TSE vai regulamentar a federação partidária no início de dezembro; PSB, PCdoB e PT buscam entendimento para 2022

Ao vivo: De olho na federação, PCdoB inicia nesta sexta-feira plenária final do 15º Congresso; siga

O PCdoB lutou como um leão pela aprovação da federação partidária e, nas vésperas de 2022, agora articula executar a novidade política no País.

A legenda vermelha considera a federação uma inovação na política brasileira sem precedentes, no entanto, ainda procura parceiros para se federar.

Por ser uma união mais programática do pragmática, a tendência é que PCdoB, PSB, PDT e PSOL fiquem sob o guarda-chuva do “irmão maior” PT.

“Se bater na trave, podemos nos juntar com o Cidadania”, disse ao Blog do Esmael um dirigente do PCdoB.

Para os comunistas, o atual sistema eleitoral impõe uma concentração muito grande de partidos, criando uma espécie de congelamento do sistema partidário do jeito como está.

Segundo o PCdoB, a federação vai possibilitar a inovação na política, a renovação, ainda mais quando se trata de partidos ideológicos, programáticos.

Para o partido, a criação das federações significou uma vitória das forças democráticas, de respaldo à Constituição de 1988 que garante o pluralismo democrático no país.

O PCdoB considera as federações uma garantia ao pluralismo e à autonomia aos partidos, que poderão se aliar por questões programáticas, se assim desejarem. Para legenda, essa novidade vai inovar a política brasileira, aprimorar o sistema partidário e forçar convergências programáticas, melhorando a representação política nos parlamentos.

O Blog do Esmael também ouviu um dirigente do PT, que avalia como “favas contadas” se federar com PCdoB, PSB, PDT e PSOL.

Como diz o ditado: ‘Quando os dois querem, os dois tentam, os dois fazem acontecer. Os dois conseguem.’

Abertura da plenária final do 15º Congresso, às 15h50 [vídeo]

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