Bolsonaro faz discurso de ódio e de desinformação em Curitiba; assista ao vídeo

O presidente cessante Jair Bolsonaro (PL), em Curitiba, fez discurso de ódio e de desinformação na tradicional Boca Maldita, nesta quarta-feira (31/08).

Ao lado do governador Ratinho Junior (PSD), Bolsonaro atacou o ex-presidente Lula (PT) dizendo que se o petista voltar à capital paranaense será preso novamente.

– Tem ladrão querendo voltar à cena do crime. Aqui não é terra de ladrão, mas lugar de gente de bem – disse Bolsonaro, se referindo a Lula, seguido de grito de guerra dos bolsonaristas: “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão!

O governador Ratinho Junior riu da zombaria contra o ex-presidente Lula em praça pública.

Lula também realizará comício, ao lado de Roberto Requião, candidato ao governo do estado, no próximo dia 17 de setembro no mesmo local – a Boca Maldita, que fica na Rua XV de Novembro, no centro da cidade.

Economia

Bolsonaro ainda disparou contra o perigo do comunista, condenou o aborto e desinformou seu público ao jurar que há 3 anos e meio não existe corrupção no governo.

No entanto, o inquilino do Palácio do Planalto desconsiderou as denúncia de corrupção no MEC, das vacinas e de “rachadinhas” envolvendo o clã Bolsonaro – dentre outros escândalos capazes de levantar até os cabelos do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Jair Bolsonaro também teceu elogios à suposta economia “em alta”, “inflação para baixo”, e o desemprego “em baixa”.

O diabo é que na região central onde Bolsonaro e Ratinho fazem comício, ontem mesmo, camelôs disputaram ponto de venda de mercadorias na faca. Três ficaram feridos e oito foram presos pela PM.

Tal incidente na capital parnaaense, na região da Boca Maldita, mostra que prevalece o desemprego e o trabalho informal, sem carteira assinada, e sem direito algum. O desespero e a fome está levando essas pessoas a se agredirem mutuamente.

Blog do Esmael, notícias verdadeiras.

Assista a íntegra do discurso de Bolsonaro em Curitiba:

Bolsonaro agride Lula em Curitiba, distribui ódio e desinformações.

LEIA TAMBÉM