18 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lula Livre é defender a democracia e derrotar ‘estado policial lavajatista’

Lula Livre é defender a democracia e derrotar ‘estado policial lavajatista’

O Encontro Nacional Lula Livre realizado no último sábado, em São Paulo, além de ressignificar a campanha pela liberdade do ex-presidente, iniciou um processo de unidade das principais forças partidárias da esquerda, dos movimentos sociais e sindicais. ... 

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17 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Romanelli: Quem vai pagar o pacto?

Romanelli: Quem vai pagar o pacto?

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), ao discorrer sobre a reforma da previdência, problematiza a precarização ainda maior dos serviços públicos — promovida pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) — com a transferência total para iniciativa privada de empresas estratégicas para estados e municípios. Além disso, ele reclama a falta de um novo pacto federativo. ... 

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17 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi Hoffmann: o relançamento da Campanha Lula Livre

Gleisi Hoffmann: o relançamento da Campanha Lula Livre

A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), comunica o relançamento da Campanha Lula Livre e uma megamanifestação no dia 7 de abril, em Curitiba, quando se completará um ano da injusta prisão do ex-presidente Lula. ... 

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12 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Enio Verri: Condições não faltam, governador Ratinho

Enio Verri: Condições não faltam, governador Ratinho

O deputado Enio Verri (PT-PR) alertou o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), para que não cometa os mesmos erros cometidos pelo ex-governador Beto Richa (PSDB) que, para favorecer a especulação financeira, massacrou 300 servidores públicos. “Os [erros] contábeis estornam-se, compensam-se. Porém, os políticos são traumáticos e de difícil superação”, avisou. ... 

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10 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo Bolsonaro prepara ‘combo 3 em 1’ para acabar com os sindicatos

Governo Bolsonaro prepara ‘combo 3 em 1’ para acabar com os sindicatos


O ativista social Milton Alves escreve que o governo do presidente Jair Bolsonaro decidiu abrir uma guerra frontal com o movimento sindical. Com uma agenda ultraliberal, que retira direitos sociais e econômicos da classe trabalhadora, cuja a principal medida é a reforma da Previdência. “A dupla Bolsonaro/Guedes aponta uma pesada artilharia para a desarticular a estrutura sindical.” ... 

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10 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi: Os governos do PT foram momento de libertação para as mulheres

Gleisi: Os governos do PT foram momento de libertação para as mulheres

A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, assegura que os governos petistas foram momento de libertação para as mulheres por meio de políticas públicas. ... 

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10 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Campanha da fraternidade da igreja católica e políticas públicas

Campanha da fraternidade da igreja católica e políticas públicas

Para o deputado Luiz Claudio Romanelli, a campanha da fraternidade da igreja católica é oportuna porque o Congresso Nacional se prepara para votar a reforma da previdência que penaliza os mais pobres e os trabalhadores. ... 

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6 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro calculou ataque ao Carnaval, diz Cappelli

Bolsonaro calculou ataque ao Carnaval, diz Cappelli

O jornalista Ricardo Cappelli, destoando do senso comum, afirma que Jair Bolsonaro (PSL) calculou os ataques via Twitter contra o Carnaval para escapar às críticas e aos gritos como “Ei Bolsonaro, vai tomar no c…”. ... 

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28 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cappelli: Quem vai pegar a bandeira nacional?

Cappelli: Quem vai pegar a bandeira nacional?

O jornalista Ricardo Cappelli acredita que o desmonte do Estado vai recolocar a questão nacional no centro do jogo e abrir muitas contradições na sociedade. ... 

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26 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Deputado e indigenistas refutam resposta da Ituipu sobre situação dos índios Guarani

Deputado e indigenistas refutam resposta da Ituipu sobre situação dos índios Guarani

O deputado Enio Verri (PT-PR) publicou um artigo no Blog do Esmael, no dia 19 de fevereiro, falando da situação dos índios Avá-Guarani que vem sofrendo processos de reintegração de posse movidos pela Hidrelétrica Itaipu, no Oeste do Paraná. A gigante estatal respondeu prontamente com um artigo que foi publicado no Blog no mesmo dia 19. Mas a resposta da Itaipu não satisfez o parlamentar, nem alguns especialista da área, que se uniram para para fazer um tréplica ao texto da empresa. ... 

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19 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Enio Verri pede que Itaipu negocie com índios Avá-Guarani

Enio Verri pede que Itaipu negocie com índios Avá-Guarani

O deputado Enio Verri (PT-PR)  fala da situação dos índios Avá-Guarani que vem sofrendo processos de reintegração de posse movidos pela Hidrelétrica Itaipu no Oeste do Paraná. Enio conta um pouco da história desse povo sofrido e faz um apelo para que se estabeleça uma mesa de negociação. Leia o artigo a seguir. ... 

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18 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro demitiu Bebianno, e agora? Leia a análise de Ricardo Cappelli

Bolsonaro demitiu Bebianno, e agora? Leia a análise de Ricardo Cappelli

O jornalista Ricardo Cappelli, em artigo especial, afirma que o presidente “[Jair] Bolsonaro parece morder a mesma isca da petista [Dilma Rousseff]” ao demitir o ministro Gustavo Bebianno para agradar a mídia. ... 

