O editorial que a Folha se recusa a escrever: Guedes precisa sair

A Folha de S. Paulo continua divertindo o distinto público com seus editoriais enquanto, com sua maquininha, fatura alto dando proteção ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

Faço minhas as palavras da ombudsman da Folha, Flavia Lima, há alguns domingos atrás, ao dizer que o jornalão paulistano atua com mais eficiência que a assessoria de comunicação do Palácio do Planalto. Bingo!

Ricardo Salles, o ministro do Meio Ambiente, é o efeito de um modelo econômico perverso não a causa –que precisa ser combatida.

A “causa” para esse estrago no Brasil de hoje chama-se Paulo Guedes, para qual a Folha se recusa escrever um editorial pedindo para ele sair.

A Folha pedir a saída de Sallaes, Damares, Tereza Cristina, Frias (o ator), Pazuello e de tantos outros que ocupam o picadeiro da República é fácil. Queremos ver o jornalão do Frias (o banqueiro) escrever Fora, Guedes! É mais fácil chover canivete, caro leitor, do que isso acontecer.

A velha mídia corporativa, embora proteste para divertir e distrair, é cúmplice do desmatamento e das queimadas das florestas. Ela sustenta o atual modelo econômico, neoliberal, que concentra renda e gera milhões de miseráveis.

A Folha ganha com a crise, com a informalidade, com o desemprego. A miséria do povo faz a riqueza dos donos do jornalão.

Nessa crise econômica que vive o país, é a Folha quem precisa parar de espalhar fake news para proteger Guedes e Bolsonaro. Já está pegando mal, muito mal.

Salles, o do editorial, é mais um tonto para desviar do debate principal.

Portanto, a Folha continua na assessoria de imprensa de Bolsonaro.

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