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Bolsonaro virou “BolsoNero” na imprensa de Israel

O tradicional jornal israelense Haaretz chamou o presidente Jair Bolsonaro de “BolsoNero” ao reverberar uma entrevista com a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha.

A publicação em hebraico destaca que “BolsoNero” foi condenado por acusações sexistas e acusações caluniosas.

O Haaretz sustenta que o presidente brasileiro foi sentenciado porque mentiu que a repórter ofereceu sexo em troca de informações sobre financiamento ilegal de fake news em sua campanha de 2018.

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O jornal conta que o Brasil tem mais de 13 milhões de casos de covid-19 e mais de 350 mil mortos na pandemia.

“Em meio a tudo isso, outro acontecimento de alguma forma escapou dos olhos dos noticiários, o que também não contribui, sem dúvida, para o ânimo do Bolsonero. Um tribunal de São Paulo condenou esta semana o presidente brasileiro por “fazer comentários sexistas e culpar profissionais” como Patricia Campus Melo, repórter política e colunista do jornal Folha de São Paulo, o maior e mais prestigioso jornal do Brasil. Bolsonero foi multado em 20 mil reais (cerca de US$ 3.700)”, escreveu o Haaretz.

Com a “ajuda” do Google, Bolsonaro também já havia virado “BolsoNero” em outras reportagens mundo afora.