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4 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi detona a velha política de Bolsonaro; leia a íntegra

Gleisi detona a velha política de Bolsonaro; leia a íntegra

A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), em artigo especial, detona a velha política reinserida no Congresso Nacional por obra de Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados militares e a antiga Arena (agora DEM). ... 

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1 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Procuradores da Lava Jato criticam presidente do STJ por decisão que soltou Beto Richa

Procuradores da Lava Jato criticam presidente do STJ por decisão que soltou Beto Richa

Em nota divulgada na trade desta sexta-feira (1), os membros da força-tarefa Lava Jato no Ministério Público Federal, no Paraná (MPF/PR), criticaram a decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, que soltou o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB).  ... 

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29 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro é um governo pró-miséria

Bolsonaro é um governo pró-miséria

O deputado Enio Verri (PT-PR) não tem dúvidas que Jair Bolsonaro inicia um governo claramente contra o Brasil e sua população historicamente sem voz, qual seja, é contra os mais pobres. ... 

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27 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi afirma que país é agredido por mentiras e está acuado por milícias

Gleisi afirma que país é agredido por mentiras e está acuado por milícias

A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, produziu um dos mais virulentos artigos contra Jair Bolsonaro e seu clã e, por tabela, sobrou também para Sérgio Moro. ... 

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25 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Reinaldo Azevedo: Sérgio Moro está virando suco

Reinaldo Azevedo: Sérgio Moro está virando suco

O jornalista Reinaldo Azevedo defendeu nesta sexta-feira (25), em sua coluna na Folha, a renúncia do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) como forma de preservar o governo de seu pai e disparou contra o ministro da Justiça, Sérgio Moro.  ... 

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13 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi Hoffmann: A quem interessa uma intervenção na Venezuela?

Gleisi Hoffmann: A quem interessa uma intervenção na Venezuela?

A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, faz pertinente pergunta — ‘A quem interessa uma intervenção na Venezuela?’ — e aponta como reposta Donald Trump e o subserviente Jair Bolsonaro.

A quem interessa uma intervenção na Venezuela? ... 

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3 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cappelli: esquerda e Bolsonaro podem apoiar reeleição de Maia

Cappelli: esquerda e Bolsonaro podem apoiar reeleição de Maia

O jornalista Ricardo Cappelli enxerga como ‘inteligente’ o movimento de Jair Bolsonaro — e do PSL — pela reeleição de Rodrigo Maia na Câmara. O articulista ainda vislumbra chapa de consenso com a esquerda. Por fim, Cappelli elogia: “O Capitão demonstra que sua ‘maluquice pode não ser tão maluca assim'”.

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2 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Milton Alves vê traços ‘bonapartistas e autoritários’ em Bolsonaro

Milton Alves vê traços ‘bonapartistas e autoritários’ em Bolsonaro

O ativista social Milton Alves, filiado ao PT de Curitiba, após analisar o discurso de posse, vê ‘traços bonapartistas e autoritários’ em Jair Bolsonaro (PSL).

Resistência ativa para derrotar o governo Bolsonaro, de neoliberais, generais e tribunais! Por Lula Livre!

Milton Alves*

Em artigo publicado em 4 de novembro, uma semana depois do resultado do segundo turno, escrevi sobre a necessidade de um eixo tático de resistência que agrupasse a esquerda em torno da palavra de ordem ‘Por Lula Livre’. Republico o texto novamente acrescentando, porém, duas notas: uma sobre a decisão do PT , PSOL e frações do PCdoB de não participar da solenidade de posse do governo Bolsonaro. A segunda, com base nos discursos de posse e das primeiras medidas anunciadas pelo novo governo, acerca do tipo e do caráter da oposição que o PT e a esquerda devem construir a partir da nova conjuntura política pós-eleições.

O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) acertaram politicamente quando decidiram não participar da solenidade de posse do novo governo no Congresso Nacional. O show de horrores e as provocações de Bolsonaro explicitaram, mais uma vez, que está em curso uma tentativa de mudança de regime, um novo modo de governar com traços bonapartistas e autoritários. Um regime de democracia limitada e tutelada pelo alto comando das Forças Armadas (FFAA). Além do ultraliberalismo entreguista na economia e do esmagamento dos direitos sociais e econômicos dos trabalhadores e dos pobres.

Desde o golpe, via impeachment, que derrubou o governo da presidente Dilma Rousseff segue uma disputa polarizada na sociedade brasileira centrada em duas narrativas básicas que disputam os rumos políticos do país, os corações e as mentes dos brasileiros. A polarização é um fato objetivo e segue ditando o comportamento dos atores políticos decisivos e do conjunto de classes e categorias sociais.

A prisão política de Lula e a vitória eleitoral de Bolsonaro são faces do mesmo e único processo. Se temos essa compreensão de conjunto, a questão nos remete, inevitavelmente, para a natureza do combate político que deveremos travar contra o governo dos neoliberais, generais e tribunais.

