Notícias da Covid: Médica Ludhmila Hajjar recomenda suspender festas de Carnaval em 2022

Notícias da Covid: Médica Ludhmila Hajjar recomenda suspender festas de Carnaval em 2022

Ludhmila Hajjar, a médica que não quis ser ministra, recomenda fortemente que o Brasil não realize as festas de Carnaval em 2022 por conta do avanço da pandemia de Covid-19 no mundo.

Segundo a médica, também é fundamental que os brasileiros continuem usando as máscaras e reforçando as doses de vacina.

Ludhmila avalia que novas medidas para conter a doença são necessárias, como a exigência do “passaporte da vacina” para entrar em alguns estabelecimentos e eventos com aglomeração de público.

A quarta onda de covid na Europa, sobretudo na Alemanha, teria relação à estagnação da vacinação. Cerca de 30% da população nos países europeus se insurgiu contra a imunização, bem como abriram as fronteiras e, consequentemente, facilitou a circulação da variante do vírus Delta.

Para a especialista, as autoridades sanitárias brasileiras estão errando ao flexibilizar o uso de máscara, realização do Carnaval e não exigência do passaporte da vacina.

De acordo com Ludhmila Hajjar, seria mais inteligente que o País guardasse a saúde para brincar o Carnaval em 2023 sob pena da pandemia voltar com força nestas plagas.

Portanto, abaixo o Carnaval e Fora Bolsonaro!

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Casos de Covid no Brasil

Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 613.339 mortes e 22.043.112 casos. Os dados são do Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), divulgados às 18h de quinta-feira (24/11).
Nas últimas 24 horas, são 12.930 casos de 273 óbitos.

IBGE torce o nariz ao divulgar expectativa de vida sem considerar mortes por covid

O aumento da expectativa de vida ao nascer no país em 2020 era de 76,8 anos, uma alta de 2 meses e 26 dias em relação ao ano anterior (76,6 anos). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no entanto, a idade foi estimada caso o país não tivesse passado pela pandemia de covid-19. Portanto, o IBGE não considera a crise de mortalidade provocada pela doença naquele ano.

De acordo com o IBGE, sem considerar os efeitos da covid-19, a expectativa de vida para os homens era de 73,3 anos em 2020. Já para as mulheres, a esperança de vida era de 80,3 anos, no ano.
O IBGE explicou que uma análise do aumento de óbitos acarretado pela pandemia para o Brasil e cada unidade da federação foi feita na publicação das Estatísticas do Registro Civil, na semana passada.

A expectativa de vida é parte da pesquisa chamada Tábuas de Mortalidade, que são calculadas a partir de projeções populacionais, baseadas nos dados dos censos demográficos.

“Após a divulgação dos resultados de cada Censo Demográfico, o IBGE elabora novas tábuas de mortalidade projetadas. As últimas tábuas foram construídas e projetadas a partir dos dados de 2010, ano de realização da última operação censitária no Brasil. Da mesma forma, um novo conjunto de tábuas de mortalidade será elaborado após a publicação dos resultados do Censo 2022, quando o IBGE terá uma estimativa mais precisa da população exposta ao risco de falecer e dos óbitos observados na última década”, informa nota do IBGE.