Deputado federal Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) se reúne com o jornalista bolsonarista Oswaldo Eustáquio, em São Paulo, para formar a “Coalizão Conservadora” contra a esquerda e o centro nas eleições de 2022.

‘Vou arrebentar Moro na campanha’, promete bolsonarista Oswaldo Eustáquio

O jornalista bolsonarista Oswaldo Eustáquio, que se filiou ao PMN para concorrer ao Senado por São Paulo, prometeu arrebentar o ex-juiz suspeito Sergio Moro na campanha eleitoral de 2022.

‘Vou arrebentar Moro na campanha’, disse Eustáquio ao Blog do Esmael ao responder sobre a possibilidade do ex-juiz suspeito também disputar o Senado pelo estado de São Paulo.

A pedido do presidente Jair Bolsonaro (PL), Oswaldo Eustáquio foi destacado para formar uma “Coalizão Conservadora” para combater a esquerda e o centro em São Paulo. Dentre os alvos dos conservadores estão os pré-candidatos ao governo paulista Guilherme Boulos (PSOL), Fernando Haddad (PT), Eduardo Suplicy (PT) e João Doria (PSDB).

Segundo o jornalista bolsonarista, a coalizão de direita paulista vai reunir o deputado federal Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) e o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, bem como os partidos PMN e PRTB –agremiação do vice-presidente Hamilton Mourão.

“Ele eu arrebento. Moro é cilada por que é pior que a esquerda”, avaliou Eustáquio.

Para o bolsonarista do PMN, o projeto eleitoral Sergio Moro visa dividir a direita e os conservadores porque ele não consegue um único voto no eleitorado do centro ou da esquerda. “Vou arrebentar Moro na campanha”, prometeu Oswaldo Eustáquio, que se mudou para São Paulo desde que retornou do autoexílio no México.

New York Times citou príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança em conspiração com Trump

Um longa reportagem do jornal americano The New York Times, maior jornal do mundo, citou na sexta-feira (12/11) o deputado federal Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança numa conspiração internacional envolvendo o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump. De acordo com a publicação, a ideia seria Jair Bolsonaro não reconhecer o resultado das urnas nas eleições de 2022, caso o presidente não seja reeleito. O “monarca” brasileiro estaria por trás do financiamento de uma empresa de redes sociais.