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É proibido chamar Aras de “Poste Geral da República” e Bolsonaro de “genocida”

A partir de hoje, dia 15 de maio, fica proibido chamar o procurador Augusto Aras de “Poste Geral da República” e o presidente Jair Bolsonaro de “genocida”.

Depois de Bolsonaro processar e prender que o chamasse de “genocida”, agora é o PGR Augusto Aras que processa quem o chama de “Poste Geral da República”.

PGR é abreviatura de “Poste Geral da República”, segundo Conrado Hubner, Professor de Direito da USP.

“Não pode chamar Bolsonaro de genocida e nem Augusto Aras de Poste-Geral da República, entenderam?”, reforçou o jornalista Guga Noblat.

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O humorista Gregório Duvivier ironizou a piada pronta. “Aras, o Poste Geral da República, está processando Conrado Hubner por chamá-lo de Poste Geral da República. provando ser apenas um Poste Geral da República.”

O professor processado pelo Poste Geral da República, isto é, PGR Augusto Aras disse que se trata de mais um episódio do “Estado de Intimidação” por autoridade que explodiu a dignidade do cargo que ocupa, contra um professor que tenta exercer liberdade de crítica.

“PGR acha que ser chamado de Poste Geral da República, após 430 mil mortes, é crime. Eu acho que crime é outra coisa”, disse Hubner, que é colunista da Folha.

Em síntese, o procurador-geral da República jura que não é um poste.