Delação da Odebrecht produz primeira baixa no governo Michel Temer

O assessor especial de Michel Temer — advogado José Yunes — é a primeira vítima oficial da delação da Odebrecht. O amigo do ilegítimo foi acusado pelo ex-executivo da empreiteira Cláudio Melo Filho de receber parte dos R$ 10 milhões em propina destinados ao PMDB.

Na semana passada, veio à tona que o delator repassou à Lava Jato informações sobre a entrega da propina ao amigo e assessor especial de Temer.

Yunes “pediu” demissão do cargo para tentar abafar o caso.

Nesta quarta (14) também surgiram “provas” que ligam a Odebrecht ao ilegítimo presidente da República.

Até agora vazaram apenas duas delações da empreiteira de Marcelo Odebrecht. Faltam ainda cerca de 70.

A situação de Michel Temer é muito grave. Gravíssima.

Na tumultuada sessão de ontem (13) no Senado Humberto Costa, líder do PT, previu que Temer não brincaria o Carnaval no cargo.

O petista parece ter sido muito otimista. Talvez o ilegítimo não consiga pular as sete ondas do mar no Ano Novo.

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