Rodrigo Maia é cúmplice de Bolsonaro pela omissão diante do genocídio

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), torna-se cúmplice do presidente Jair Bolsonaro ao se omitir diante do genocídio em curso.

As redes sociais já se irritaram com as “notinhas de repúdio” de Maia, no Twitter, para lacrar no Jornal Nacional da Globo ou noutro jornalão.

Para muitos parlamentares, da oposição e situação, Rodrigo Maia merece o título de covarde do ano.

O presidente da Câmara tem mais de 50 pedidos de impeachment engavetados, no entanto, ele não tem colhões para abrir sequer um processo.

Ao se omitir, que também é uma ação, Rodrigo Maia torna-se cúmplice de Bolsonaro pelo genocídio em curso no Brasil.

Maia tem 15 dias para provar que não é farinha do mesmo saco de Bolsonaro.

Placar do impeachment

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), propôs nesta sexta-feira (15) a abertura de um placar do impeachment de Jair Bolsonaro.

“É preciso abrir o placar do impeachment com o nome de todos os deputados federais e começar a pressão dos eleitores sobre cada um deles, por todos os meios. Sem isso, o afastamento não vai acontecer”, disse o petista.