A Lava Jato virou uma novela chata

A morte do ministro do Supremo Teori Zavascki definitivamente conseguiu estancar a sangria na Lava Jato.

A força-tarefa liderada pelo juiz Sérgio Moro virou uma novela com nuances de sessão pastelão.

Carmén Lúcia, presidenta do STF, promete homologar as delações da Odebrecht (por que já não o fez?) e escolher o novo relator da Lava Jato por sorteio no plenário da corte. Isto é, 10 ministros irão participar da repescagem.

Além de chata, a Lava Jato virou uma novela depressiva e cara demais ao país.

A caça às bruxas dos “justiceiros” detonou mais de 1,3 milhão de empregos somente em 2016.

A perspectiva é que a coisa piore ainda mais este ano elevando o Brasil ao patamar de nação que mais desemprega no mundo, de acordo com a OIT, respondendo por 33% do “estoque de mão de obra” de todo o planeta.

Os mais atingidos e os que mais sofrem com a crise provocada pela Lava Jato são os pobres, somente os pobres, e ninguém mais que os pobres.

Projeta-se na novela Lava Jato um final feliz (se houver final para essa joça) para “Índio”, “Justiça”, “Vampiro”, etc; e um “fim” trágico para os pobres.

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