas de milhares de cidadãos que tomaram as ruas no domingo (11/7) para protestar contra quedas de energia, falta de alimentos e uma preocupante falta de remédios.

“Apoiamos o povo cubano e seu clamor por liberdade”, disse Biden em um comunicado . “Os Estados Unidos conclamam o regime cubano a ouvir seu povo e a servir suas necessidades neste momento vital, em vez de enriquecer”, completou.

O que Joe não contou é que as dificuldades de Cuba ocorrem porque os EUA promovem um criminoso embargo comercial, econômico e financeiro à ilha.

As declarações de Biden se seguiram a um dia de manifestações em alguns pontos de Cuba, em Havana e San Antonio de los Baños, a 30 km da capital.

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O jornal New York Times registro que Cuba, um país conhecido por reprimir a dissidência, “cenas notáveis ​​surgiram em todo o país no domingo, com milhares de cubanos tomando as ruas em uma onda de protestos não vistos em quase 30 anos”.

Sem citar o bloqueio econômico americano, o Times disse que cubanos gritavam frases como “liberdade” e “as pessoas estão morrendo de fome”. Ainda segundo a publicação, os manifestantes derrubaram um carro da polícia em Cárdenas, 145 quilômetros a leste de Havana.

Apoiando-se em vídeos publicados na internet, o The New York Times disse que pessoas foram vistas saqueando em uma loja administrada pelo governo – “atos de desafio aberto em um país com uma longa e efetiva história de repressão repressiva a expressões de oposição.”

Os protestos em Cuba tem como base em fatos concretos, a falta de energia e dificuldades com a alimentação, fruto do embargo, no entanto, esse movimento contrarrevolucionário visa desestabilizar politicamente o governo Miguel Diáz-Canel Bermúdez.

O apoio de Biden à insurreição cubana é tão ridícula quanto alguém incentivar Donald Trump invadir a Casa Branca.

Abaixo, o bloqueio dos EUA a Cuba.