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Folha de S. Paulo exalta censura e limitação ao acesso à informação na volta ao Facebook

Depois de um gancho de três anos, a Folha de S. Paulo anunciou nesta terça-feira (6/7) que voltará a publicar na plataforma Facebook. O jornalão paulistano argumenta que a aplicação atende aos reclames da empresa de comunicação/banco.

Dentre as exigências da Folha, em relação à plataforma de aplicação, está a introdução do paywall (acesso pago, em inglês). A título de comparação, o Blog do Esmael não cobra pelo conteúdo, que é de boa qualidade e compartilhável. Isso possibilidade o acesso da sociedade à informação, que é um humano fundamental.

A Folha ainda destaca que ela foi motivada voltar para a plataforma depois que o Facebook removeu postagens do presidente Jair Bolsonaro e se comprometeu a coibir fake news. Ou seja, a publicação entende a censura a conteúdos como uma atividade tipicamente privada, o que nós discordamos plenamente. Somente o Estado, o judiciário, pode determinar a remoção de conteúdos.

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A sociedade brasileira não autorizou, em nenhum momento, que aplicações de internet censurem em seu nome.

Com seu cacoete antidemocrático, a Folha ainda elogia a censura aos perfis de políticos no Facebook.

“Uma das mais emblemáticas ações nesse sentido ocorreu no início de junho, quando a plataforma reviu o ‘passe livre’ que havia concedido para políticos em suas publicações”, afirma o jornalão.

O Blog do Esmael não censura nem cobra por seus conteúdos de qualidade, em tempo real, e compartilháveis.