Traídos por Bolsonaro, caminhoneiros vão à greve em todo o País

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Os caminhoneiros foram os mais chifrados pelo presidente Jair Bolsonaro, que lhes prometeu amor, mas lhe deu traição com congelamento de frete, aumento do diesel e do pedágio. Por isso os profissionais da estrada irão parar na segunda-feira, 1º de fevereiro.

Com medo dos motoristas de caminhão, o presidente Bolsonaro apelou na semana para que eles não fizessem greve –porém o governo anunciou novo reajuste no diesel e na gasolina, o que elevou o descontentamento da categoria.

As principais entidades que convocaram o movimento paredista dizem que não conseguem parar a greve, que já foi deflagrada em todo o país.

A greve dos caminhoneiros visa cancelar a venda das refinarias da Petrobras e desvincular do preço dos combustíveis a cotação internacional do petróleo e a variação cambial do dólar.

Na última terça-feira (26), com a anuência do mandatário, a Petrobras elevou de novo o preço da gasolina em 5% e do diesel em 4,4% nas refinarias.

Segundo tabela de preços do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), desta semana, o preço do óleo Diesel S500 e Diesel S10 pode variar entre R$ 3,60 e R$ 4,69 –dependendo da região.

A gasolina é vendida até R$ 5 o litro enquanto o gás de cozinha também pode alcançar R$ 100 o botijão de 13 kg.