Mais Médicos, com cubanos, aliviaria lotação de UTIs

A Prefeitura de Curitiba tem dificuldades para acelerar abertura de novas vagas em UTIs devido à falta de médicos. É nesse cenário que os curitibanos recordam da falta que fazem os cubanos, expulsos do país no início da gestão do governo Jair Bolsonaro.

A capital paranaense tem 94% da capacidade das UTIs lotadas enquanto algumas regiões do estado do Paraná, a exemplo do Noroeste, chegou a 100% de ocupação.

Além de médicos, também faltam equipes nos hospitais — pois muitos profissionais de saúde contraíram coronavírus neste primeiro ano de pandemia.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA), praticamente todas as pessoas no mercado já foram contratadas.

A falta de profissionais de saúde esbarra também nos trâmites e no treinamento para o enfrentamento da doença.

Nunca uma medida esdrúxula, disfarçada de ideologia, foi tão nefasta contra vidas humanas quanto a expulsão de médicos cubanos do Mais Médicos.

O Brasil não consegue dar respostas, criando mais UTIs, nesse pior momento da pandemia, porque não há médicos para a tarefa.

O problema é que a falta de médicos cubanos, sentida em Curitiba e no Paraná, também é reproduzida nos quatro cantos do País. Infelizmente.