Logo, as altissonantes proclamações por frentes amplas e de união da esquerda com o centro tem pouca valia, se não identificarmos quem serão os nossos aliados fundamentais e as forças motrizes e centrais para derrotar o projeto dominante em curso.

Somente uma resistência ativa e de massas, impulsionada a partir das bases sociais dos trabalhadores organizados, do precariado dos grandes centros urbanos, da juventude e das camadas médias profissionais -, será capaz de criar uma muralha política para derrotar o projeto da extrema-direita. Sem essa base social mobilizada e em luta por um projeto alternativo, a esquerda será cada vez mais batida e isolada.

O maior desafio, portanto, é como vamos atrair, reunir e mobilizar esses setores e segmentos sociais para uma efetiva e sólida resistência: a forma e o conteúdo político ganham importância nesse novo cenário. Ao mesmo tempo, as dificuldades que se apresentam são imensas: os sindicatos e centrais seguem distantes dos trabalhadores na base; as organizações estudantis tradicionais estão esvaziadas e sem poder de mobilização; as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo ainda operam no circuito restrito das camadas mais mobilizadas de ativistas sociais. MST e MTST ameaçados de criminalização. Ou seja, a esquerda precisa reinventar novas formas organizativas de protesto social, explorar com habilidade e inteligência os novos recursos de mobilização social aberto pelas redes sociais (os “coletes amarelos” da França, são um exemplo positivo nesse sentido).

Nesse sentido, para romper o círculo de ferro imposto pela extrema-direita, que compõe o núcleo duro do novo governo, a esquerda vai precisar agir com mais audácia política, com mais vigor militante e assertividade organizativa, fortalecendo as ações extra-parlamentares, de rua – atuando de fora para dentro das atuais instituições – tensionando no limite a legalidade institucional do novo bloco dominante, das instituições parlamentares e dos tribunais.

É uma rota de acumulação de forças, que demarca com qualquer tentativa de acomodação e adaptação ao governo da extrema-direita.

Serão tempos de sangue, suor e lágrimas…

*****

A seguir artigo publicado em 04 de novembro:

Ainda estão crepitando as brasas da disputa eleitoral encerrada no último domingo (28), que, segundo os analistas políticos, foi a eleição presidencial mais polarizada na história do País. Grosso modo, dois projetos se defrontaram nas urnas, nas ruas e redes sociais. A vitória do candidato da extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL), encerra um ciclo político iniciado com o processo de redemocratização, que aposentou os governos da ditadura e formulou o pacto político e social da Constituinte de 1988.

Aqui neste breve texto, o objetivo não é a realização de nenhum exame das causas da derrota do projeto democrático e popular, representado pelo candidato do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad, mas, sim, prospectar os caminhos da necessária e inevitável resistência popular.

A vitória de Jair Bolsonaro (PSL), candidato de uma coalização de setores empresariais, banqueiros, militares, de segmentos do aparelho judiciário, do agronegócio mais reacionário, igrejas pentecostais e de grupelhos neofascistas, alcançando 57, 7 milhões de votos (55,13% dos votos válidos) contra 47,03 milhões (44,87%) de Fernando Haddad (PT), abre uma etapa de novos desafios políticos para a esquerda e redesenha o mapa da correlação de forças no país. Candidatos conservadores também venceram as eleições para os governos estaduais de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Ou seja, uma nova situação que vai exigir do conjunto da esquerda, em particular do PT, um esforço para a construção de uma frente política de resistência ao novo governo, tendo como núcleo central os partidos de esquerda e os movimentos sociais, para impulsionar uma potente oposição de caráter popular, construída pela base e unificada na defesa dos trabalhadores e dos pobres, da democracia, dos direitos sociais e da soberania nacional.

Nesse contexto, a retomada com todo vigor da campanha nacional e internacional por “Lula Livre” é um dos eixos centrais do combate ao governo autoritário, ainda mais agora com a nomeação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça. Além disso, avulta a luta em defesa das liberdades democráticas e da soberania nacional. O que demanda também o debate mais aprofundado na esquerda da palavra de ordem de convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte – bandeira demonizada pela direita e a mídia monopolizada.

Por último, a experiência de toda uma geração de militantes da esquerda, incluindo os petistas, se deu num quadro de ascenso de massas, de grandes mobilizações populares, de vitórias eleitorais e de ocupação de espaços no aparelho de Estado em diversos níveis. Mesmo durante o período de hegemonia neoliberal dos governos de FHC, a luta social avançou e o PT se fortaleceu, acumulando sempre mais força. Porém, a situação mudou de qualidade. Há uma evidente defensiva entre as camadas de trabalhadores organizados, a classe média se deslocou para o conservadorismo e temos um cenário internacional e latino-americano de avanço da direita.

É nessa conjuntura adversa que estamos chamados a travar o combate em defesa de nosso projeto civilizatório de nação, com audácia, resiliência e com o otimismo da esperança.

Resistir é o primeiro passo…

*Milton Alves é ativista político em Curitiba e filiado ao PT. (

Artigo publicado originalmente no Blog do Esmael ... 

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