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Estadão quis competir com o Sensacionalista; capa de jornal vira piada nas redes sociais

O Estadão, ao censurar manifestação pelo Fora Bolsonaro, quis competir com o Sensacionalista ao mostrar uma capa “fofa” no lugar das manifestações pelo impeachment que sacudiram o país no sábado (29/5).

O jornal O Estado de S. Paulo, vulgo Estadão, preferiu cravar na manchete deste domingo (30/5) que “Cidades Turísticas se reinventam para atrair o home office”. Por isso virou piada. Um horror.

Se o Estadão briga com os fatos, a Folha de S. Paulo também deu uma “fraquejada” nas últimas horas ao pedir desculpas para o presidente Jair Bolsonaro. O jornalão disse que “errou” ao usar as hashtags #PovoNaRua #29MPovoNasRuas #29MForaBolsonaro para noticiar as manifestações contra o governo Bolsonaro.

A Folha pediu penico para Bolsonaro depois do faniquito do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o Carluxo, filho do presidente.

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“A capa do Estadão hoje tá mais para ficção do que para jornalismo”, disse a roteirista da TV Globo Renata Corrêa.

Assim como Bolsonaro, o Estadão garante que é ‘imorrível, imbroxável, incomível’ –embora o distinto público tenha pensamento diferente.

Enfim, Estadão assumiu papel de panfleto de campanha de Bolsonaro em 2022.

A Folha, mais discreta, também continuará dando uma força para o presidente como sempre fez.

É importante o leitor ter em mente que Estadão e Folha são farinha do mesmo saco. Esses veículos já não fazem jornalismo há muito tempo. Eles são braços de fundos de investimentos e de bancos. Especulam com a notícia para ganhar dinheiro, por isso eles censuram o que é factual. Eles têm interesses próprios que não são as notícias e não são os mesmos da sociedade brasileira.

Em tempo: a TV Globo, em 1984, em plena ditadura militar, escondeu 300 mil pessoas na Praça da Sé, em São Paulo, no comício das ‘Diretas Já’ para presidente da República.