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Presidente Jair Bolsonaro pode ter candidatura à reeleição barrada pelo TSE em 2022

Há uma aposta geral nos meios políticos de que Jair Bolsonaro (sem partido) não será candidato à reeleição “nem aqui, nem na China”. As condições políticas e a popularidade do mandatário se degradaram, derreteram, impossibilitando-o de vencer em 2022 de qualquer “pé de chinelo”.

Some-se ao seu adiantado estado de putrefação política o fato de Bolsonaro tirar para “otário” o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Roberto Barroso, que é uma espécie de “dono da bola, do campo e juiz da partida”.

A briga, o Fla-Flu entre Bolsonaro x Barroso, interessa muito à velha mídia corporativa. É mais uma possibilidade para ela não discutir nada a fundo, de interesse da sociedade, e tratar esse problema como uma desavença de vizinhos.

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A mídia brasileira é craque em criar “novelas” em cima de tragédias reais como fome, miséria, desemprego e morte –ou seja, encobre a realidade para manter o atual estado de coisas.

Nessa disputa superficial, entre Bolsonaro e Barroso, ganha a Rede Globo. Não há a mínima chance de o presidente sair ileso dessa carraspana.

A tendência é que o TSE, em 2022, impeça a candidatura de Bolsonaro.

São fortes os elementos de que Jair Bolsonaro representa tudo o que não presta, é um limitado política e intelectualmente, no entanto, ele cumpriu o papel delegado a ele pela velha mídia em 2018 –se é que ele não sabe disso.

Nos bastidores da política, Bolsonaro já é assunto passado –embora ele tenha direito ao jus sperniandi, o direito de espernear.