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Alucinado, Paulo Guedes mente ao dizer que Brasil está oficialmente “saindo da recessão”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, deve ter fumado coisa estragada nesta sexta-feira (13) vésperas das eleição municipais. Ou ele ainda está impactado pela derrota de Donald Trump, nos Estados Unidos, ou antevendo a sapecada que o bolsonarismo levará nas urnas neste domingo (15). Ou ainda, o ministro está gerando mais uma de suas fake news, que é amplamente disseminada pela velha mídia.

Divorciado da realidade, Guedes disse hoje que o Brasil está oficialmente saindo da recessão ao participar virtualmente do 39º Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex). “Recebemos hoje a notícia de que o Brasil está oficialmente está saindo da recessão”, mentiu Guedes.

Alucinado, o ministro destacou que sua “hipótese de trabalho” é que as contaminações pelo novo coronavírus estão em queda e que a “vacina está chegando”.

“O Brasil está conseguindo combater a doença. Isso é um fato que está acontecendo do lado da saúde. Do outro lado, da economia, é um fato que o Brasil está saindo da recessão”, afirmou Guedes, torcendo o nariz para a segunda onda do vírus que vem aí.

Para o ministro da Economia, o governo tem cerca de um ano e meio para transformar a retomada da economia em crescimento sustentável. O que é pouco provável, pois não há massa salarial possível para o consumo.

“Em vez de uma onda de consumo, em uma forte recuperação cíclica, o desafio é transformar isso na ampliação da capacidade produtiva”, insistiu no erro, porque produção sem consumo gera a depressão econômica.

A fórmula de Paulo Guedes amplia a pobreza no País, aumenta o desemprego –que já é o maior do planeja– e institucionaliza a volta da fome como política de governo.

O ministro enrolou os presentes com dados econômicos. Ou os participantes do encontro não entenderam nada ou são cúmplice do desastre jamais visto na história.

Alucinadão, Paulo Guedes não revelou o que fumou na reunião virtual.

Empregos fakes

O IBGE tem reiteradas vezes anunciado o aumento de desemprego no País, que bate recordes atrás de recordes no fechamento de postos de trabalho com carteira assinada.

O mundo no trabalho tem dado sinais de aumento da jornada, precarização, diminuição de salários e semiescravidão nesses tempos de neoliberalismo.

Metade da População Economicamente Ativa (PEA), cerca de 80 milhões de pessoas, estão desocupadas –segundo órgãos oficiais. Coincidentemente, é o mesmo número de beneficiários que dependem de auxílio emergencial para viver desde o recrudescimento da crise econômica, que é anterior à pandemia.

Estado mínimo para o povo, Estado máximo para os bancos

Recentemente, o governo anuiu a remuneração de sobras de caixa dos bancos pelo Banco Central. Com isso, esse dinheiro deixará de ser transformado em energia social ou em políticas públicas. É parte do Orçamento da União que vai engordar banqueiros e rentistas. Para os ricos, o Estado máximo.

Entretanto, cinicamente, Paulo Guedes retomou a defesa do controle das contas públicas, por meio do teto de gastos.

“Não vamos aumentar impostos, então precisamos do controle de gastos”, disse, como se falasse que o Estado mínimo é necessário para o povo brasileiro.

Para o ministro da Economia, o teto de gastos é uma “barreira contra a irresponsabilidade com as finanças públicas”. Outra mentira contada que os jornalões adoram espalhar por aí.

“É importante que lutemos para manter esse teto para mudar o eixo da economia brasileira que era baseada nos investimentos dirigidos pelo governo”, mais uma mentira do ministro dos bancos.

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