PT cobra providências sobre assassinato de professor ativista LGBT no Paraná

O PT divulgou uma nota nesta segunda-feira (3) cobrando providências das autoridades sobre o assassinato do professor, ativista LGBT e membro do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Lindolfo Kosmaski. Ele tinha 25 anos e seu corpo foi encontrado carbonizado na noite do último sábado (1°), no município de São João do Triunfo, na região dos Campos Gerais, no Paraná. Há suspeita de crime homofóbico.

“Neste momento de dor, prestamos toda a solidariedade à família, amigos e esperamos que os órgãos competentes possam acelerar as investigações e encontrar os responsáveis por esse crime hediondo”, diz um trecho da nota.

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Leia a íntegra da nota:

O Partido dos Trabalhadores manifesta seu profundo pesar pela morte do jovem companheiro paranaense Lindolfo Kosmaski.

Lindolfo era uma liderança jovem de seu município, ativista LGBT e do MST, também foi candidato a vereador pelo PT em 2020 e com uma trajetória inspiradora de luta e coragem. Querido em sua comunidade era educador e envolvido com as lutas do campo.

Teve sua vida ceifada de maneira bárbara, sendo que seu corpo foi encontrado na noite do último sábado, no município de São João do Triunfo, no Paraná. Indícios apontam que se trata de um crime de ódio motivado por sua orientação sexual.

Neste momento de dor, prestamos toda a solidariedade à família, amigos e esperamos que os órgãos competentes possam acelerar as investigações e encontrar os responsáveis por esse crime hediondo.

LGBTfobia é crime e interrompe trajetórias como a de Lindolfo, em uma sociedade democrática e de direito não há espaço para barbárie, ódio e intolerância.

#JustiçaParaLindolfo

#LGBTfobiaMata

Gleisi Hoffmann, deputada federal (PR) e presidenta do Partido dos Trabalhadores

Janaína Oliveira, secretária Nacional LGBT do Partido dos Trabalhadores