Bolsonaro e Moro valem menos do que acreditam valer, mas na essência eles têm o mesmo valor
A TV Globo reclama que Bolsonaro é caro demais para o país quando exibe ‘seletivamente’ que o presidente gastou R$ 900 mil nas férias em janeiro.
O Podemos também reclama que o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro custa caro para o partido e que o pré-candidato consome a maior parte do fundo partidário.
O povo e as forças vivas da sociedade chamam Bolsonaro de ‘BolsoCaro’ por causa da carestia, da fome e do desemprego.
‘MoroCaro’ é como o ex-juiz da Lava Jato é chamado por deputados que querem se livrar dele na agremiação.
Se Podemos quase grita ‘Fora, MoroCaro’, outras legendas querem distância de Sergio Moro.
O União Brasil, antigo DEM, por exemplo, busca distância regulamentar do ex-juiz sem-voto.
Sergio Moro virou o ‘marrequinho feio’ porque começou a derreter nas pesquisas de intenção de votos. Ele já foi ultrapassado pelo ex-governador Ciro Gomes.
No Podemos, além da contrariedade de deputados, o senador Alvaro Dias vê seus interesses contrariados pela periclitante candidatura de Moro ao Palácio do Planalto.
Os projetos de Alvaro e Moro entraram contradição porque a mosca azul teria picado o ex-juiz, quando este deveria auxiliar a reeleição do senador. Era o combinado.
O fato é que ‘BolsoCaro’ e ‘MoroCaro’ valem menos do que acreditam valer, mas na essência eles têm o mesmo valor.