Auxílio emergencial: Capitão Cloroquina defende 3 parcelas de R$ 200

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O presidente Jair Bolsonaro, o Capitão Cloroquina, quer mudar o nome do auxílio emergencial para BIP (Bônus de Inclusão Produtiva) e, diabolicamente, reduzir o valor do benefício para três parcelas de R$ 200.

Segundo o Capitão Cloroquina e seu governo, o foco da ajuda seria nos trabalhadores informais não atendidos pelo Bolsa Família.

Atualmente, o auxílio emergencial atende 67 milhões de pessoas. A nova regra, no entanto, reduziria para apenas 32 milhões de beneficiários. Ou seja, o governo deixaria 36 milhões de brasileiros literalmente passando fome.

De acordo com dados do Insper, Bolsonaro, o Capitão Cloroquina, criou 2 milhões de novos pobres só em janeiro com fim do benefício. Cerca de 26 milhões de pessoas vivem na pobreza, ou seja, 13% da população brasileira sobrevive com uma renda per capita de apenas R$ 250 por mês.

Com o novo BIP, o número de pobres teria potencial para chegar a 58 milhões de pessoas.

O Capitão Cloroquina não quer que falte recursos para o leite condensado e o chicletes, por isso o governo defende a miséria de 3 parcelas de R$ 200 –mesmo valor que Bolsonaro defendia no início da pandemia, mas foi derrotado pelo Congresso Nacional.

O governo deveria ter vergonha de propor essa ajuda indecente, desumana e insuficiente para a segurança alimentar.