Bolsonaro “esquece” Ratinho Junior indicando crise no palanque do Paraná

A passagem do presidente cessante Jair Bolsonaro (PL) por Curitiba, na Marcha para Jesus, foi para lá de sinistra.

Primeiramente, os organizadores prometeram 300 mil pessoas nas ruas, mas somente 20 mil compareceram na Praça Santos Andrade (UFPR).

O discurso foi um desastre, que deixou os curitibanos com a sensação de que um cavalo batizado assumiu a Presidência da República. Um horror.

Depois, o governador também cessante Ratinho Junior (PSD) não quis subir no palanque ao lado de seu “crush” durante o evento com os evangélicos.

Ratinho preferiu os eventos fechados, escondidos, a desfilar em público com Bolsonaro.

Comeram pizza na noite de sexta e se encontraram com líderes religiosos com as portas fechadas na manhã de sábado.

As pesquisas qualitativas pedem para que Ratinho Junior esconda Jair Messias Bolsonaro.

Por outro lado, Bolsonaro exige fidelidade e o nome do deputado Paulo Martins (PL) ao Senado – contra a permanência de Alvaro Dias (PODE). Isso indica uma crise no palanque “BolsoRato”.

Em síntese, ainda pode dar chabu no palanque de Ratinho Junior e de Bolsonaro no Paraná.

Prova disso foi o “esquecimento” do Palácio do Planalto – ‘sem querer, querendo’ – que não citou o governador do estado, Ratinho Junior, numa postagem nas redes sociais.

– O Presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de autoridades, participou, nesse sábado (21), da Marcha para Jesus. Com o tema “A Alegria do Senhor é a Nossa Força”, o evento foi organizado pelo Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná (Comep) com o apoio da Prefeitura de Curitiba p diz a publicação, sem citar Ratinho Junior.

A política também é feita de gestos.

Esse “esquecimento” foi sucedido de um forte “cheiro de enxofre” nos arredores do Palácio Iguaçu – sede do governo estadual do Paraná.

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