Bolsonaro deixa Brasil mais dependente da China comunista

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O presidente Jair Bolsonaro é uma pândega. Apesar de seu discurso anticomunista, nunca o Brasil ficou tão dependente de Pequim. Hoje, nesses tempos de pandemia, a sujeição brasileira à China foi ampliada a ponto de deixar os antigos governos do PT com vergonha.

Dependência comercial do Brasil em relação à China é recorde e deve aumentar, afirma Estadão neste domingo (14), ao registrar que a participação chinesa nas exportações brasileiras subiu quatro pontos porcentuais em 2020 e já responde por quase um terço vendas totais.

O ex-embaixador brasileiro em Pequim, Roberto Abdenur, apontou ao jornalão paulistano o seguinte cenário:

  • Dependência comercial do Brasil em relação à China é recorde e deve aumentar
  • ‘Houve uma destruição da política externa brasileira’, diz ex-embaixador na China
  • ‘Papel do Itamaraty se tornou secundário’, diz ex-embaixador em Pequim
  • Falta de competitividade brasileira além das commodities ainda preocupa

Em entrevista ao Estadão, o ex-embaixador na China ressalta ainda que a postura de “subserviência” do governo brasileiro em relação ao ex-presidente americano Donald Trump foi ruim para o País sob diferentes aspectos.

O diplomata cita as posições erráticas do presidente Jair Bolsonaro quando atribuiu à China o vírus e chamava o imunizante de “vachina”. No entanto, agora, dependente de insumos para a fabricação da vacina, deu um giro no discurso e distribui afagos ao governo chinês pelas redes sociais.

O filho do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), também se calou em relação à China. Virou assunto proibido nas redes sociais do “Zero Três”.

Resumo da ópera: o Brasil fala chinês no governo Bolsonaro.