bolsonaro 490 mil mortes

Brasil atinge 490 mil mortes por covid enquanto Bolsonaro fala em nova motociata em Chapecó (SC)

  • Indiferente à pandemia, Bolsonaro organiza novo passeio de moto em Chapecó (SC)

O presidente Jair Bolsonaro não está nem aí com as vidas perdidas para a covid. Nesta terça-feira (15/6), o País atingiu mais de 490 mil mortes na pandemia, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), enquanto o mandatário se ocupa de organizar nova motociata.

De acordo com boletim do Conass, divulgado hoje, o Brasil acumulou 490.696 óbitos e 17.533.221 casos de covid-19.

São 2.468 mortes pela doença somente nas últimas 24 horas, mas o presidente da República planeja agora uma nova motociata com aglomerações e desrespeito das normas sanitárias.

Bolsonaro planeja passeio de moto no município de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, no próximo dia 26.

Chapecó soma 637 mortos por Covid-19, a cidade tem 95% de seus leitos de UTI da rede pública ocupados.

Leia também

Abaixo, confira o boletim do Conass

Data: 15/06/2021, 18h

Casos
• 80.609 no último período
• 17.533.221 acumulados

Óbitos
• 2.468 no último período
• 490.696 acumulados

Nunes Marques concede a Witzel direito de não comparecer à CPI nesta quarta

A CPI da Covid sofreu mais uma derrota na noite desta terça. O ministro Nunes Marques, do STF, desobrigou o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), de comparecer no colegiado.

A comissão de inquérito esperava o ex-governador para a manhã desta quarta-feira (16/6), às 9 horas. O Blog do Esmael transmite a sessão ao vivo para o Brasil e o mundo.

Com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em sede de habeas corpus, caso compareça à comissão, o ex-governador do Rio de Janeiro terá o direito de ficar em silêncio. Antes da decisão, Wilson Witzel declarou que vai comparecer e responder às perguntas.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da comissão, e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) são autores dos requerimentos de convocação de Witzel.

Randolfe aponta como motivo para a convocação uma série de denúncias de que o ex-governador se beneficiou de um esquema de corrupção no início da pandemia. O requerimento do senador cita dados do Ministério Público Federal para apontar que Witzel recebia um percentual das propinas que eram pagas dentro da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. Em setembro do ano passado, Witzel sofreu impeachment, com a Assembleia Legislativa do Estado registrando 69 votos a favor do afastamento e nenhum contrário.

Wilson Witzel na CPI da Covid ao vivo [acione o lembrete]